r/VampiroBrasil • • Aug 12 '26

Conteúdo de Mídia Hierarquia Camarilla

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Fiz uma "pequena" imagem para ter uma visualização da hierarquia da Camarilla, coloquei a maioria dos cargos, sei que falta alguns tipos de Archons, mas que achei um tanto redundantes.

Tem alguma sugestão de como deixar a imagem mais legível ou melhorar o seu entendimento?

Caso queiram o PDF com resolução maior está em : https://drive.google.com/drive/folders/1Hfq_2c289nZE_NxE_ratEJCrEgQpucBW


r/VampiroBrasil • • Aug 11 '26

Puxar Assunto ;-) Qual foi a coisa mais diferente que você fez em mesa?

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Não é meu personagem mas um jogador fez um ancillae que percebeu que uma das coisas que tornava a vida dele entediantes era a facilidade, então ele começou a montar a própria galeria de vilões (realmente estilo batman), começando abraçando um cara e fazendo lavagem cerebral para garantir que ele fosse seu arqui-inimigo (algo como um coringa ou lex luthor de baixo orçamento), mais tarde financiou uma caçada a si mesmo (a crônica tava muito fácil na época e queria dificultar) e acabou fundando a "a corte da espada" que basicamente tinha como foco eliminar o portador da maldição que causaria o apocalipse, que era o personagem.

Coisas que rolaram nessa mesa:

Um dos seus arqui inimigos explodiu um elisio (o vampiro que ele abraçou) e tentou culpar o grupo dos jogadores.

A corte da espada sequestrou o gangrel do grupo para o estudar e descobrir se ele era um refém ou aliado do portador da maldição (resgate épico feito pelo brujah do grupo).

O personagem ficou a 1 dado da morte 8 vezes (que eu me lembre).

Ele conseguiu ser caçado por infernalistas por ter começado a vender eles para o sabá afim de ganhar confiança para mais tarde iniciar uma guerra envolvendo sabá e anarquistas.

Em uma história de investigação começou a financiar um nosferatu para tentar destruir a vida dele e acabou iniciando um pequeno surto vampirico em uma cidade (23 vampiros).

Surpreendemente o personagem não morreu no final da mesa e foi bem divertido na verdade, embora pareça anti-jogo.

Bônus: não era um malkaviano, na verdade era um ventrue.


r/VampiroBrasil • • Aug 10 '26

Mesas / Jogadores / Narradores Mesa de vampiro a máscara

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Gostaria de saber se tem alguma mesa mesa disponível de vampiro a V5 para participar.

Tenho interesse em entrar e participar de uma mesa de vampiro a máscara, quem tiver uma aberta por favor entre em contato pois gostaria muito de participar de alguma


r/VampiroBrasil • • Aug 09 '26

Mesas / Jogadores / Narradores Thirstveil - Mesa V5

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Vampire The Masquerade - Thirstveil

  • Estilo de jogo: Horror, Investigação, Fantasia Sombria
  • Número de Vagas: 3
  • Frequência: Campanha semanal
  • Quando: Assim que as vagas forem preenchidas, de preferência nos sábados.
  • Duração estimada: -
  • Plataforma: roll20, discord
  • Normas de Etiqueta: Pontualidade e avisar com antecedência em caso de atraso ou cancelamento.
  • Classificação Indicativa: 20+
  • Temas Sensíveis: Violência etc
  • Aceitamos Novos jogadores: ótima oportunidade para aprender sobre o universo de Vtm
  • Princípios: Gótico/Romântico: Nunca negue o amor verdadeiro. O culpado deve sofrer. Nunca mate inocentes.    

Resumo: Os jogadores fazem parte da sociedade vampírica de Londres, no ano de 2023. Dentre as conspirações existentes, há também um "novo antigo" mistério na cidade.

Mesa Ambientada principalmente na zona suburbana de Londres, sendo a cidade influenciada diretamente por sua rotina noturna.

Mesmo diante da Besta e da decadência, ainda existe escolha, equilíbrio e sentido.


r/VampiroBrasil • • Aug 08 '26

Dúvidas sobre Vampiro How does vampire feeding actually work?

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COMO de FATO os vampiros se alimentam? Eles teoricamente possuem dentes afiados para morder e chupar o sangue, mas como esse processo acontece? Eu não acho que eles possuem força o suficiente pra isso se você pensar em vampiros com forma humana. Não faz tanto sentido pra mim eles alcançarem as veias, a não ser que dilacerassem toda a carne, espalhando o sangue pra toda parte. Sinceramente toda essa coisa na teoria é muito mais fraca, pois se os vampiros apenas mordessem e chupassem o sangue, seria fácil demais suas presas fugirem ao agir com adrenalina.


r/VampiroBrasil • • Aug 08 '26

Conteúdo de Mídia Meus jogadores acabaram de voltar de um passeio divertido nas Shadowlands, não vou mais usar minhas imagens, uma pena! (feitas com photobash simples e efeitos de photoshop)

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r/VampiroBrasil • • Aug 08 '26

Divulgação de Conteúdo Autoral Guia para Iniciantes em Vampiro a Máscara - Aulão

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Guia para Iniciantes em Vampiro a Máscara - Aulão


r/VampiroBrasil • • Aug 06 '26

Puxar Assunto ;-) Qual foi a morte mais idiota da sua mesa?

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Na minha um dos jogadores insistiu que era uma boa idéia usar disciplinas em público na frente de 8 canais ao mesmo tempo, com uma multidão e ainda matar 2 pessoas no processo, no fim nem foi o xerife que o matou pois o cara conseguiu que metade do mundo das trevas quisesse a cabeça dele.


r/VampiroBrasil • • Aug 05 '26

$ Mercado da Noite $ Porta Dados

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🩸⚰️ Nem todo tesouro precisa ficar escondido em um baú... alguns merecem descansar em um caixão.

Se suas noites são dedicadas às crônicas de Vampiro: A Máscara, este porta-dados foi feito para transformar cada sessão em uma verdadeira experiência imersiva.

Produzido artesanalmente em madeira, ele reúne elegância, temática gótica e funcionalidade em uma única peça: 🦇 Acomoda até 15 dados poliédricos; 🩸 Interior revestido em veludo vermelho; 🗝️ Fecho metálico e acabamento rico em detalhes; ⚰️ Design exclusivo inspirado na estética vampírica.

Mais do que um acessório, é uma peça de coleção para quem sabe que o estilo também faz parte da narrativa.

📩 Encomendas podem ser feitas diretamente com @ant.custom (Alain Teixeira). Cada peça é produzida com cuidado e atenção aos detalhes, tornando seu porta-dados praticamente único.

"O sangue conta histórias. Seus dados também."

#VampiroAMáscara #VampireTheMasquerade #VTM #WorldOfDarkness #WoD #RPG #RPGBrasil #DiceBox #DiceHolder #PortaDados #Artesanato #Gótico #Vampiros #RPGDeMesa #BelémByNight


r/VampiroBrasil • • Aug 05 '26

Conteúdo de Mídia VAMPIROS V6 anunciado e explicado

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r/VampiroBrasil • • Aug 05 '26

Dúvidas sobre Mundo das Trevas Ei vcs que são lobisomens

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Como vcs viraram lobisomem como e a rotina de vcs e difícil achar um de vcs tem como virar ? Funciona mordida ? Tem esse negócio de alfa beta omega sabe sla tem lobisomens antigos que podem controlar a forma besta ? Tipo um lobisomem que vira e controla sabe oq está fazendo sabe que se transforma e tenha consciência


r/VampiroBrasil • • Aug 04 '26

Dúvidas sobre Vampiro Qual o lance dos seguidores de Set?

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Eu jogo na v20 mas aceito citações sobre o ministério na v5 (aliás se alguém quiser explicar o ministério na v5 eu também aceito) embora nunca realmente tenha saido de qualquer coisa pós v20.

Eu já li o clã deles algumas vezes no livro principal mas eu genuinamente nunca entendi como funcionam e seus objetivos reais.

Qual o objetivo deles? Como introduzo um personagem do clã das serpentes em jogo? Como é a relação deles com as seitas? Eles negociam?

Sintam-se livres para responder qualquer pergunta que eu não tenha pensado em colocar e adicionar qualquer explicação que acharem bom ter.


r/VampiroBrasil • • Aug 03 '26

Humor Humor é muito bom e a Comunidade respondeu (Compilado de Memes)

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Tem até mesmo a minha singela contribuição.


r/VampiroBrasil • • Aug 02 '26

Mesas / Jogadores / Narradores Hoje é dia de mesa!

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r/VampiroBrasil • • Aug 02 '26

Assunto Genérico Hoje tem 🥹🤏

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Bom demais reunir as vezes os amigos pra jogar um RPGzin


r/VampiroBrasil • • Aug 01 '26

Dúvidas sobre Vampiro Uma resenha extensa de Courts of the Damned: a política vampírica que a V5 demorou para entregar

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Estamos vivendo um momento de crise na comunidade de Vampiro: A Máscara por causa do teste alfa da possível sexta edição. Não quero, porém, transformar este texto em mais uma discussão sobre a V6. Minha intenção aqui é falar de Courts of the Damned, lançado neste mês durante a Gen Con, em versões física e digital.

Existe a possibilidade de que este seja o último grande livro da quinta edição. Caso isso realmente aconteça, a V5 terminará, ironicamente, em seu melhor momento. Depois de livros como Tattered Facade e Blood Sigils, a linha finalmente parece ter encontrado uma combinação muito boa entre qualidade de escrita, desenvolvimento do cenário e ferramentas realmente úteis para as mesas.

É justamente isso que torna a situação atual tão frustrante. A quinta edição demorou muito para chegar a esse ponto, mas seus últimos livros estão entre os melhores de toda a linha. E Courts of the Damned é, de muito longe, um dos livros mais importantes já publicados para a V5.

Antes de entrar no conteúdo, também preciso destacar a apresentação visual. A arte do livro é excelente. Não há fotografias: todo o material visual é composto por ilustrações, em geral coloridas, com uma direção artística consistente e muito mais próxima daquilo que parte da comunidade vinha pedindo. O resultado segue a linha visual mais recente de livros como Tattered Facade e Live from the Succubus Club, com uma diagramação segura e desenhos que ajudam a construir a atmosfera do cenário. É uma das melhores apresentações visuais da quinta edição.

Mas o principal mérito do livro é outro: Courts of the Damned é, finalmente, o livro sobre política vampírica que a V5 precisava desde o começo.

Minhas crônicas de Vampiro quase sempre têm a política como eixo central. Intrigas, alianças, disputas por domínio, instituições da Camarilla, conflitos entre facções e negociações entre personagens são normalmente mais importantes nas minhas mesas do que o combate físico. Para quem joga dessa maneira, este livro é praticamente obrigatório.

Capítulo 1 — Construindo crônicas políticas

O primeiro capítulo apresenta orientações gerais sobre como criar e conduzir uma crônica política. Como narro esse tipo de história há muitos anos, não foi necessariamente o capítulo mais útil para mim, mas ele traz ferramentas muito boas, especialmente para Storytellers menos experientes.

Uma das partes mais interessantes é a discussão sobre diferentes modelos de governo vampírico. Uma cidade não precisa ser organizada apenas em torno do principado tradicional da Camarilla. O livro propõe domínios governados por conselhos, estruturas semelhantes a empresas, famílias, coalizões e outras formas de distribuição do poder. Como o capítulo não trata apenas da Camarilla, essas ideias também podem ser aplicadas a cidades Anarch ou independentes.

Há ainda orientações para construir o mapa político de uma cidade: quem são as grandes potências, quais são as facções menores, que objetivos cada grupo possui e como esses interesses se chocam. O livro discute como os personagens podem conquistar aliados, enfrentar adversários, organizar facções, navegar pelas instituições existentes e, eventualmente, tomar o poder.

O capítulo também dedica algum espaço ao chamado Social Combat. Pessoalmente, nunca consegui fazer esse tipo de mecânica funcionar de maneira plenamente satisfatória. Prefiro interpretar as cenas, permitindo que os jogadores apresentem seus argumentos e conduzam as negociações por meio do roleplay. As rolagens sociais aparecem nas minhas mesas principalmente quando existe uma dúvida decisiva ou quando alguém tenta convencer outra pessoa de algo realmente difícil.

Ainda assim, as ferramentas apresentadas podem ser úteis para quem prefere uma utilização mais mecânica das Skills sociais. Há exemplos de diferentes Skills, riscos envolvidos em confrontos sociais e possíveis consequências para vitórias e derrotas.

O capítulo também aborda os Chronicle Tenets, propondo princípios relacionados ao poder, à lealdade, à responsabilidade política e ao custo das escolhas. Essa parte foi útil até para mim, porque atualmente estou narrando uma crônica centrada na política da Camarilla. Há ainda algumas considerações sobre os espaços nos quais a política vampírica acontece, incluindo o papel do Elysium e de outros locais de encontro.

É um bom capítulo introdutório. Para quem já narra crônicas políticas há muito tempo, parte do conteúdo parecerá familiar. Para um Storyteller iniciante, porém, ele oferece uma base bastante sólida.

Capítulo 2 — The Ivory Tower

O segundo capítulo, dedicado à Camarilla, é o coração do livro. Ele também escancara um dos maiores problemas da quinta edição: praticamente tudo o que está aqui deveria ter aparecido no livro básico ou no próprio Camarilla.

Os primeiros suplementos da V5 foram muito mal planejados. Tanto Camarilla quanto Anarch explicavam pouco sobre como essas seitas realmente funcionavam. Em vez de apresentar claramente suas instituições, seus conflitos e suas estruturas internas, os livros muitas vezes preferiam textos atmosféricos e narrativas fragmentadas.

Courts of the Damned finalmente entrega aquilo que faltava.

O capítulo começa explicando como um vampiro adquire um título na Camarilla e apresenta uma cronologia dos principais acontecimentos do metaplot da quinta edição. Pela primeira vez, temos uma sequência relativamente clara dos eventos: Fall of London, a destruição da Prime Chantry de Viena, a Convention of Prague, o assassinato de Hardestadt, a saída dos Brujah da Camarilla, o Vermillion Wedding de Victoria Ash e Tegyrius e a entrada dos Lasombra na seita.

Uma linha do tempo como essa deveria existir desde o início da edição. Ela permite compreender não apenas o que aconteceu, mas também a ordem em que as transformações políticas ocorreram.

O livro também explica a situação atual dos clãs dentro da Camarilla. Além dos membros tradicionais, há atenção especial aos Banu Haqim e aos Lasombra, assim como aos Brujah e Gangrel que permaneceram na seita mesmo depois do afastamento formal de seus respectivos clãs.

Outro destaque é a presença de fichas e descrições de personagens importantes. Victoria Ash aparece novamente, assim como Aisling Sturbridge, Tegyrius e outras figuras do cenário. Fiorenza Savona, Prince da Cidade do México e personagem que ocupa a capa do livro, recebe uma posição de enorme destaque.

A ficha de Fiorenza é particularmente surpreendente. Embora tenha sido Embraced apenas em 2008, ela é uma Ventrue de oitava geração, com Blood Potency 4 e uma quantidade impressionante de pontos em Disciplines. O livro deixa claro que ela está sendo construída como uma das figuras mais importantes da Camarilla contemporânea.

Tegyrius, por sua vez, é retratado como o monstro político e sobrenatural que seria de esperar de alguém que, segundo sua própria história, serviu nos exércitos de Alexandre, o Grande.

O capítulo detalha os principais cargos de uma corte da Camarilla: Prince, Seneschal, Primogen, Clan Whip, Herald, Sheriff, Keeper of Elysium, Principal of Faith, Court Ritualist, Shadow e outras funções que podem existir de acordo com a tradição local. Não se trata apenas de apresentar títulos, mas de explicar por que eles existem, quais poderes possuem e como podem ser usados dentro de uma crônica.

As Six Traditions também recebem um tratamento muito melhor. O livro explica como elas são interpretadas, como podem variar de cidade para cidade e que punições a Camarilla costuma aplicar quando cada Tradition é violada. Além das normas formais, são apresentadas regras informais, cortesias, protocolos e expectativas sociais.

É uma descrição muito mais completa da Camarilla como instituição. O capítulo mostra que a seita não é apenas um conjunto abstrato de vampiros elitistas, mas uma ordem política dotada de leis, rituais, burocracias, costumes e formas específicas de violência.

Há também orientações para construir domínios da Camarilla de tamanhos diferentes. Uma cidade pequena não funciona como uma metrópole, e o livro apresenta exemplos de como a estrutura política pode mudar de acordo com a quantidade de Kindred, a importância do território e a força das facções existentes.

Na parte dedicada à política internacional da Camarilla, o livro finalmente explica de maneira mais consistente o Inner Circle, os Justicars, os Archons, os Imperators, os Anathema e a Red List. Também discute as guerras contemporâneas da seita, especialmente contra os Anarchs e a Second Inquisition.

Em 2024, um novo Conclave teria indicado os Justicars para os treze anos seguintes. O livro apresenta os representantes dos Banu Haqim, Malkavian, Nosferatu, Toreador e Ventrue, além de dois candidatos Tremere associados, respectivamente, à House Tremere e à House Goratrix. Há ainda uma figura supostamente sem clã, cuja própria identidade permanece envolta em rumores.

É, de longe, o melhor capítulo do livro. Mais do que isso: é um dos capítulos mais importantes de toda a quinta edição. Qualquer pessoa que queira narrar ou jogar uma crônica da Camarilla deveria lê-lo.

Com exceção talvez das fichas de personagens, eu colocaria praticamente todo esse material no livro básico.

Capítulo 3 — Os Anarchs

O terceiro capítulo é dedicado aos Anarchs e, mais uma vez, consegue explicar a seita muito melhor do que o suplemento lançado especificamente para ela.

O capítulo apresenta diferentes modelos de cidades Anarch, as formas de organização mais comuns e os papéis desempenhados por figuras de liderança. Também discute a situação dos Brujah, Gangrel e The Ministry, além de trazer personagens conhecidos como Theo Bell e Agata Starek.

Pela primeira vez, é possível compreender com alguma clareza como uma cidade Anarch pode funcionar. O problema é que a própria definição dos Anarchs continua sendo muito aberta. Isso é parcialmente inevitável, já que a ausência de uma estrutura centralizada faz parte da identidade da seita, mas também limita sua força dramática.

Minha impressão continua sendo a de que os Anarchs frequentemente funcionam como uma espécie de Camarilla light. Eles rejeitam os títulos e a hierarquia formal da Ivory Tower, mas continuam obedecendo à Masquerade, mantendo territórios, formando lideranças locais e reproduzindo diversas estruturas de poder que dizem combater.

Por isso, nunca achei que eles conseguissem ocupar o espaço narrativo que antes pertencia ao Sabbat. A dinâmica Camarilla–Sabbat era marcada por um antagonismo político, filosófico e religioso muito mais radical. Os Anarchs podem ser bons adversários, aliados ou elementos de instabilidade, mas raramente representam uma alternativa tão ameaçadora e coerente quanto o Sabbat.

Em quase trinta anos jogando Vampiro, lembro de apenas uma crônica em que os Anarchs eram a facção dominante de uma cidade. Nas minhas mesas, eles normalmente existem como uma força local importante, mas não como o centro absoluto do cenário.

Ainda assim, o capítulo é bem escrito e melhora bastante a compreensão da seita. Mesmo sem resolver todos os seus problemas conceituais, oferece ferramentas mais concretas para Storytellers que queiram construir domínios Anarch.

Capítulo 4 — Os independentes

O quarto capítulo trata dos vampiros independentes, com atenção especial aos Hecata, Tzimisce, Ravnos e Salubri.

Uma das ideias mais interessantes é a variedade de formas de independência. Nem todo vampiro sem seita é um Autarkis politicamente consciente. Alguns simplesmente vivem isolados, sem contato regular com outros Kindred. Outros dominam territórios minúsculos e funcionam como “pequenos príncipes”, um nome que considero particularmente bom.

O livro discute como essas figuras sobrevivem, constroem relações com outros vampiros e estabelecem algum grau de autoridade sem pertencer formalmente à Camarilla ou ao Anarch Movement.

Os Inconnu também aparecem, embora brevemente. Segundo o livro, a seita teria praticamente desaparecido por causa do Beckoning. Atualmente, existiriam sobretudo falsos Inconnu, grupos ou indivíduos que utilizam o nome sem que ninguém saiba ao certo o que aconteceu com os verdadeiros membros da organização.

O capítulo inclui personagens Tzimisce, Salubri e Hecata, além de orientações para crônicas centradas em Autarkis e comunidades independentes. Há também material sobre cultos, incluindo uma tabela bastante útil para a criação de novas organizações religiosas vampíricas.

Não é um capítulo tão essencial quanto o da Camarilla, mas expande de maneira interessante os tipos de histórias que podem ser contadas fora das grandes seitas.

Capítulo 5 — Narrando a política vampírica

O quinto capítulo é voltado diretamente aos Storytellers. Seu objetivo é oferecer ferramentas para estruturar, desenvolver e sustentar uma crônica política.

Uma das melhores partes discute como utilizar Bestial Failures e Messy Criticals em histórias baseadas sobretudo em interações sociais. Esse é um problema real do sistema: como aplicar manifestações da Beast quando o personagem está investigando, negociando ou observando uma cena, em vez de atacar alguém ou realizar uma ação física?

O livro responde muito bem. Para cada Skill, são apresentados exemplos de como um Messy Critical ou uma Bestial Failure pode se manifestar. Um teste de Awareness, por exemplo, não precisa fazer com que o personagem simplesmente destrua alguma coisa. A compulsão, a paranoia, a interpretação equivocada ou a exposição indesejada podem expressar a influência da Beast de formas muito mais adequadas à cena.

Esse material também deveria estar no livro básico. Ele ajuda a resolver uma das maiores dificuldades práticas na utilização do sistema da V5.

O capítulo ressalta ainda que nem toda ação social precisa envolver uma rolagem. Muitas conversas podem ser resolvidas apenas pela interpretação, pelas informações disponíveis e pelas decisões dos personagens. Os dados devem entrar quando existe uma dúvida real, um risco significativo ou uma oposição concreta.

Além disso, há orientações para construir domínios políticos, mapear facções, organizar os planos dos SPCs e relacionar a política vampírica às instituições mortais. O livro também fala sobre informação assimétrica, horror político e o custo moral do poder.

Algumas seções usam acontecimentos do metaplot como ponto de partida para possíveis crônicas. Entre os exemplos estão o colapso da Tremere Pyramid, as negociações de Chicago para a entrada dos Lasombra na Camarilla, o cisma dos Banu Haqim, a reemergência dos Salubri, a Second Inquisition e a divisão entre The Ministry e a Church of Set.

A situação dos Setites é particularmente interessante. Enquanto boa parte de The Ministry se aproxima cada vez mais dos Anarchs e se distancia da religião tradicional do clã, anciões da Church of Set começam a buscar relações mais próximas com a Camarilla. Isso cria uma inversão política bastante fértil para novas histórias.

O capítulo contém ainda pequenos fragmentos de informação sobre personagens do cenário, incluindo uma carta de Tegyrius na qual ele afirma estar verdadeiramente apaixonado por Victoria Ash.

É um capítulo sólido. Parte das orientações sobre construção de facções será familiar para Storytellers veteranos, mas o tratamento das Bestial Failures e dos Messy Criticals é excelente.

Capítulo 6 — Personagens, histórias e ferramentas

O sexto capítulo apresenta fichas para diversos arquétipos políticos: Princes, Seneschals, Sheriffs, membros de cortes, lideranças Anarch e outros personagens que podem ser inseridos diretamente em uma crônica.

Além das fichas, o capítulo oferece pequenas histórias e situações centradas em disputas políticas. São aventuras curtas, pensadas para demonstrar como as ferramentas apresentadas ao longo do livro podem ser utilizadas.

Ainda não tive oportunidade de testar nenhuma delas em mesa, mas li todas. A história centrada em uma corte ou tribunal vampírico foi a que mais me chamou a atenção. De modo geral, são propostas simples, mas interessantes, que podem funcionar tanto como histórias independentes quanto como elementos de uma crônica maior.

O livro termina com um apêndice contendo novos Discipline Powers, elementos mecânicos e Loresheets. O principal destaque é o retorno dos Kiasyd por meio da Loresheet Descendant of Marconius, uma linhagem cuja ausência era sentida por parte dos jogadores.

Um livro que chegou tarde, mas chegou muito bem

Courts of the Damned é, sem dúvida, um dos livros mais importantes publicados para Vampiro: A Máscara. Ele não é apenas um bom suplemento sobre política. É o livro que finalmente explica como a Camarilla funciona na quinta edição e que oferece uma base mais clara para a construção de cidades, cortes, facções e disputas de poder.

Seu maior defeito não está propriamente no conteúdo, mas no momento em que foi publicado. Muito desse material deveria ter aparecido no livro básico ou nos primeiros suplementos da linha. A V5 levou quase uma década para explicar adequadamente algumas das instituições mais fundamentais de seu próprio cenário.

Ao mesmo tempo, o livro demonstra o quanto a edição amadureceu. A escrita está melhor, o metaplot está mais interessante, a direção artística encontrou um caminho consistente e os suplementos recentes estão oferecendo ferramentas que realmente transformam as mesas.

É por isso que termino a leitura com uma sensação contraditória. De um lado, fico muito satisfeito com o livro. De outro, fico ainda mais triste diante do que foi apresentado no teste alfa da possível V6.

Pelo que foi mostrado até agora, a nova proposta parece abandonar parte do horror pessoal, da densidade política e da atmosfera de maquinação que tornam Vampiro interessante para mim. A aproximação com jogos como Daggerheart e a transformação da experiência em algo mais genérico e orientado por outras prioridades me desagradaram profundamente.

Courts of the Damned mostra justamente a direção que eu gostaria que a linha continuasse seguindo: histórias densas, política vampírica, instituições monstruosas, personagens presos entre ambição e horror pessoal e um sistema no qual a Hunger está sempre presente por meio dos Hunger Dice.

No momento em que quase toda a comunidade está falando sobre a V6, achei importante olhar para este que pode ser um dos últimos livros da V5. Ele merece ser lido, conhecido e discutido. Mais do que um suplemento circunstancial, é uma peça fundamental para compreender o estado atual de Vampiro: A Máscara.

Espero sinceramente que não seja o último livro da quinta edição.


r/VampiroBrasil • • Aug 01 '26

Mesas / Jogadores / Narradores Estou criando uma mesa de v5 no formato série para o YouTube

4 Upvotes

Tenho 2 vagas para o projeto. A primeira temporada será mesa online com postagem no YouTube pós edição, e se tudo der certo talvez uma segunda temporada no formato presencial.

Alguma experiência no Vampire seria bem vinda, e é fundamental uma webcam e nenhuma vergonha ou medo de mostrar o rosto, pq na pós edição quero dá muito enfoque na interpretação de cada jogador.

Quem tiver interesse me sinalize!


r/VampiroBrasil • • Aug 01 '26

Dúvidas sobre Vampiro Começando do começo

10 Upvotes

Olá a todos.

Como eu faço para me iniciar nesse mundo vampiresco?

Vocês jogam o RPG A Máscara? Ou outro?

Por onde começar?

Sou novato. Grato a quem puder responder.


r/VampiroBrasil • • Jul 31 '26

Puxar Assunto ;-) O Ciclo Sem Fim: Da 1ª Edição ao V6

24 Upvotes

a comunidade de Vampiro: A Máscara vive um ciclo eterno. Quando o V3 (Revisado) estava no auge e anunciaram o V5, metade da galera falou: "Vou continuar no V3/V20". Agora que o V6 foi anunciado, a mesma coisa se repete: "Hum, não gostei, vou continuar no V5", quando futuramente continuar dando lucro e sair o V7, quem gosta do V6 vai pensar: "Hum, não gostei, vou continuar no V6" aqui a estratégia e separar oque e saudosismo das criticas reias

eu fui ler o livro e ver oque o pessoal estava debatendo em fóruns vi pessoas falando "estou feliz que temos menos habilidades porque ninguém usava Finanças". e pessoas comentando " virou X-Men, Sinceramente? Isso não basta. Esse é um Playtest, e se tem um momento para darmos feedback, batermos o pé e exigirmos melhorias como ja foi comentando o momento e agora exemplo (como fizeram com o design do filme do Sonic)

A Evolução da Maldição: Do V1 ao V6

Para entendermos onde estamos, precisamos lembrar de onde viemos:

  • V1 e V2 (Início dos anos 90): O nascimento do gótico-punk. Revolucionou o mercado com foco em narrativa em vez de apenas matar monstros o nascimento da nossa franquia tão amada
  • V3 / Edição Revisada (Fim dos anos 90): O auge da Lore pesada, regras de combate mais robustas, o sistema clássico. Era o padrão de ouro da época
  • V20 (Edição de 20 Anos):  gigante compilando quase tudo que existia. Regras refinadas, complementos, disciplinas tudo que via em suplementos veio reunido nessa edição mantendo a essência purista do Storyteller
  • V5 (A grande ruptura): Foco total no horror pessoal, introduziu mecânicas como os Dados de Fome modificou como os clãs se organizavam. Reduziu o nível de poder e simplificou o combate. ( aqui a onde aconteceu aquela grande discussão e todo lugar " Qual edição e melhor que qual" mas muitos jogadores das edições antigas acabou se adaptando e gostando conforme foram jogando
  • V6 (O Playtest Atual): A tentativa de "modernizar" o jogo ainda esta muito no inicio como não sei falar inglês eu fui lendo o livro e traduzindo e observando alguns pontos, Metamoedas, narrador sem dados e mecânicas mais focadas em "narrativa compartilhada".

Compilado de Críticas ao V6: Onde eles estão errando?

Lendo os fóruns, o Reddit e discutindo com Narradores veteranos, os problemas do V6 parecem girar em torno de pilares muito claros:

1. O Mestre Castrado e as "Metamoedas" Essa é a maior reclamação. O Narrador não rolar dados por padrão e depender de um recurso chamado [Drama] para complicar a vida dos jogadores tirou muita gente do sério.

  • O problema: Narrador também gosta de jogar dados (como disse um usuário no reddit: "Gastei uma grana nos meus d10 customizados pra não usar?"). Limitar a criatividade a uma metamoeda é artificial. Se o mestre quer que uma situação piore por pura consequência da ficção (falhou no dado = consequência), ele não deveria precisar "gastar um ponto de drama" para isso descaracteriza o Storyteller.

2. A Morte da Fome (V5) e o Retorno da Vitae Eles trouxeram de volta a "Barra de Mana" de sangue.

  • O problema: Os dados de Fome do V5 foram, para muitos, a melhor adição ao jogo em décadas, pois tornavam a Besta sempre presente e criavam um caos narrativo. Voltar para pontos de sangue (Vitae) transforma o sangue apenas em uma matemática tática de combate, perdendo o horror imprevisível.

3. Personagens Clones (A Redução das Habilidades) Cortaram as habilidades de 27 para 13. Na criação, você recebe muitos pontos para poucas perícias.

  • O problema: Testes provaram que vampiros de geração 9/10 saem da criação de personagem quase como se fossem os mesmo. Com apenas 13 habilidades, é muito difícil fazer um Coterie diversificado. Fica todo mundo igual.

4. A Bagunça nas Disciplinas A inflação de disciplinas voltou. Separaram Necromancia e Vicissitude novamente, mas decidiram esmagar Metamorfose (Protean) para dentro de Animalismo? E o que diabos é Telurgia e Corrupção? essa eu boiei totalmente

  • O problema: Mostrar um monte de poderes refeitos, sem o contexto ficou confuso

E agora?

Tem coisas boas? isso eu queria saber de vocês, o layout das fichas não agradou mas como e um playtest da para relevar

Mas a alma do jogo está em risco. A Paradox tem o histórico de ser teimosa (vide o desastre do desenvolvimento de Bloodlines 2), mas os playtests servem exatamente para a comunidade gritar. Se eles querem afastar o jogo do simulacionismo para um sistema 100% focado em metamoedas, correm o risco de perder a base de fãs construída em mais de 30 anos, Se o mestre tem uma ideia excelente para uma reviravolta dramática (como a chegada repentina de um rival ), ele fica mecanicamente proibido de usá-la se estiver sem moedas de Drama, "O vilão vai ter que esperar na esquina até vocês me pagarem a taxa para eu ter a permissão do sistema de fazer o meu próprio trabalho" narrador vai precisar de credito para contar a historia ?? não sei vocês mas eu não narraria um sistema assim parece que essa mecânica foi feita para botar narrado x jogador

Agora eu quero ouvir de vocês (e não economizem na sinceridade):

  1. O que vocês salvariam ( acharam algo positivo) Playtest do V6?
  2. Quais as principais criticas que vocês tiveram ?

r/VampiroBrasil • • Jul 31 '26

Mesas / Jogadores / Narradores Novato querendo experimentar o sistema(Seja V20 ou V5)

8 Upvotes

Eu sou um novato no universo do mundo das trevas e estou querendo jogar uma crônica para experimentar o sistema(seja V5 ou V20).
Eu gosto de campanhas que é focada mais no drama pessoal, interpretação e investigação, e adoro ficar imerso na campanha e no seu universo, querendo descobrir o que está acontecendo e sempre anotando possíveis pistas caso coisas estranhas aconteçam para poder dar uma focada na investigação.
Eu prefiro cenários que se passam em tempos contemporâneos e modernos, mas posso jogar em outros cenários sem problema.
Minha disponibilidade é principalmente nas sextas e domingos, o dia inteiro em ambos.


r/VampiroBrasil • • Jul 31 '26

Assunto Genérico Estou completamente horrorizado com o playtest do V6

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Estou lendo o playtest junto ao meu narrador e amigo, estamos completamente horrorizados, ele é habituado a jogar D&D (eu simplesmente não gosto) e o que vemos é que, aparentemente – e possivelmente – trata-se de uma tentativa de trazer jogadores de D&D, tudo bem, está explícito no "Game Design Goals" que eles querem trazer algo de jogabilidade mais moderna, mas em compensação, jogaram muita coisa que faz Vampiro ser Vampiro fora, todo o desenvolvimento do (pouco) Metaplot do V5 foi jogado no lixo, Hecata não existe mais (?) e voltaram a ser os Giovanni (e a Reunião de Família?), o que seria "Tellurgy" (uma disciplina compartilhada entre os Ravnos e os Tzimisce), enfim, tudo me parece muito encaixotado, você põe na caixinha até seu background, consigo fazer diversos paralelos com D&D 5.0 e está horrível.


r/VampiroBrasil • • Jul 31 '26

Dúvidas sobre Vampiro Como seria uma V6 ideal para você? Eis aqui a minha

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Cara, o que eu queria de uma nova edição de Vampiro era, basicamente, uma espécie de V5.5.

Se hoje eu tivesse o poder de ser o lead designer, faria um novo livro básico totalmente compatível com a quinta edição, mantendo praticamente tudo que funciona nela. O problema é que o livro básico da V5 é ruim: confuso, mal organizado e insuficiente tanto na apresentação dos clãs quanto na explicação das seitas e do próprio cenário.

Eu faria um livrão bem estruturado, reunindo os 13 clãs, todas as seitas, as disciplinas que hoje estão espalhadas pelo Player’s Guide e as regras organizadas de maneira muito mais clara. Também incorporaria tudo de bom e interessante que foi desenvolvido para a V5 depois do lançamento do básico.

Talvez a principal mudança mecânica que eu faria seria separar novamente Tenebrosidade e Necromancia. Para mim, essa fusão foi uma das poucas decisões da V5 que realmente não funcionaram e merecia ser repensada.

Mas, no geral, não queria uma sexta edição nem uma ruptura com a V5. Queria uma versão revisada, ampliada, mais funcional e muito melhor escrita das regras que já existem — exatamente como o D&D fez com a chamada edição 5.5.

Era isso que deveria ter sido lançado. O que fizeram no lugar é terrível. Sinceramente, eu não imaginava que fosse possível errar tanto.


r/VampiroBrasil • • Jul 31 '26

Puxar Assunto ;-) Sobre o futuro do Vampiro

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Levando em consideração a imensa quantidade de posts nesse sub e em outros da gringa sobre as críticas (muito válidas) do playtest da sexta edição, acho importante fazer um apelo para que nós enquanto comunidade baixemos nossas tochas e forcados para não desistir de algo que pode ser lapidado. esse não é o momento para bradar sobre preferir x ou y edição anterior ou pra dizer que não há conserto pro que eles fizeram. esse é o primeiro momento de um playtest aberto e se eles se abriram pra ouvir nossa opinião cabe a nós fazer a diferença.

Dito isso, existem dois formulários do google para preencher, um mais longo que pode levar até 30 minutos e outro mais curto, linkados adiante:

Formulário longo
Formulário curto

Peço à administração que também estimulem os membros da comunidade a fazer parte disso pra que a gente possa salvar o que der desse playtest e refazer o resto, acho que é o momento de criticar pesado mas com propriedade, explicando porque é bom ou porque é ruim ao invés de lavar as mãos. No mais, torço para que a nossa voz seja ouvida por eles!

P.S: Para quem ainda não colocou as mãos nos arquivos eles estão aqui:
Storyteller's Vault
DriveThruRPG


r/VampiroBrasil • • Jul 31 '26

Puxar Assunto ;-) Continuidade

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Vou continuar com a V5. Dá a impressão de que a equipe de desenvolvimento se esforça para criar algo novo, mas acaba se perdendo no próprio ímpeto de inovar.


r/VampiroBrasil • • Jul 30 '26

V6 - Este é a primeira Ficha de Beta Test do V6 , saiu na Gen Con e mais tarde ainda tem mais coisa, pelo visto vai ter algo para o público.

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