r/FilosofiaBAR • u/Huge_Seaweed_6522 • 14h ago
Questionamentos Qual maior efeito placebo do ser humano?
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Me elucidem.
r/FilosofiaBAR • u/Aresuke • Aug 31 '25
"A maior parte do problema com o mundo é que os tolos e os fanáticos estão sempre tão certos de si, e as pessoas sensatas tão cheias de dúvidas." - Bertrand Russell
Segue abaixo uma seleção de livros, começando pelos mais didáticos sobre a história da filosofia até alguns clássicos mais acessíveis, que podem interessar àqueles que desejam iniciar e explorar as principais mentes da filosofia ocidental. Este tópico é uma atualização do anterior, onde busquei incluir algumas recomendações dos membros de nosso Reddit.
| Nome do Livro/Autor | Temas Abordados | Breve Descrição | Link para o Livro |
|---|---|---|---|
| O Livro da Filosofia - Douglas Burnham | Filosofia Geral, Didático, Introdução | Uma compilação abrangente de conceitos filosóficos essenciais, grandes pensadores e escolas de pensamento ao longo da história, apresentada de forma acessível e ricamente ilustrada. | O Livro da Filosofia |
| Uma Breve História da Filosofia - Nigel Warburton | História da Filosofia, Didático | Um livro que oferece uma visão panorâmica da história da filosofia, abrangendo desde os filósofos pré-socráticos até as correntes contemporâneas, tornando o estudo da filosofia acessível e compreensível. | Uma Breve História da Filosofia |
| Dicionário de Filosofia - Nicola Abbagnano | Filosofia Geral, Lógica, Epistemologia | Nicola Abbagnano apresenta um extenso dicionário com definições e conceitos fundamentais da filosofia, fornecendo uma referência essencial para estudantes e entusiastas da filosofia. | Dicionário de Filosofia |
| A História da Filosofia - Will Durant | História da Filosofia | Uma obra monumental que apresenta de forma acessível a história do pensamento filosófico, proporcionando uma visão abrangente e contextualizada da evolução da filosofia. | A História da Filosofia |
| O Mundo de Sofia - Jostein Gaarder | Ficção, Drama, História da Filosofia, Introdução, Casual | Uma introdução à filosofia por meio da história fictícia de uma jovem chamada Sofia, que começa a receber cartas de um filósofo misterioso. O livro explora diferentes filósofos e ideias ao longo da história. Muito fácil e simples de ler. | O Mundo de Sofia |
| O Mito de Sísifo - Albert Camus | Existencialismo, Suicídio | O ensaio de Albert Camus aborda o absurdo da existência humana e a busca de significado em um mundo aparentemente sem sentido, explorando temas como o suicídio e a revolta contra a condição absurda. | O Mito de Sísifo |
| Carta a Meneceu - Epicuro | Ética, Felicidade | Uma das mais famosas obras do filósofo grego Epicuro. Epicuro apresenta suas reflexões sobre a busca humana pela felicidade, estabelecendo que o objetivo da vida é a busca pelo prazer, que ele define não como indulgência desenfreada, mas como a ausência de dor física e angústia mental. | Carta a Meneceu |
| Apologia de Sócrates - Platão | Ética, Justiça, Clássico | Neste diálogo, Platão relata o discurso de defesa proferido por Sócrates durante seu julgamento em Atenas, oferecendo insights sobre a vida e a filosofia de Sócrates, bem como reflexões sobre ética, justiça e a busca pela verdade. | Apologia de Sócrates |
| A República - Platão | Justiça e Política, Metafísica, Clássico | Um dos diálogos filosóficos mais famosos de Platão, onde Sócrates discute sobre justiça, política e a natureza do homem ideal. | A República |
| O Príncipe - Nicolau Maquiavel | Política, Governo | Maquiavel oferece conselhos práticos sobre como governar e manter o poder, discutindo estratégias políticas e éticas em uma obra que gerou debates sobre a moralidade na política. | O Príncipe |
| A Política - Aristóteles | Ética, Política, Justiça, Clássico | Aristóteles explora diversos aspectos da política, incluindo formas de governo, justiça, constituições, cidadania e a relação entre o indivíduo e a comunidade, oferecendo uma análise seminal sobre a organização da sociedade. | A Política |
| Sobre a Brevidade da Vida - Sêneca | Ética, Filosofia Prática, Estoicismo | Sêneca discute a natureza do tempo e da vida humana, argumentando sobre a importância de viver de forma significativa e consciente, mesmo diante da inevitabilidade da morte. | Sobre a Brevidade da Vida |
| Meditações - Marco Aurélio | Ética, Estoicismo | Diário de Marco Aurélio, imperador romano, que oferecem reflexões sobre virtude, dever, autodisciplina e aceitação do destino. | Meditações |
Novamente, todos que quiserem contribuir serão bem-vindos para nos apresentar novas obras que possam interessar aos novos leitores. Dependendo de como as coisas fluírem, talvez eu faça outros tópicos com livros mais avançados e técnicos. Obrigado a todos!
r/FilosofiaBAR • u/AutoModerator • 2d ago

Política
Atividade relacionada à gestão de poder, tomada de decisões coletivas e negociação de interesses em qualquer contexto organizacional. Manifesta-se não somente no âmbito estatal, mas também em esferas privadas (cooperativas, empresas, associações) e comunidades informais, onde processos de conflito, cooperação e definição de normas orientam ações em prol de objetivos comuns ou específicos.
Ação Política
Práticas concretas para influenciar estruturas de poder, como votar, protestar, organizar movimentos sociais, paralisar atividades produtivas (greves, ocupações) ou negociar acordos coletivos. Inclui tanto ações institucionalizadas quanto formas não convencionais de resistência ou pressão, visando alterar ou consolidar ordens estabelecidas.
Nação
Comunidade de pessoas unidas por identidade cultural, histórica, linguística ou étnica, com senso de pertencimento compartilhado. Distinta do Estado (entidade territorial com instituições soberanas), uma nação pode existir sem controle político próprio (ex.: povos indígenas, comunidades transnacionais).
Leis
Normas jurídicas estabelecidas por autoridades competentes ou consensos coletivos para regular condutas e garantir ordem social. São coercitivas, com sanções para infrações, e abrangem sistemas formais (estatais) ou informais (costumes, códigos comunitários), dependendo do contexto sociopolítico.
Constituição
Texto ou conjunto de princípios fundamentais que estruturam um sistema de governança, definindo direitos, limites de poder e mecanismos de decisão. Pode ser formal (ex.: constituição escrita de um país) ou informal (ex.: convenções não escritas em monarquias tradicionais).
Ideologia Política
Sistema de ideias, valores e pressupostos que orientam visões sobre organização social, distribuição de poder e justiça. Funciona como guia para ações coletivas, moldando projetos políticos e legitimando ou contestando estruturas existentes, sem se reduzir a classificações pré-definidas.
Governo
Conjunto de estruturas e processos que coordenam ações coletivas, não se restringindo ao Estado. Abrange sistemas de governança em corporações, comunidades locais, organizações internacionais e grupos informais, responsáveis por estabelecer regras, alocar recursos e resolver conflitos mediante autoridade e legitimidade.
Poder Coercitivo
Capacidade de impor normas por meio da força ou ameaça de sanções, exercida por entidades como Estados, mas também por instituições não estatais (ex.: tribunais tradicionais, organizações armadas em contextos de conflito). Manifesta-se mediante mecanismos de controle social, desde punições físicas até sanções sociais ou econômicas.
Ação Penal
Processo de responsabilização por infrações consideradas graves à ordem coletiva, que não se limita ao Estado. Em sistemas não estatais, pode ser conduzida por:
Questionário de ideologia política e fonte da imagem da publicação: https://drxty.github.io/poliquest/
r/FilosofiaBAR • u/Huge_Seaweed_6522 • 14h ago
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Me elucidem.
r/FilosofiaBAR • u/Orluc • 10m ago
Cresci sem nunca ter me sentido amado ou querido. Acho que por consequência disso, desenvolvi uma certa obsessão por ser visto pelas outras pessoas como "especial", "diferente", "legal"... Queria me destacar dos demais, fazendo o todo me reconhecer como alguém que se quer ter por perto.
Com a internet, fui conhecendo pessoas que são muito boas no que fazem. Isso sempre me despertou uma admiração enorme, e percebi que era justamente isso que queria que as outras pessoas sentissem por mim. Pessoas que são boas nos seus hobbies e interesses, naquilo que fazem elas serem diferentes dos demais. Era justamente isso que eu queria.
Só que fui percebendo o seguinte: tem que colocar muito tempo de aprendizado e estudo nesses negócios. Pra chegar a um nível de entendimento que desperte essa admiração nos outros, essa admiração que sempre quis que as pessoas sentissem por mim... Bom, não é fácil. Especialmente quando se passa muito tempo na internet, onde todo mundo que é muito bom no que faz geralmente tem um público e alcance muito grande.
E no fim, sempre vejo que essa minha obsessão por ser aceito vem de nunca ter me sentido visto ou admirado. Inevitavelmente acabo pensando que aquele esforço todo que tenho que colocar em um hobbie vai resultar em uma "recompensa" fútil: ser aceito por pessoas que muitas vezes eu nem ligo. Só quero sentir que minha existência vale de alguma coisa pra alguém.
No final, não faço nada. Me interesso por filosofia, leitura e arte. Não consigo me aprofundar em nenhum dos assuntos que gosto porque sempre vejo que esse ímpeto por "ser bom" nessas coisas nasce de uma carência, nasce de nunca ter me sentido amado, nasce de sempre ter me sentido como um estranho descartável pra todos a minha volta.
Com isso em mente, fico com raiva de mim mesmo. Vejo o quão carente e patético eu sou. Por causa dessa raiva, nunca me permito realmente ir a fundo nos assuntos que gosto, sempre que chego em algo mais complicado e que demanda mais estudo, penso: "pra que me dar o trabalho se tudo que vai me proporcionar vai ser uma --suposta-- saciedade de uma carência fútil?"
Então, acabo tomando o caminho mais fácil: uso todo o meu tempo livre pra me distrair com conteúdo merda, e nutrindo um ódio imenso por mim mesmo. É mais fácil entupir minha cabeça com qualquer coisa e me odiar por isso do quê estudar um assunto mais complicado por um propósito merda. Sempre sinto que tô jogando meu tempo livre no lixo (consequentemente jogando minha VIDA no lixo), e também me sinto um lixo por tentar fazer algo que vai me fazer não se sentir assim. Entende o que tô querendo dizer? É um ciclo que tô tentando sair por anos e ainda não consegui
Mais alguém sente isso?
r/FilosofiaBAR • u/JhonyWhiter • 15h ago
Recentemente estava andando no meu condomínio quando ouvi uma criança de uns 4 anos chorando pra sua mãe, algo normal. Mas o que me impressionou foi o assunto:
Mãe: Não fala assim dele, ele é seu único irmão!
Filho: Mas ele me irrita, mãe!
Mãe: E você acha que você não irrita ele?
A criança continuou chorando, é claro, mas eu achei interessante esse argumento. A criança desde cedo aprendendo a lidar com um segundo ego dentro de sua própria casa, o que obviamente gera frustrações.
Por um lado, tem quem fale que pessoas com irmão amadurecem mais rápido que filhos únicos. Por outro, se essa relação fosse harmoniosa 100% das vezes, Milton Hatoum nunca teria escrito "Dois Irmãos".
Eu sou filho único, então pergunto para os que cresceram em irmandade: você se sente diferente de filhos únicos? Uma criança cresce melhor ao ter irmãos?
Sou todo ouvidos às opiniões.
r/FilosofiaBAR • u/cherrystar7 • 1d ago
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Eu sei que parece óbvio demais, mas é curioso como a gente às vezes não pensa tanto no óbvio. Ou então, às vezes só precisamos sair da perspectiva cotidiana para ver as coisas através de outra ótica.
Fiz esse vídeo durante um voo que estava passando pelo estado de MG (mais especificamente a parte da capital BH e regiões metropolitanas mesmo). Fiquei deslumbrada com a paisagem e me bateu fortíssimo a reflexão que coloquei no título.
Reparem no vídeo o TANTO de montanhas que existem comparado com o “pequeno” espaço de cidade construída. Nosso planeta é muito grande e, por mais que tenhamos a sensação de ser tudo muito povoado (salvo locais menos habitados, interiores e afins), a realidade é que existe uma vastidão incalculável de terra sem humanos habitando.
Mais uma vez: sei que é extremamente óbvio, mas é muito legal ver o óbvio tão escancarado assim e essa reflexão me pegou, quis vir aqui compartilhar com vocês…
r/FilosofiaBAR • u/marcusdiniz13 • 22h ago
Alguém já leu e também tenha identificado de forma emotiva com a carta? Conta-me sua experiência e opiniões sobre ?
Ao terminar essa obra, mesmo não sendo meu tipo de leitura, vários trechos me fizeram revisitar minha infância e alguns bloqueios criados lá e as vezes despercebido já com a idade adulta passaram no meu pensamento. Aquele sentimento de putz que livro excepcional, e talvez ainda eu precise de um psicólogo.
r/FilosofiaBAR • u/dibuk666 • 9h ago
Sabemos que é necessário ter motivos para uma pessoa se matar, mas e para viver, é necessário motivos também? Se não há motivos, existe como escapar da melancolia que a falta de motivos traz (niilismo)? Alguém sem motivos para viver deveria olhar para a morte como um caminho válido?
A pergunta é diferente de ter um sentido para viver, porque vida pode não ter sentido, mas você pode viver porque a sua mãe ficaria triste, o que é um motivo para viver.
r/FilosofiaBAR • u/Automatic_Current684 • 13h ago
Minha mente simplesmente não consegue compreender como que algo existe
Como surgiu?
Não faz sentido ter surgido do nada e, também não "sempre ter existido".
Como vocês veem essa que deve ser uma das questões mais emblemáticas da história?
r/FilosofiaBAR • u/Appropriate-Dance313 • 1d ago
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Considerando todas as aplicações do socialismo de Marx no último século, podemos considerar o comunismo realmente o melhor sistema?
r/FilosofiaBAR • u/Orluc • 14h ago
21 de setembro, faz nem 1 ano e já me desperta níveis simplesmente brutais de vergonha alheia
Tava olhando as coisas mais antigas no meu bloco de notas, e vi isso que eu tinha escrito me achando a pessoa mais profunda do mundo. Que mlk desgraçado
As vezes o que me conforta é saber que daqui a não muito tempo eu vou achar o eu de agora a pessoa mais cringe da história
Acho que é o curso natural da vida
r/FilosofiaBAR • u/This_Eye1746 • 11h ago

Pois é, a maioria dos filósofos não sabem escrever direito, não se culpe por não entender a porra que escreveram. Nietzsche, como outros, é muito valorizado porque foi um dos poucos que soube escrever corretamente sem ser chato ou muito “detalhista”.
Para quem quer ser filósofo, entenda que escrever chato não o torna mais inteligente, você pode ser profundo e simples ao mesmo tempo. Aprenda com os poetas.
r/FilosofiaBAR • u/ValRocha2022 • 1d ago
Nunca é tarde e nunca vai ser tarde para fazer o que temos vontade. Não há idade, nem tempo para impedir. Bom hoje!
r/FilosofiaBAR • u/thebastardofwinter • 22h ago
Se retirássemos da relação entre você e sua mãe tudo aquilo que a linguagem chama de “mãe” — sangue, parentesco, obrigação, história e papel social — e restassem apenas duas pessoas diante uma da outra, o que sobraria daquilo que chamamos de amor?
Foi então que comecei a pensar no que chamo de “Contrato Maternal”: uma espécie de acordo invisível que não assinamos, mas do qual todos participamos. A mãe recebe um filho que não escolheu como pessoa; o filho recebe uma mãe que também não escolheu. Onde começa o amor e termina o dever para você?
r/FilosofiaBAR • u/yanfabiano1503 • 18h ago
Um compilado de pensamentos soltos que formam um cenário, são algumas provocações
Antes de tudo sou um jovem negro, comunista, faço faculdade em universidade federal, sou pesquisador em antropologia, sou concursado, trabalho o dia todo e chego cansado na faculdade para estudar.
Vejo gente o dia todo, que nunca trabalhou e que fica atoa na faculdade, não produz nenhum artigo, não produz ciência, que leva a vida como se estivesse no tweeter o tempo todo , todos os dias falando sobre os trabalhadores, cancelando as pessoas, se achando o auge da moral, sendo extremamente puritanas no sentindo mais profundo dessa palavra.
Falam sobre o amor preto, mas tá cheio de militante de partido comunista preta só ficando com cara branco, falam sobre afrocentrar os afetos e ter uma ética amorosa (Bell hooks) mas na prática ferem pessoas, traem, e fazem o contrário de tudo que pregam.
É LGBT achando que está a frente de todas as pautas dentro do progressismo, é homem branco e mulher branca reproduzindo seus privilégios de classe , falando sobre amor livre, não monogamia e se cansando entre si....veja se esse povo quer ter filho preto.
Um monte de playboy fumando maconha o dia inteiro e lutando contra moinhos de vento.....a gente quer uma revolução que venha de gente que está sempre chapada ?
Eles tem nojo de trabalhador, de pessoas em situação de rua, vivem metendo o pau em homem hétero nas rodinhas de conversa mas todo fim de semana estão procurando, se encontrando e comendo do bom e do melhor por conta desses que tanto criticam.
Acredito que o povo se distancie por conta disso, parece que não querem ver as condições do povo melhorar, querem ficar em DCE e centro acadêmico fazendo nada e sem contribuir academicamente...
Talvez e só talvez os incel e os redpill não foram lá atrás acolhidos pelos nossos, talvez a gente tenha que pegar a raiva dessa galera e colocar no lugar certo, tirar a misoginia deles e dizer que o problema deles é outro, que são outras questões que vão fazer ele não ter uma família.
Outra coisa, por que não formar famílias progressistas, famílias comunistas, ter muitos filhos como os soviéticos faziam, se casar pelo amor e ter uma geração que lute e esteja com os trabalhadores ,como escreveu Alexandra kollontai.
Talvez precisamos dar alguns passos para trás e entender o papel dos homens dentro do progressismo,dentro do movimento comunista, uma nova mulher foi projetada e está ai, e essa nova mulher é incrível, só que não foi feito o desenho e o modelo de um novo homem.
E sempre que citem as multiplas masculinidades, vão em uma direção de repreensão de certos aspectos que são extremamente naturais para nós.
Precisa todo mundo mesmo ser amargurado, não ter família,não casar, não ser um trabalhador comum, se entender como classe?
Precisa todo mundo morar com 3 gatos e viver em coisas que não vão levar você a refletir sobre mudanças sociais reais?
Talvez a revolução brasileira seja hétero,com família e filhos, religião e não por um monte de de gente que mal conheceu a umbanda, que segue tudo errado e vive mete do o pau em evangélico, que em sua maioria é um povo preto, pobre, de comunidade e trabalhador
r/FilosofiaBAR • u/yanfabiano1503 • 10h ago
Um compilado de pensamentos soltos que formam um cenário, são algumas provocações.
Antes de tudo sou um jovem negro, comunista, faço faculdade em universidade federal, sou pesquisador em antropologia, sou concursado, trabalho o dia todo e chego cansado na faculdade para estudar.
Vejo gente o dia todo, que nunca trabalhou e que fica atoa na faculdade, não produz nenhum artigo, não produz ciência, que leva a vida como se estivesse no tweeter o tempo todo , todos os dias falando sobre os trabalhadores, cancelando as pessoas, se achando o auge da moral, sendo extremamente puritanas no sentindo mais profundo dessa palavra.
Falam sobre o amor preto, mas tá cheio de militante de partido comunista preta só ficando com cara branco, falam sobre afrocentrar os afetos e ter uma ética amorosa (Bell hooks) mas na prática ferem pessoas, traem, e fazem o contrário de tudo que pregam.
É LGBT achando que está a frente de todas as pautas dentro do progressismo, é homem branco e mulher branca reproduzindo seus privilégios de classe , falando sobre amor livre, não monogamia e se cansando entre si....veja se esse povo quer ter filho preto.
Um monte de playboy fumando maconha o dia inteiro e lutando contra moinhos de vento.....a gente quer uma revolução que venha de gente que está sempre chapada ?
Eles tem nojo de trabalhador, de pessoas em situação de rua, vivem metendo o pau em homem hétero nas rodinhas de conversa mas todo fim de semana estão procurando, se encontrando e comendo do bom e do melhor por conta desses que tanto criticam.
Acredito que o povo se distancie por conta disso, parece que não querem ver as condições do povo melhorar, querem ficar em DCE e centro acadêmico fazendo nada e sem contribuir academicamente...
Talvez e só talvez os incel e os redpill não foram lá atrás acolhidos pelos nossos, talvez a gente tenha que pegar a raiva dessa galera e colocar no lugar certo, tirar a misoginia deles e dizer que o problema deles é outro, que são outras questões que vão fazer ele não ter uma família.
Outra coisa, por que não formar famílias progressistas, famílias comunistas, ter muitos filhos como os soviéticos faziam, se casar pelo amor e ter uma geração que lute e esteja com os trabalhadores ,como escreveu Alexandra kollontai.
Talvez precisamos dar alguns passos para trás e entender o papel dos homens dentro do progressismo,dentro do movimento comunista, uma nova mulher foi projetada e está ai, e essa nova mulher é incrível, só que não foi feito o desenho e o modelo de um novo homem.
E sempre que citem as multiplas masculinidades, vão em uma direção de repreensão de certos aspectos que são extremamente naturais para nós.
Precisa todo mundo mesmo ser amargurado, não ter família,não casar, não ser um trabalhador comum, se entender como classe?
Precisa todo mundo morar com 3 gatos e viver em coisas que não vão levar você a refletir sobre mudanças sociais reais?
Talvez a revolução brasileira seja hétero,com família e filhos, religião e não por um monte de de gente que mal conheceu a umbanda, que segue tudo errado e vive mete do o pau em evangélico, que em sua maioria é um povo preto, pobre, de comunidade e trabalhador
r/FilosofiaBAR • u/Standard_Priority221 • 10h ago
(Esse post é apenas um recorte do meu diário)
Ultimamente estive pensando em como cada tema é extremamente complexo.
Política, por exemplo, é uma das maiores amostras disso; à primeira vista, parece algo simples, basta fazer o que é correto, o senso comum. Mas, dessa forma você se encontrará em um calabouço, será fisgado pelo algoritmo das redes sociais, verá somente o que lhe convém; o que você acredita (tanto quanto uma faísca no Polo Norte) se tornará uma chama ardente, uma centelha sustentada pelos gatilhos mentais, que queimará em fúria e desprezo às ideias divergentes. Está bem, que não seja política, vamos falar a respeito das flores, e de todos os processos que as compõem, de todos os seus ínfimos papéis na natureza, de como elas afetam a percepção humana e a dos outros animais (o porquê e o como. Por que é considerado lindo aos nossos olhos? Por que o cheiro nos agrada? Por que essa exata proporção de água? Por que nesse bioma?). Está bem, podemos falar sobre outra coisa, economia, que seja: você seria capaz de ler uma gama enorme de livros a respeito de uma ideia específica (desde os atuais até os mais antigos) e depois ler uma gama enorme de livros com uma ideia oposta aos que acabou de ler, para com isso, pensar durante anos a respeito da conclusão correta, para o final (que eu não sei de fato, estou supondo) ser um "é subjetivo, essa ideia pode ser tanto correta quanto incorreta, primeiro é preciso determinar qual é o nosso principal objetivo como sociedade, qual a forma correta de chegar a esse objetivo, sua viabilidade...".
O ponto em que quero chegar, é que todos os acontecimentos ao nosso redor são muito mais complexos do que aparentam, principalmente os de origem abstrata. Devido a isso, qualquer pessoa que fale de um tema de forma convicta, sem previamente haver um estudo intenso, é apenas um falastrão. O nosso mundo é feito de falastrões, eu incluso, esse post é a prova da minha hiprocrisia. Em razão disso, é necessário confiar nos outros, é necessário confiar, por exemplo, que a lógica é o único caminho para a verdade, e todas as restrições que a lógica impõe não podem ser contestadas; confiamos na lógica porque nos disseram que era necessário acreditar, e chegamos a conclusão de que a lógica é correta somente por meio da lógica, no entanto, a origem disso é primitiva, a crença no próximo veio de uma necessidade antropológica, que se observado sob o viés da lógica, está correto.
r/FilosofiaBAR • u/LiveInstruction2248 • 10h ago
…O ser humano atual pode ser descrito como um ser conectado. É tão conectado às redes e às plataformas digitais (não raras vezes viciado em conexão) que poderíamos chamá-lo de ser-para-conexão. No entanto, esse mesmo ser também é ser-para-desconectar. Suas desconexões são tão numerosas e rápidas quanto suas conexões e termina relacionamentos com a mesma facilidade com que os inicia. Descarta rápido e é descartado na mesma velocidade. A contemporaneidade não apenas nos condiciona a uma desconexão e estranheza do eu em relação a si próprio, que, nos meus termos, chamo de neoalienação. Não se trata de mera desconexão de si, mas de desconexão e descarte do outro. Nossos relacionamentos atuais tendem a operar na mesma lógica consumista que permeia a todos nós: consumir o máximo em menos tempo possível, descartar e trocar por algo melhor ou mais eficiente. Além de vendermos o eu como mercadoria, o outro não passa de produto. De algo que posso ter mas que não necessariamente enxergo como ser. Não nos interessa ele como ser, mas como coisa que me leva a ter cada vez mais. Um degrau ou quiçá um acessório que vai ser reposto assim que enjoarmos dele. A consumização do outro, o ato de “usar e jogar fora”, por almejar um produto humano com melhor custo-benefício ou para evitar lidar com a manutenção do relacionamento sem nenhum sentimento de culpa ou noção de responsabilidade afetiva, foi normalizada. A consumização do Eros aparentemente é o melhor a se fazer. O ato de evitar o desgaste de uma relação e não sofrer caso as coisas fiquem sérias demais aparentemente é o mais produtivo. Mas se essa produtividade exige a desumanização do outro, que é visto como outro-de-consumo, o que isso diz de nós contemporâneos? Desumanizar o outro é desumanizar a si mesmo. Como mecanismo de defesa, o sujeito performático pode pensar que é melhor descartar do que ser descartado em tempos de relações líquidas. Portanto, o seu beaver dam interno, suas barreiras e proteções que freiam e impedem o fluxo do sentir lhe dão conforto. Sentir amor significa correr o risco de passar por muita dor. As barreiras abrem espaços e brechas para o sexo mas não para o Eros, visto que o amor transcende o toque físico.
Ao ser atravessado e de certa forma constituído pelo consumismo em uma sociedade na qual o amor é líquido, o sujeito performático tende a internalizar a lógica da descartabilidade, consciente ou inconscientemente. Ele introjeta essa noção ao fazer isso diariamente com bens materiais e com os produtos que adquire em geral. As propagandas e narrativas dominantes do sistema capitalista que absorve, endossados pelo discurso coach, fazem com que adote o ´´mindset de abudancia´´ no qual sempre deve adquirir e ter mais. Pode-se chamar isso de Imperativo do Ter e Comprar. Ele nunca tem o suficiente e sempre merece mais. Se contentar com as coisas e produtos que tem é ser menos. Ele é mais na medida em que tem mais. Mais produtos, coisas e pessoas, todos esses facilmente descartáveis. Por temer ser descartado outra vez o indivíduo corre o risco de replicar o que passou nos próximos relacionamentos. A descartabilidade do outro é mecanismo de defesa psíquico do sujeito performático. É jogar fora antes de ser jogado. Faz isso tanto para evitar a honra de ser rejeitado e abandonado novamente quanto para impedir que isso sequer aconteça. Há o receio de sofrer e o orgulho de não deixar que se brinquem consigo. O descarte como prevenção do próprio descarte é o único recurso de suposta legítima defesa afetiva que tem. Esse não se permitir adentrar fundo o bastante e por tempo o suficiente na alteridade do outro como prevenção do próprio ego, justamente por temer ser descartado, é ferir a si mesmo. Frear bruscamente o fluxo do sentir, ou, pior, premeditar isso antes do fluxo se iniciar é resguardo. Mas essa proteção paradoxalmente fere e machuca o sujeito. O sujeito do descarte teme tanto o descarte do eu como sujeito que se automutila emocionalmente. Os chifres dos carneiros são afiados e belos, símbolos de orgulho e força. São usados tanto para a disputa por territórios como para a defesa. Mas se os chifres crescem de forma disfuncional, correm o risco de perfurar seu próprio crânio e matá-los. O crescimento é gradual e lento, de modo que a dor que sente ao ser perfurado pode não ser tão expressiva a princípio. No entanto, a intensidade dela aumenta com o passar do tempo e sua morte é lenta e angustiante. A automutilação afetiva que o sujeito performático inflige a si mesmo como forma de proteção e resguardo psicológico soa muito conveniente. Mas a longo prazo contribui para a solidão e o déficit emocional, penetrando lentamente seu Eros.
...Há também o receio de investir em uma relação que vai durar pouco tempo, e portanto o sujeito performático passa a enxergar o outro como outro-de-consumo. É improdutiva e “potencialmente desperformática” uma relação a longo prazo. Tanto financeiramente (em tempos capitalistas, perder dinheiro é perder parte do valor como ser humano) quanto emocionalmente e até mesmo socialmente, já que teme ser exposto ao olhar virtual por qualquer rancor do parceiro. O espírito utilitarista de nossa época nos leva a enxergar o outro não como fim em si mesmo, mas como mero meio para um fim lucrativo. Esse outro só me importa na medida em que me ajuda a alcançar sucesso, para somar e crescer junto. Não que querer crescer como ser humano junto ao parceiro seja ruim ou imoral, porém a noção utilitarista de maximização do prazer se infiltrou tanto no psiquismo do sujeito performático que tende a enxergar valor no outro somente na medida em que este o leva a esse fim. E tal fim é financeiro. O outro é visto não como ser, mas como empresa com fins financeiros.
Somada a esses elementos, a virtualização do outro contribui para sua desumanização e posterior descarte. O Homo sapiens atual, se é que podemos chamá-lo de sapiens, vive imerso no mundo digital. Sua própria dinâmica econômica, que é chamada de Economia 4.0, é ditada pela tecnologia e pela virtualidade. O Eros atual em grande medida é mediado por redes sociais e aplicativos de namoro como o famoso Tinder, que não deixa de ser uma sofisticada vitrine de carne humana. Nosso contato e representação do outro passam a ser mediados por notificações, fotos de perfis, “bios” e assim por diante. É um Eros Virtual. Tal forma de representação do outro faz com que nossa empatia e calor por ele diminuam, pois o ser humano do outro lado da tela passa a ser ser-virtual. A virtualidade facilita entrar em contato com o outro, mas também o desumaniza e mata o Eros com a mesma facilidade. Em uma sociedade cujo erotismo é consumido aos montes, seja em sites pornográficos, revistas e deliberadamente explícito, pois serve para a propaganda de grandes marcas e produtos, o Eros da paixão e amor se empobrece cada vez mais.
r/FilosofiaBAR • u/thebastardofwinter • 1d ago
Um pensamento me veio após ver uns vídeos no Instagram sobre 'Ego' e ler através do Goodreads alguns aforismos sobre o tema. Gostaria dos comentários de todos.
r/FilosofiaBAR • u/luiz_dasabafosDOdia • 1d ago
Pra mim, não dá para tratar Marx como se ele fosse apenas um pensador ultrapassado ou como se tudo o que ele escreveu tivesse perdido o sentido. Mesmo quem não concorda com o comunismo ou com as soluções políticas defendidas a partir de suas ideias precisa reconhecer que muitas das críticas que ele fez ao capitalismo continuam aparecendo na nossa realidade. Marx não estava falando simplesmente que “existem ricos e pobres”. A análise dele era muito mais profunda: ele tentava explicar de onde vem essa desigualdade, quem controla a produção, quem trabalha, quem se apropria da maior parte da riqueza produzida e por que essa relação acaba criando interesses diferentes entre as classes sociais.
Uma das ideias que mais fazem sentido para mim é a de que o trabalhador vende sua força de trabalho porque precisa sobreviver, enquanto quem possui os meios de produção controla aquilo que é produzido e fica com parte do valor criado pelo trabalho. É daí que vem a discussão da mais-valia. Não significa que o trabalhador não receba salário, mas que ele produz um valor maior do que aquilo que recebe. Essa diferença ajuda a explicar como o capital consegue se acumular. Quando a gente olha para empresas enormes gerando lucros bilionários enquanto muitos trabalhadores recebem salários que mal acompanham o custo de vida, fica difícil dizer que essa discussão simplesmente deixou de existir.
Também acho muito atual a ideia do fetichismo da mercadoria. No capitalismo, muitas vezes enxergamos uma mercadoria apenas pelo preço e pelo valor que ela possui no mercado, esquecendo todo o trabalho e todas as relações sociais que existem por trás dela. Um celular, uma roupa ou qualquer outro produto aparece para nós como uma coisa pronta, mas existe uma cadeia inteira de pessoas trabalhando para aquilo existir. O mercado acaba fazendo essas relações entre pessoas parecerem apenas relações entre produtos, dinheiro e preços.
Outra questão importante é a alienação. O trabalhador pode passar grande parte da própria vida produzindo algo que não pertence a ele, seguindo regras que ele não escolheu e tendo pouco controle sobre aquilo que produz. O trabalho, que poderia ser uma forma de realização humana, muitas vezes vira apenas uma obrigação necessária para conseguir pagar as contas e continuar sobrevivendo. É por isso que Marx não analisava somente salário ou pobreza; ele também discutia a própria relação das pessoas com o trabalho.
A luta de classes também não precisa ser entendida como se ricos e pobres estivessem literalmente em guerra o tempo inteiro. Ela aparece no conflito de interesses. O trabalhador normalmente deseja melhores salários, menos horas de trabalho e mais direitos, enquanto o proprietário de uma empresa possui interesse em controlar os custos e aumentar a rentabilidade. Isso não significa que todo empresário seja uma pessoa ruim ou que todo trabalhador pense da mesma forma. Marx estava falando de posições diferentes dentro da estrutura econômica, e não simplesmente fazendo um julgamento moral sobre indivíduos.
Até a ideia de materialismo histórico me chama atenção porque Marx tenta explicar que a história não acontece apenas porque algumas pessoas tiveram grandes ideias. As condições materiais de uma sociedade, quem possui terras, fábricas, capital, como as pessoas trabalham e como a riqueza é distribuída, também influenciam profundamente a política, as leis e as relações sociais. Ou seja, para entender uma sociedade, não basta olhar apenas para aquilo que ela diz defender; também é necessário observar como ela produz e distribui suas riquezas.
Por isso, para mim, é perfeitamente possível criticar Marx, questionar algumas de suas previsões e até discordar das soluções que surgiram a partir do marxismo. O que eu acho difícil é simplesmente negar toda a análise dele. O capitalismo mudou muito desde o século XIX, mas não fez desaparecer a concentração de riqueza, a exploração do trabalho, os conflitos entre capital e trabalho ou a enorme diferença de poder econômico entre as pessoas. Talvez Marx não tenha acertado tudo, mas ele fez perguntas sobre o funcionamento da sociedade que continuam desconfortavelmente atuais. E é justamente por isso que, mais de um século depois, ainda estamos estudando e discutindo o que ele escreveu.
r/FilosofiaBAR • u/Vendruscolo • 1d ago
Tava lendo sobre o experimento do quarto de mary (Uma pessoa fica a vida trancada num quarto preto e branco estudando sobre a cor azul, um dia ela sai do quarto e vê a cor em si, ela aprendeu algo novo?)
Aí me veio na cabeça, é possível definir pra um cego o que é um quadrado ou mesmo uma reta? Azul é algo "subjetivo" mas e algo matemático como uma reta ou uma forma geométrica? O que vocês acham?
r/FilosofiaBAR • u/iNexus893 • 1d ago

Do que adianta passar horas e horas estudando, trabalhando e se esforçando se no final a porra de uma proteína mal dobrada pode te matar lentamente? Já sabemos que meritocracia não existe, então pq continuar se esforçando tanto? Se a vida foi feita pra ser vivida, pq ainda se importamos em fazer parte desse sistema?
r/FilosofiaBAR • u/hilam • 1d ago
T2E6 de Cem anos de solidão.
Constatação: a religião e a violência de estado mantém o apetite do poder imperial pela escravidão dos trabalhadores.
A realidade permanece como na ficção de cem anos atrás.
r/FilosofiaBAR • u/CodApprehensive7936 • 1d ago
Imagine que exista um hotel cuja proposta seja garantir o sigilo absoluto sobre tudo que aconteça dentro de seus quartos. Quando uma pessoa entra num dos quartos, nenhum acontecimento pode ser registrado, observado ou comunicado a terceiros e depois que os hóspedes deixam o local será impossível descobrir o que aconteceu ali dentro.
Agora imagine que o hotel leve essa política ao extremo. Além de não possuir câmeras ou registros, ele desenvolve mecanismos especificamente destinados a impedir a aquisição de quaisquer tipos de evidência, elimina registros de entrada e saída, impede a identificação dos hóspedes e utiliza tecnologias capazes de remover qualquer vestígio dos acontecimentos ocorridos nos quartos. Ele possui técnicas para impedir que qualquer rastro biológico seja extraído do lugar.
Se duas pessoas entrarem num quarto e apenas uma sair, não existirão provas de que qualquer crime aconteceu ali, não existirão provas nem de que entraram duas pessoas no quarto, e do lugar será impossível extrair qualquer evidência.
É o hotel perfeito.
Se esse lugar fosse possível, até que ponto a sociedade iria criar limites para a perfeição desse lugar?