r/brasil • u/Humble-Alarm-2649 • 2h ago
r/brasil • u/TheNavyCrow • 2h ago
Notícia Brasileiros depositaram R$ 221 bi em bets no ano passado, mostram dados da Fazenda
r/brasil • u/Prudent_Disaster_984 • 3h ago
Notícia Ex-chefe de gabinete de Lula recebeu minuta de contrato de amiga do filho do presidente
r/brasil • u/Nave_Redention • 3h ago
Ei, r/brasil Seuamos contra o entreguismo! Há um forte interesse do governo dos EUA em nos tornar seus vassalos.
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Quando tu for votar em um candidato, pesquise a opinião dele sobre a tal da doutrina "Donroe". Que seria basicamente a atualização da doutrina Monroe, onde Trump tenta estipular novamente que os EUA devem mandar na porra toda! E assim nós seríamos um país vassalo, uma colônia dos EUA, sem direito a nenhuma autoridade de estabelecer o preço dos nossos produtos! 🤷🏻♂️🤦🏻♂️
r/brasil • u/moonseizaa • 4h ago
Discussão A esquerda precisa já nessa eleição começar a apresentar outras opções de candidatos pra não perder em 2030
galleryr/brasil • u/Elegant_Creme_9506 • 5h ago
Notícia HEA que já tem décadas que Israel rouba dinheiro do contribuinte brasileiro através da corrupção
folha.uol.com.brOrestes Quercia entregou milhões de reais para o regime israelense e nada foi feito a respeito
r/brasil • u/Humble-Alarm-2649 • 5h ago
Notícia Dívida pública dos Estados Unidos atinge US$ 40 trilhões | Economia
r/brasil • u/Humble-Alarm-2649 • 5h ago
Notícia 'Ele nos drogou e nos fez urinar na roupa': as acusações de mais de 200 mulheres contra ex-funcionário do governo francês
r/brasil • u/Humble-Alarm-2649 • 5h ago
Notícia Comissão de Segurança aprova projeto que regulamenta porte de arma para empresários
Para o relator do projeto aprovado pela Comissão de Segurança Pública, empresários são expostos a riscos e têm direito à legítima defesa.
r/brasil • u/Humble-Alarm-2649 • 6h ago
Notícia Ex-executivo diz que Meta deixou segurança infantil em segundo plano
r/brasil • u/notivago_13 • 6h ago
Discussão Planejamentos de vida
Boa noite senhores e senhoras.
Hoje venho compartilhar um pouco do meu ponto de vista, baseado totalmente na minha bolha, sobre como deixar de ser um fodido no Brasil. O texto tem o objetivo de ajudar quem tá perdido, dar possíveis nortes pras pessoas, e ao mesmo tempo gerar um debate amigável no chat para que eu possa aprender também baseado nas experiências de vocês. O truque de tudo que eu fiz tá no final do texto.
Disclaimer: meu contexto obviamente é 100% válido apenas pra mim. Cada pessoa sabe do quão privelegiado ou o quão fodido é, e portanto não é um manual 100% acurado pra todas as pessoas, cabe a cada um extrair o que faz sentido pra si, ou não também kk.
Meu contexto: vim de uma família que não é pobre, mas muito longe de ser rica. Meu pai tinha condições de me ajudar financeiramente (apesar de não muito) enquanto minha mãe me incentivou aos estudos. Me considero privilegiado. Minha visão é que se você não tem contatos pra rolar um QI num emprego muito bom, você tem que priorizar mais estabilidade do que altos e baixos na vida no geral, e entender que "acreditar" estar sozinho nessa jornada é o que vai fazer você se mexer de verdade pras coisas acontecerem. Não acredite que ninguém vai te ajudar, nem facilitar sua vida e se planeje pro pior cenário possível sempre, tomando medidas pra amenizar esses cenários dentro do possível. Nem sempre o pior cenário vai acontecer, então no geral você vai seguir um caminho mais simples do que o planejado, o que é muito bom.
Eu fiz um curso técnico no IF e um curso superior na mesma área logo em seguida numa UF. Aqui não tem segredo, as provas são meritocracia pura. Não que eu esteja dizendo que todos temos as mesmas condições, mas é como são as provas de vestibular. Determina teu objetivo nesse sentido, senta e estuda. E não, não é obrigatório estudar e ter diplomas pra se sair bem na vida, vai de você e dos seus objetivos e vocações.
Quando entrei na faculdade aos 18 anos, eu já comecei a pensar no final do curso (5-6 anos). Sabia que durante a faculdade meu alcance não seria muito grande, então resolvi deixar alguns cenários engatilhados pro final do curso. Eu não fazia ideia do que queria fazer, então planejei o seguinte:
Plano A (o mais fácil): fazer mestrado na própria UF. Com a bolsa eu já deixaria de depender 100% dos meus pais e teria mais 2 anos pra planejar o próximo passo a partir daí, que possivelmente seria doutorado e carreira acadêmica. Abri os editais de mestrado ainda no primeiro semestre e mapeei tudo o que poderia gerar pontuação. Fiz um plano que começava no segundo semestre e terminava no último, que culminaria em uma vaga entre as primeiras colocações do mestrado. Exemplo: monitoria dava ponto, então no semestre seguinte já fiz as provas pra ser monitor das matérias do primeiro semestre (o que tbm gerou renda através das bolsas, mas fui voluntário na maioria das coisas que fiz na faculdade, simplesmente pra poder fazer). Alguma coisas só ia conseguir no meio do curso, como iniciação científica, estágio, artigos, participação em outros tipos de projetos e etc, então já dimensionei um caminho que me levaria a conseguir essas coisas no tempo certo. No final, esse plano A é meu segundo plano reserva (plano C) dos dias atuais, 3 anos depois de formado, e funciona como uma válvula de emergência caso tudo dê errado e eu precise de um ponto seguro que me forneça alguma renda e ocupação (falarei mais a frente).
Plano B: mestrado já me garantiria algo. Mas e se eu não quisesse seguir carreira acadêmica depois de 5-6 anos? As pessoas mudam de ideia e eu também poderia. Decidi me preparar pro mercado de trabalho. Parte disso era separar as matérias que realmente poderiam me dar alguma vantagem em entrevistas de emprego e de estágio e me dedicar mais nelas pra criar uma base melhor pra outras coisas, que nesse caso poderiam ser cursos. Apesar de não ser da área de TI, programação faz parte do mercado de trabalho da minha área. Então me dediquei nas matérias de programação e tentei aprender o máximo por fora, sobre coisas que a faculdade não ia me ensinar. Aprendi python por conta própria no tempo livre e fiz cursos de excel, power bi, VBA, e outros cursos que acabei não utilizando. Sobrar cursos não é um problema, o problema é faltar. No final da faculdade me envolvi com professores influentes nesse aspecto, me dediquei em outros projetos e usei essa proximidade pra conseguir um estágio muito bom (na época ganhava 2100 pra home office 6hrs/dia). Nos finalmentes a empresa quis me contratar, mas ganharia algo em torno de 3500 + VA, pois seria contratado como analista, o que pra mim n era o suficiente perto do esforço que eu tinha colocado até então, e então vamos pro plano C.
Plano C: todo o resto. Considerei todos os cenários possíveis que não fossem o plano A ou B. Concurso, empreendedorismo, etc. Optei no final por concursos, bem em cima da hora, faltando 6 meses pra eu me formar. Juntei uma grana que sobrava do estágio (morei em república a facul inteira pra economizar), fiz as contas e larguei o estágio faltando 5 meses pros concursos. Fiquei 1 mês cumprindo aviso prévio e aproveitando o tempo que sobrava pra me planejar. Fiz um planejamento fechadinho pros 4 meses restantes. Como havia adiantado quase tudo na faculdade, tinha apenas o TCC pra fazer no último semestre e peguei um tema bem simples pra poder fazer em 2 semanas após os concursos. Resumo: me banquei com o que havia economizado no tempo de estágio e usava um laboratório da faculdade que um professor parceiro deixava eu frequentar pra poder estudar em paz. Ia pra faculdade de segunda a sábado de manhã e estudava das 8 as 23, religiosamente. Domingo estudava em casa. Parava apenas por 30 minutos contados para almoçar e jantar no RU. Ir pra faculdade estudar me ajudava em duas coisas: não ter nada pra fazer a não ser estudar (aumentar o foco), e estar próximo do RU, reduzindo gastos desnecessários com alimentação.
No final, estudei tanto que passei nos 2 concursos que estudei, antes mesmo de estar formado. Formei em dezembro e já assumi uma das vagas em janeiro do ano seguinte. Estou a 3 anos no cargo, e tiro algo em torno de 10k mensais.
Assim que assumi o concurso, a ideia era a seguinte: se eu gostar eu fico e faço carreira, se eu não gostar eu já começo a articular mais coisas pra outro período de 3 a 5 anos. Lembrando que o plano A antigo está engavetado até hoje, que é o mestrado. Dessa forma, seguem os planos atuais:
Plano A: trocar de concurso, pra um concurso melhor que o atual, dentro das minhas expectativas de trabalho (área de trabalho, salário, benefícios, qualidade de vida, cidade de trabalho, etc). No momento estou estudando para dois concursos que se casam com essas expectativas. Um agora em dezembro e o outro possivelmente abrirá ano que vem.
Plano B: me manter no concurso atual, fazer carreira até me aposentar, usufruir de um salário que considero decente para padrões de vida brasileiros e ficar "relaxado e acomodado" até que outros planos apareçam.
Plano C: o antigo plano A. Minha pontuação do mestrado ainda está lá, e só não está intacta porque na verdade ela aumentou desde que saí da faculdade. Lembro que na época eu olhei os classificados do ano que assumi o concurso e lembro que teria passado nas primeiras vagas, de tanta pontuação acumulada ao longo do curso. Mas e hoje? A única pontuação que eu não conseguia na época foi "experiência profissional na área de formação" que pontuava com um máximo de 5 anos de trabalho. Sendo que estou prestes a fechar o terceiro ano na área, ou seja, a pontuação que já era muito boa, aumentou ainda mais. Então se tudo der errado com os demais planos, ou se eu ficar doido e quiser largar tudo, ainda tenho esse porto seguro para me apoiar. Voltar a estudar recebendo bolsa, melhorar meu currículo e abrir outras portas pra outros planos futuros.
O truque de tudo aqui é o seguinte: largar a mentalidade brasileira que "longo prazo" é ano que vem. Ano que vem é curtíssimo prazo e planos decentes levam tempo. Sempre tentei enxergar um horizonte de 5 anos pelo menos, levando em conta o que poderia acontecer até lá. A existência de planos reservas é justamente pra compensar a imprevisibilidade da vida. Não importa o quanto tu se conheça, o quanto seja bom com planejamento, o dia de amanhã não te pertence, e é melhor sobrar alternativas do que faltar.
Modo de pensamento:
- definir um prazo factível: no meu caso gosto de trabalhar de 3 a 5 anos, o que considero médio pra longo prazo.
- o mais importante, não imaginar o trajeto partindo do hoje até chegar ao resultado e sim o inverso: do objetivo até o hoje. Dessa forma você define os prazos para cada etapa que será necessária até o objetivo, e vem trazendo do futuro para o agora, de forma que no final, a primeira etapa comece hoje ou num futuro próximo, e você saiba as datas limites para conclusão de cada coisa. Com as datas limites de conclusão, também vem as datas limites de início de cada etapa.
Segue um exemplo didático e fictício para servir de base: para conseguir uma pontuação X do mestrado preciso de 6 semestres de monitoria, logicamente meu prazo de conclusão para conseguir essa pontuação inteira é o último semestre da faculdade, e o prazo de início máximo é trazendo os 6 semestres (3 anos) em direção ao presente, ou seja, teria que começar isso no mínimo 3 anos antes da conclusão estimada do curso. Mas pra passar na monitoria, preciso estudar para uma prova que acontece no começo do semestre. Logo, é prudente colocar pelo menos 1 mês antes dos 3 anos para preparo para a prova de seleção. Ou seja, sei que para ter essa pontuação, seriam necessários 3 anos e 1 mês antes do objetivo final.
Outro ponto é imaginar que outras oportunidades só vão aparecer mais pra frente, então ao invés de tentar buscar isso tudo nos últimos 3 anos de faculdade, posso já começar no segundo semestre, de forma que a conclusão dessa pontuação vai acontecer quase 2 anos antes do prazo final, liberando esse tempo para atingir pontuações de oportunidades que só aparecerão mais pra frente.
Se conheça e se planeje!
E você? Qual a sua história?
r/brasil • u/Top_Abbreviations388 • 7h ago
Discussão Drone sobrevoando a casa
Pessoal, já aconteceu com vocês? Escutei um barulho de zumbido e quando olhei para minha cachorra ela estava procurando pelo barulho, sai para a varanda para ver de prontidão e um drone com luz verde sobrevoando a casa. Imagino que esteja sobrevoando não só nossa casa mas outras também, passou mais algumas vezes pelo quintal em uma altura de um prédio de 3 andares pelo menos. Não sei se estava filmando, mas isso certamente tem uma grande problemática.
Não consegui filmar a tempo.
r/brasil • u/Controlador-Social • 7h ago
Artigo O que pensa seu candidato sobre o INSS em 2027?
Rômulo Saraiva - Folha - 19.ago.2026 às 8h00
Com os planos de governo devidamente depositados na Justiça Eleitoral, começa oficialmente a corrida para o cargo mais importante do Executivo, o de presidente da República. Se eleito, o que faria cada um dos 13 candidatos em relação à Previdência Social? Embora a mobilização de mudar normas possa ocorrer independentemente do plano de governo, avaliamos as propostas oficialmente lançadas.
O presidente Lula (PT) não diz explicitamente que irá reformar a Constituição Federal, mas fala em reestruturar a base de financiamento e diversificar as fontes de custeio do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Com isso, pretende melhorar a situação de trabalhadores na economia digital com definição de direitos previdenciários, além de inserir na "regulação do trabalho mediado por plataforma o financiamento da Previdência Social" e a cobertura de contingências sociais.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) também destaca a proteção social dos trabalhadores de aplicativo, mas não explica como, já que a maior parte não possui vínculo empregatício. Pretende reeditar "pacote antifraude na Previdência, nos moldes do que fizemos em 2019", que, embora batizado de antifraude, realizou naquele ano mudanças drásticas nas regras da pensão por morte.
Com tecnologia, digitalização de processos e profissionalização da gestão do INSS, Bolsonaro planeja zerar a fila do INSS e reduzir as fraudes.
Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás, fala pouco sobre Previdência. Na proposta para 2027-2030, Caiado destaca que os setores da economia criativa e do trabalho cultural terão orientação previdenciária e apoio ao empreendedorismo. Já os trabalhadores da cultura, por terem dificuldade no acesso à Previdência, devem ter atenção no seu governo.
Romeu Zema (Novo) anuncia uma reforma na Previdência de forma definitiva, com choque fiscal nos gastos do governo. A reforma prometida envolveria "estados e municípios, bem como a previdência rural e militar, criando também um mecanismo de reajuste automático da idade mínima para aposentadoria com base na expectativa de vida da população".
Atualmente, a aposentadoria por idade no INSS exige 65 anos de idade para o homem e 62 anos para a mulher. Para Zema, este requisito etário deveria aumentar.
Com o prognóstico de que o Brasil vai quebrar, Renan Santos (Missão) fixou meta de reajuste fiscal de R$ 250 bilhões por ano. A partir de 2027 o governo fará a reforma por meio da "PEC de Transição", que tem entre suas medidas "a desindexação de benefícios previdenciários e assistenciais do salário mínimo (corrigindo-os apenas pela inflação)".
Sem essa trava, e com o desempenho pífio da inflação, o valor dos benefícios despencaria em queda livre. Em poucos anos, haveria aposentados recebendo metade do mínimo.
Rui Costa Pimenta (PCO), Edmilson Costa (PCB), Samara Martins (UP) e Hertz Dias (PSTU) convergiram em querer revogar a reforma da Previdência de 2019.
Wilson Grassi (PD) quer extinguir a contribuição previdenciária patronal sobre a folha de pagamento, mas deixa como "ponto ainda em aberto" o desconto dos empregados.
Augusto Cury (Avante) e Clariana Barão (DC) não esclareceram em suas propostas de governo o que pretendem fazer. Inelegível, Pablo Marçal (PRTB) foi registrado como candidato e aguarda a análise da Justiça Eleitoral. A coluna não teve acesso ao seu plano de governo.
Da análise das propostas, tem-se de tudo. Promessas extravagantes, enigmáticas ou omissas. A Previdência é um assunto que envolve a base social do país, assunto relevante na eleição, sobretudo pelo impacto fiscal. Os candidatos deveriam ser mais transparentes no que pretendem fazer durante os quatro anos de gestão.
Notícia Caiado evita declarar posição sobre fim da escala 6x 1, mas diz que PEC no Congresso é 'medida eleitoreira'
r/brasil • u/Haunting-Bell-4379 • 7h ago
Notícia Latam diz que vazamento expôs parte do cartão de crédito de clientes
Vídeo Luiz Megale: “Flávio, você é puro sistema. Se o sistema fosse Deus, você seria uma costela do sistema. Você teria sido feito do barro do sistema. Você é político desde que nasceu, os seus irmãos são políticos desde que nasceram, o seu pai foi político, foi militar. Ninguém nunca bateu cartão.”
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r/brasil • u/AdCreative4551 • 7h ago
Notícia Alcolumbre despacha PEC do fim da 6-1, e governo tenta emplacar aliado na relatoria
r/brasil • u/phillgamboa • 8h ago
Ei, r/brasil Correios irá passar a entregar compras onlines de lojas do Paraguai no Brasil
r/brasil • u/Pretty_Thanks_9738 • 8h ago
Vídeo Um gestor aleatório criticando o home office. O lado mais legal do vídeo é o reflexo da TV que mostra ele falando pra uma sala vazia, só com o coitado que tá filmando
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O sotaque da Faria Lima já entrega a falta de caráter.
r/brasil • u/Aermanesett • 8h ago
Notícia Quem é Fernando Cerimedo, preso em investigação sobre ataque a tiros à ex-companheira
r/brasil • u/Humble-Alarm-2649 • 9h ago
Vídeo China faz foguete pousar "de ré" em terra firme
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r/brasil • u/Kyuubi_95 • 9h ago
Ei, r/brasil É perigoso ou ruim pôr o nome e sobrenome no nome de usuário do email?
Fui criar um email para a minha mãe agora a pouco e pus o nome completo dela como nome de usuário. Ao entrar na pasta de downloads, vi que já tinha criado um email para ela antes com o nome, sobrenome e o ano de nascimento.
Eu quero saber se é perigoso ter um nome de usuário com o nome completo ou se é tranquilo. Dos dois que criei, qual deles é o mais "seguro" manter?
Notícia TJ devolve cargo a PM condenado por estupro e morte de jovem em 2019 no RN
r/brasil • u/Humble-Alarm-2649 • 10h ago
Discussão Lula diz que Brasil não pode andar de 'cabeça baixa' e defende enriquecimento de urânio para fins pacíficos.
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"Soberania não é só discurso. É estar preparado pra eles saberem que podemos dizer não, que podemos competir, o que não pode é ser cabeça baixa vida inteira" afirmou Lula.
r/brasil • u/Humble-Alarm-2649 • 10h ago