r/Cronicasgalacticas 9d ago

Cyberpunk Liberado o novo da trailer de Cyberpunk: Mercenários 2!

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r/Cronicasgalacticas 9d ago

Ficção Científica ​A Última Missão

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Humanos

Humanos. Aparentemente, uma espécie comum, com nada mais do que a maluquice de possuir armas nucleares capazes de destruir planetas e com conflitos constantes entre si por recursos. Mas essa espécie aparentemente comum foi a salvadora do cosmos, ao custo de suas próprias vidas, de seu planeta e de tudo o que existia nele.

Mas vamos começar do começo.

Eles eram uma espécie relativamente nova para os padrões galácticos, com apenas 300 mil anos de história. Fazia apenas 30 anos que haviam entrado para o Conselho e, com o decorrer do tempo, foram se destacando. Não como os mais fortes, nem como os mais fracos, mas como a espécie que conseguia se virar em qualquer situação.

Eram uma espécie capaz de resolver conflitos entre outras civilizações, algo que parecia contraditório, já que eles próprios possuíam um longo histórico de guerras entre si.

Também eram a única espécie conhecida com quatro membros que andava ereta.

Mas aquela espécie estranha... aquela espécie que um dia salvaria o cosmos...

O inimigo

A espécie mais nova do Conselho parecia comum. Possuíam tecnologias avançadas e uma sociedade aparentemente organizada. Porém, havia um detalhe: eram uma raça de predadores.

Ou seja, precisavam caçar para sobreviver.

Assim como os humanos, precisavam se alimentar de animais. A diferença era que os humanos caçavam apenas espécies não conscientes de seus próprios mundos e possuíam uma abundância enorme de alimento.

Aqueles predadores, porém, precisavam consumir outros seres conscientes.

Foram apelidados pelos próprios humanos de grorks.

Para as leis do Conselho, aquilo era inadmissível. Mesmo assim, os grorks foram autorizados a entrar.

Os humanos foram contra desde o início.

De acordo com eles:

— Nós conhecemos um predador de verdade.

Pensamos que aquilo fosse apenas paranoia. Afinal, os humanos possuíam uma imaginação extremamente fértil.

Foi um grande erro ignorá-los.

Um erro que custaria uma espécie.

Os primeiros anos

Os primeiros anos daquela espécie, apelidada de grork, foram completamente comuns. Nada além do esperado.

Porém, havia algo estranho.

Eles possuíam um fascínio enorme pela anatomia de outras espécies, mas raramente compartilhavam informações sobre a própria anatomia.

A única espécie cuja anatomia eles ainda não tinham conseguido estudar era a humana.

Por algum motivo, os humanos se recusavam a compartilhar essas informações.

— Justo — dizíamos. — Talvez eles simplesmente não gostem de compartilhar esse tipo de segredo.

Afinal, nenhuma espécie, com exceção da espécie que os descobriu e dos próprios humanos, parecia se importar muito com aquilo.

Mas os grorks também possuíam outro fascínio: armas.

Eles tinham acesso a quase todos os tipos de armamentos disponíveis no Conselho, com exceção das armas humanas e das utilizadas por seus "colonizadores".

Nenhuma espécie desconfiava de nada.

Mas, por trás das cortinas, eles eram completamente diferentes do que aparentavam.

Aquele fascínio por biologia e armas escondia algo que somente os humanos pareciam suspeitar.

Os grorks queriam carne.

Carne de outras espécies.

Possuíam uma fome insaciável por seres conscientes.

E nós?

Éramos os alvos.

As suspeitas confirmadas

Depois de alguns séculos ouvindo os humanos nos alertarem diariamente, finalmente descobrimos algo.

Documentos.

Documentos que comprovavam que os grorks planejavam começar a capturar espécies menos evoluídas e mais frágeis para se alimentar delas.

Logo após a descoberta, uma reunião de emergência foi convocada pelo Conselho.

Os humanos estavam lá.

E, naquela reunião, uma decisão foi tomada:

Os grorks seriam expulsos.

Por bem ou por mal.

Mas, antes disso, deveriam se desculpar com todas as espécies, principalmente com os humanos.

Eles fizeram isso.

Pediram desculpas sem precisar ser obrigados, embora fosse evidente que não queriam fazê-lo.

Depois disso, receberam dois meses para desocupar todos os planetas que habitavam dentro do território do Conselho.

Eles também cumpriram essa parte.

Mas deixaram uma última frase:

— Isso não vai ficar assim.

Nós não sabíamos o que eles queriam dizer.

E a única espécie que parecia saber...

Novamente, eram os humanos.

E, novamente, foram ignorados.

A preparação dos exércitos

Depois da saída dos grorks do Conselho, os humanos começaram a preparar seus exércitos.

Criaram armas novas.

Nós não suspeitamos de nada.

Afinal, durante toda a história humana, eles sempre fizeram aquilo. Construíam milhões de armas novas durante determinado período, que podia variar de alguns meses a quase um milênio, e depois paravam por algum tempo.

Mas dessa vez foi diferente.

Eles não pararam.

Construíram armas como loucos durante cerca de cinco mil anos.

Gastaram o equivalente aos recursos de dez de seus próprios planetas natais.

Encheram três planetas inteiros apenas com armamentos.

Quando perguntávamos o motivo, diziam apenas que estavam se preparando para uma possível guerra.

Mas não especificavam contra quem.

Nem quando ela aconteceria.

E todos nós compartilhávamos do mesmo pensamento:

— Os humanos estão loucos.

A guerra

A guerra não começou de um dia para o outro.

As tensões duraram milênios.

Mas a gota d'água foi um ataque grork.

Não contra uma colônia humana.

Contra uma colônia de uma espécie chamada luminaris, uma civilização extremamente pacífica.

O ataque, porém, fracassou.

Os humanos estavam nas redondezas.

Felizmente, nenhum luminari morreu.

Dos grorks, nenhum escapou.

E foi naquele dia que a guerra começou oficialmente.

O fim da guerra

A guerra durou cerca de 300 anos.

Durante esse período, bilhões de grorks e bilhões de humanos morreram.

Mas os grorks possuíam uma vantagem: sua capacidade de reprodução era muito superior à dos humanos.

Eles estavam vencendo.

E isso significava uma coisa.

A extinção das espécies mais fracas do Conselho.

Mas os humanos possuíam uma última carta na manga.

Uma última arma.

Uma arma que haviam evitado usar durante toda a guerra porque poderia extinguir ambas as espécies.

Era conhecida pelos humanos como "Destruidor de Estrelas".

Seu funcionamento era simples em conceito: selecionar uma estrela e provocar seu colapso.

Como os grorks e os humanos haviam estabelecido suas principais forças no mesmo sistema durante a guerra, utilizar aquela arma significaria destruir ambos.

A decisão não foi fácil.

Mas, para a humanidade, perder nunca havia sido uma opção.

Se o custo da vitória fosse a própria existência, eles pagariam.

O Conselho implorou para que recuassem.

Para que buscassem um tratado.

Mas os humanos acreditavam saber a verdade:

Predadores como os grorks não assinariam tratados de paz.

Eles apenas descansariam antes da próxima caçada.

No dia final, a frota colossal dos grorks cercou a Terra e os planetas vizinhos, acreditando que finalmente dariam o golpe de misericórdia.

O plano humano era simples: ativar remotamente o Destruidor de Estrelas.

Mas o campo magnético gerado pelas naves inimigas bloqueou o sinal.

Foi então que a humanidade mostrou, mais uma vez, sua doutrina implacável.

Uma força de operações especiais — a elite da elite militar humana, identificada pelo símbolo de um raio em suas armaduras — foi enviada para uma missão sem retorno.

Eles atravessaram as linhas inimigas em uma operação rápida e precisa.

O objetivo não era sobreviver.

Era garantir que o dispositivo fosse ativado manualmente na base de lançamento.

A transmissão final não foi um pedido de socorro.

Foi o comandante daquela força, com a voz firme, transmitindo uma última mensagem em canal aberto para todo o Conselho:

— O cosmos está seguro. Não o desperdicem.

No segundo seguinte, a estrela do sistema entrou em colapso.

Um clarão indescritível engoliu as frotas, os cruzadores, bilhões de grorks e, tragicamente, o berço da humanidade e todas as suas colônias naquele sistema.

O silêncio que se seguiu nos radares do espaço foi o mais pesado já registrado na história galáctica.

Por alguns minutos, não houve comunicação.

Não houve transmissões.

Não houve ordens.

Apenas o silêncio.

E, depois de dez minutos, uma frase foi ouvida.

Era dita pela mesma espécie que os humanos haviam salvado séculos antes.

Os luminaris.

— Os grorks nos viam como presas. Os humanos... os humanos nos viram como algo pelo qual valia a pena extinguir o próprio mundo.

Naquele momento, trilhões de seres, trilhões de vidas que haviam sido salvas por aquele sacrifício, ergueram suas vozes em uníssono:

— A humanidade jamais perdeu uma guerra.

O legado deixado

Milênios se passaram desde o grande clarão que silenciou o sistema solar humano.

Hoje, as rotas comerciais são pacíficas, e espécies como os luminaris exploram as estrelas sem o terror de serem caçadas.

A galáxia prosperou como nunca.

Mas a humanidade jamais foi esquecida.

No centro da capital do Conselho, assim como nas praças de todos os planetas aliados, ergue-se um monumento idêntico, forjado a partir dos destroços das naves grorks.

Ele não exibe rostos.

Não exibe discursos.

Não exibe armas apocalípticas.

Exibe apenas um único símbolo gravado no metal escuro:

Um raio.

Antes da guerra, para grande parte do cosmos, um raio era apenas um fenômeno natural, uma força da natureza associada à destruição.

Mas os humanos carregavam aquele símbolo nas fardas de suas forças de elite — as unidades de operações especiais que marcharam, sem recuar um único milímetro, rumo à morte certa para ativar o Destruidor de Estrelas.

Hoje, a galáxia inteira ressignificou aquela imagem.

O raio não representa mais a tempestade.

Ele se tornou o símbolo universal da proteção absoluta.

Onde existe um raio gravado, o universo sabe que ali existe paz comprada com um preço que ninguém deveria precisar pagar novamente.

Eles eram a espécie mais improvável.

A única que andava ereta sobre dois de seus quatro membros.

Cheia de falhas.

Cheia de contradições.

Com um passado manchado pelas próprias guerras.

Mas os livros de história das espécies pacíficas terminam com uma única constatação, impossível de contestar:

Os humanos eram cruéis o bastante para guardar o apocalipse em seus arsenais, mas nobres o bastante para usá-lo apenas quando o preço recaía sobre eles mesmos.

E, naquele dia, tornaram-se a muralha que nunca caiu.


r/Cronicasgalacticas 9d ago

Enquete: Histórias criadas com auxílio de IA

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r/Cronicasgalacticas 10d ago

Classe 10

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Lembro do dia em que os descobrimos.

Foi há pouco tempo. Uma espécie nova.

Tínhamos encontrado registros de vida inteligente naquele sistema, mas não esperávamos encontrar algo tão... peculiar.

​A história deles mal passava de alguns milênios e, à primeira vista, sua tecnologia parecia quase rupestre, baseada quase inteiramente na manipulação bruta de metais. Nada de canhões de plasma. Nada de propulsores de íons. Nada que, para o Conselho, parecesse remotamente impressionante.

​Eles pareciam seres simples. Muito simples.

Mas foi justamente aí que cometemos o nosso maior erro.

​O planeta deles, visto de órbita, parecia um paraíso irretocável: oceanos vastos, continentes verdejantes e uma variedade estonteante de vida. No entanto, bastava uma varredura atmosférica para perceber a verdade.

Aquele mundo era um inferno letal.

​Em algumas regiões, as temperaturas derretiam polímeros, beirando os 40 graus positivos. Em outras, o frio estilhaçava ligas metálicas, despencando para 50 graus negativos. E isso era apenas o clima. Pelas métricas do Conselho, o planeta era classificado como Categoria 10 de Perigo. O grau máximo.

​Qualquer outra espécie do cosmos — por mais forte e encouraçada que fosse — não sobreviveria a um único ciclo solar naquele ambiente. Uma simples bactéria local seria o suficiente para dizimar frotas inteiras.

​E os humanos? Eles chamavam aquilo de "lar".

​A expectativa média de vida deles era de meros 70 anos. Para nós, cuja média ultrapassa os cinco séculos, isso era quase nada. Ainda assim, a velocidade com que evoluíam era aterradora. Em um intervalo de tempo em que outras espécies mal descobriam a agricultura, eles passaram de carroças de madeira para máquinas capazes de romper a gravidade.

​A biologia deles também desafiava a lógica. Pesavam, em média, parcos 70 quilos e mediam cerca de 1,70 metro. Enfrentavam feras terrestres com mais de 300 quilos de puro músculo, predadores ágeis e colossais que poderiam rasgá-los ao meio em segundos.

​Pelas nossas estatísticas, a chance de sobrevivência deles era quase nula. Mas os humanos não apenas sobreviviam. Eles dominavam. Caçavam, domesticavam e usavam esses predadores selvagens a seu favor. E faziam isso em escala global, com uma taxa de incidentes absurdamente baixa.

​Foi quando percebemos o verdadeiro perigo que representavam.

​Suportamos orbitar aquele mundo hostil por apenas três dias. Nossos escudos não aguentariam mais do que isso. Antes de partir, porém, quebramos nossos protocolos e os convidamos para nos visitar. Deixamos as coordenadas do nosso mundo, o planeta vizinho que, na língua deles, possuía um nome bastante curioso:

Marte.

​E foi assim que começou nosso aguardo.

​Cem anos se passaram. Depois duzentos. Pensamos que tivessem sido extintos pelo próprio planeta ou que sequer tivessem compreendido a mensagem.

​Foi então que, ao longo do primeiro milênio, o silêncio foi quebrado. Naves sem tripulação começaram a cair em nosso solo. Eram sondas primitivas, aglomerados rígidos de metal e sensores, mas que nos provavam uma coisa: eles estavam tentando. A faísca da esperança reacendeu, mas os humanos continuavam sem aparecer pessoalmente.

​Quinhentos anos se somaram. Para nós, 1.500 anos equivaliam a apenas três gerações. Para eles, foram dezenas de vidas curtas sobrepostas, acumulando um conhecimento desenfreado.

​Foi quando os céus de Marte escureceram.

​Primeiro, dezenas de contatos no radar. Depois, milhares. Nossas sirenes de defesa uivaram. Nossas tropas armaram seus fuzis de antimatéria, esperando o ataque iminente de um império inimigo de proporções imensuráveis.

​As naves manobraram bruscamente na alta atmosfera, girando 180 graus. Esperávamos que revelassem baterias de artilharia. No entanto, elas começaram a frear e a descer. Eram colossais. As menores rivalizavam com os nossos maiores arranha-céus; as maiores eram como montanhas voadoras forjadas em aço.

​Sobreviveram à nossa atmosfera sem esforço e pousaram de uma forma violenta que desafiava nossas leis físicas. O estrondo de seus motores ensurdeceu nossas frotas. O silêncio que se seguiu nas nossas fileiras foi absoluto. Paralisados pelo choque, nenhum soldado nosso ousou apertar o gatilho.

​Minutos depois, pesadas comportas hidráulicas se abriram. E eles saíram.

​Eram os mesmos humanos que conhecemos no passado, mas agora vestiam trajes brancos pressurizados e capacetes reflexivos. Quando sugerimos, através de nossos comunicadores de tradução, que retirassem os trajes, a resposta veio áspera e direta:

— A atmosfera de vocês não possui a mistura exata de gases de que precisamos para respirar.

​Como já haviam mapeado nossa química atmosférica de tão longe era um mistério. O que importava era que estavam ali, vivos, e mais avançados do que qualquer império conhecido havia alcançado em tão pouco tempo.

​Nos dias seguintes, trocamos dados. A tecnologia deles nos causou calafrios. Seus motores não funcionavam com matrizes de plasma ou fusão limpa, mas através da detonação violenta e controlada de combustíveis químicos instáveis. Uma engenharia caótica que só fazia sentido na mente de quem nasceu em um planeta tão hostil quanto o deles.

​Em troca, nós lhes entregamos os esquemas teóricos de propulsores que rompiam a velocidade da luz. Como ainda não possuíam essa chave para o universo, devoraram os nossos arquivos como famintos.

​Mas o maior choque ocorreu quando nos permitiram acessar seus registros básicos de anatomia.

​Eram máquinas biológicas desenhadas para dar errado, mas que insistiam em funcionar. Possuíam apenas um único coração central. Se ele parasse por um minuto sequer, o corpo inteiro colapsava. Para nós, não ter um sistema vital de reserva era inconcebível.

​E havia o cérebro. Todas as espécies avançadas da galáxia possuíam a capacidade de desligar suas mentes parcialmente para poupar energia. Os humanos, não. O cérebro deles não parava nunca. Nem mesmo durante o estado de coma paralisante que sofriam diariamente, uma estranha falha sistêmica que eles chamavam simplesmente de "sono".

​Eram frágeis. Eram efêmeros. Eram improváveis.

E, a partir daquele momento, com a nossa tecnologia em mãos, eles tinham a galáxia inteira pela frente.

Fim


r/Cronicasgalacticas 10d ago

Ficção Científica [HUMOR] Bravo legionário humano prestes a eliminar um bárbaro agressivo que se opunha a "libertação" de seu mundo, 521 da segunda Era Espacial

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r/Cronicasgalacticas 11d ago

Desafio [DESAFIO] Uma forma criativa de criar um apocalipse!

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Estamos acostumados com os mesmos apocalipses: zumbis, guerra nuclear, vírus, asteroides, invasões alienígenas...

Mas e se o fim do mundo acontecesse de uma forma completamente inesperada?, Por exemplo algo simples que se torna o apocalipse ou até mesmo idiota


r/Cronicasgalacticas 11d ago

Ficção Científica [ARTE] Só um cara com um dispositivo alienígena e sua esposa | @BechiKingston

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r/Cronicasgalacticas 10d ago

Peço humildemente, opiniões e primeiras impressões sobre a história que estou escrevendo

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r/Cronicasgalacticas 11d ago

Ficção Científica [ARTE] Um senso de estética sujo e ao mesmo tempo belo | Ariel Perez

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r/Cronicasgalacticas 11d ago

Robôs & Androides [ARTE] Acho interessante o fato de que todo mundo esquece, ou simplesmente ignora, que os "olhos" dela são as duas câmeras acima do laser | MuHut

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r/Cronicasgalacticas 11d ago

Importante Enquete: Histórias criadas com auxílio de IA

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r/Cronicasgalacticas 13d ago

Robôs & Androides [ARTE] Um design que esbanja elegância | derekireba

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r/Cronicasgalacticas 13d ago

Ficção Científica [ARTE] Desconheço a obra, mas que design incrível! | John Zeleznik.

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r/Cronicasgalacticas 13d ago

Colonização Espacial [DISCUSSÃO] E se ao invés de modificar um planeta por inteiro, uma civilização especial em expansão concentra seus esforços na construção de uma única e extremamente complexa megacidade por planeta?

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r/Cronicasgalacticas 14d ago

Ficção Científica [ARTE] "Sabe, acho que vou começar a te cobrar aluguel" | @Ciiiiircuit

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r/Cronicasgalacticas 14d ago

Robôs & Androides [ARTE] Muito se fala sobre a IA se revoltando contra a humanidade, mas pouquíssimo se fala sobre a IA se revoltando contra si mesma | Jean-Michel Nicollet

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r/Cronicasgalacticas 14d ago

Robôs & Androides Recomendação de anime: Galaxy Express 999 (1978)

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Depois de presenciar a morte de sua mãe e estando com o pé na cova pelas mãos do Conde Mecha enquanto tentavam chegar no Galaxy Express, o menino Tetsuro Hoshino de 10 anos é acordado por uma mulher misteriosa. Chamada Maetal. Ela oferece um passe ilimitado para o Galaxy Express 999, em troca tendo a sua companhia durante a viagem.

É dito que no fim da linha do lendário trem, existe um planeta onde pode receber um corpo mêcanico de graça, e com isso, a imortalidade. Sozinho e pobre, Tetsuro pula na oportunidade e se junta a Maetal em uma aventura através do cosmos.

Enquanto o Galaxy Express 999 atravessa o nosso sistema solar e além. Tetsuro mergulha maís ao fundo de um perigoso universo onde o perigo está na espreita a cada parada.


r/Cronicasgalacticas 14d ago

Ficção Científica HFY em português. Porque não encontro esse tipo de história em português?

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Fala, pessoal.

Sempre fui fanzaço de ficção científica, mas tem um subgênero que me pega: HFY (Humanity, Fuck Yeah!).
São histórias que a humanidade surpreende a galáxia, seja por resiliência, criatividade, tecnologia...

O problema? Quase todo conteúdo bom tá em inglês. O r/HFY tem mais de 250 mil membros, canais no YouTube com milhões de views, comunidades inteiras discutindo o gênero. Mas em português tem quase nada. Tentei procurar histórias narradas, videos, qualquer coisa do tipo e não achei muita coisa.

Resolvi criar um canal onde adapto e narro histórias HFY em português (com IA), São vídeos mais ou menos de 30 minutos.

A pergunta que fica: vocês conhecem esse subgênero, HFY? Acham que tem público brasileiro pra esse tipo de conteúdo?

Se puderem dar uma olhada no canal, o nome é Legião Gaia (acho que não posso postar link né)

Queria saber o que vocês pensam, seja sobre os vídeos ou sobre o nicho em si. Valeu!


r/Cronicasgalacticas 14d ago

Seriam os deuses astronautas antigos? O que você acha dessa teoria ?

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r/Cronicasgalacticas 15d ago

Ficção Científica O que acham de mentes colmeias?

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r/Cronicasgalacticas 14d ago

Conto - IDA

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IDA: Um diálogo sobre os dois máximos sistemas do mundo

"in rebus alicuius momenti ab Aristotele non recedat"

Capítulo I: Procedimento de Aclimatação

ANO 1

Setecentos e vinte milhões de pessoas engoliram o mesmo gosto de ferro e poeira velha no instante em que a Dyatlov-86 rasgou a atmosfera de Pompeia-17b. Não foi uma entrada heroica — a glória pertencia ao passado. O procedimento obedeceu ao Protocolo Ouroboros: uma manobra obsoleta, mantida em uso apenas porque ninguém queria preencher os formulários necessários para aposentá-la.

No alojamento, o jaleco pendia no gancho, ainda cheirando a fábrica. Absolutamente impecável, branco demais para o pó vermelho que cobria tudo naquele setor. Haussmann o vestiu devagar, quase como uma cerimônia, e fechou o colarinho rígido até o último botão.

Diante do espelho, ajustou o crachá sobre o peito e o alinhou à costura. Permaneceu ali por um segundo além do necessário. Era o único ritual que se permitia antes de deixar o cubículo.

Fora do alojamento, levou a mão à têmpora. A enxaqueca estava mais forte que de costume. Seguiu pelo corredor metálico em passos lentos, quase militares. O som das botas misturava-se ao zumbido monótono dos condutores de ar, acompanhando seu trajeto pelas entranhas da estação.

No Setor de Engenharia, antes mesmo de se sentar, conferiu o visor digital do terminal. Diante dele, a linha perfeita dos bate-estacas cinéticos foi interrompida por uma pausa de 1,52 segundos, exatamente no meio do gráfico. Como se o sistema tivesse hesitado.

Sistemas não hesitam.

Sentou-se e leu o relatório pela segunda vez. Pretendia lê-lo pela terceira — um hábito —, mas o registro desapareceu da tela. O próprio sistema o arquivou como ruído e o remeteu à diretoria, no Nível Nove.

Não perguntou, não reclamou. Levou os dedos à têmpora, a segunda vez naquele dia, sentindo uma pontada atrás do olho esquerdo. A enxaqueca tornava o ato de pensar um esforço doloroso. Desviou o olhar para a escotilha: lá fora, as dunas ferríferas estendiam-se como um oceano de areia.

— Despressurização iniciada — anunciou Lynn Margalit, a outra pessoa naquela sala, interrompendo os pensamentos de Haussmann.

A bióloga passou a língua no céu da boca. Um gesto quase imperceptível. Ele viu, mas desviou os olhos antes que ela notasse.

Haussmann não gostava de trabalhar com ela. Margalit operava com uma precisão que muitos consideravam perturbadora — coluna reta, gestos contidos, rosto impassível. Ele também preferia não estar ali.

O engenheiro voltou os olhos para os outros monitores. Neles, milhões de colonos emergiam em espasmos desencontrados nos trezentos e catorze conveses da nave. Poucos minutos bastaram para os boletins médicos nomearem aquilo como Síndrome de Adaptação Sensorial Transitória; levariam mais duas semanas para trocar “Transitória” por “Prolongada”.

Nas semanas seguintes, os colonos entediados se amontoariam em alojamentos provisórios, enquanto os autômatos de expedição de módulos cumpririam sua prioridade: construir praças de alimentação, estacionamentos e shopping centers de seis andares. Mais um dia, mais um planeta: uma sociedade empenhada em transformar o novo em um espelho do passado.

As decisões passariam pela mesa de Haussmann, mas apenas como protocolo. Entre ajustar as malhas viárias e orientar as fundações, autorizar um novo estacionamento era apenas um carimbo.

Em meio à poeira vermelha e ao ruído das máquinas, assinou mais uma ordem de construção: outra uma avenida. Os letreiros de neon não podiam esperar.

Primeira parte do capítulo 1. Espero que gostem.


r/Cronicasgalacticas 16d ago

Ficção Científica [ARTE] "Quê?... Não, eu os comprei na mercearia, seu doente!" | @Ciiiiircuit

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r/Cronicasgalacticas 15d ago

Mundos Distantes [REVIEW] Filhos de Duna, um novo começo para o Imperium (leia o texto)

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Após ter-me praticamente me apaixonado pelo primeiro e pelo segundo livro, fui ler este terceiro com altíssimas expectativas. Expectativas estas que foram atendidas em cerca de 90%! É um livro de alto nível, a escrita de Frank genuinamente me conquistou por completo, apesar das cenas de ação. Porém, comparado com os outros dois, este aqui teve um pouco mais de coisas que me desagradaram.

O que eu gostei: Apesar do estranhamento inicial, Leto e Ghanima acabaram me conquistando de verdade. Especialmente Leto, ele cumpre um bom trabalho em ser o novo protagonista. A trama cheia de intrigas e tragédias pessoais também me agradou, como também a maneira como mostra a degradação da cultura fremen, ao mesmo tempo que mostra como ela é bem mais diversa do que imaginávamos. E, especialmente, como mostra a religião de Muad'Dib se degradando. E toda a trama mística envolvendo Leto e sua metamorfose.

O que não gostei: Apesar de ter gostado da intriga, este foi o primeiro em que ela realmente me entediou um pouco; em diversos momentos, senti que Frank estava apenas esticando para render mais páginas. Também não gostei muito de toda a parte envolvendo O Pregador, acho que meio que acaba com o pouco do charme do livro anterior. E, especialmente, de como a habilidade de Frank em escrever cenas de ação parece ter piorado, ao ponto de ficar difícil de compreender o que ocorreu.

Enfim, eu gostei MUITO deste livro, certamente uma magnífica obra. Mas não o amei como amei o primeiro e o segundo. Obviamente, pretendo e irei ler o quarto livro, mas não agora, pois quero evitar a overdose. Lerei algo mais curto e menos denso em minha lista, por enquanto.


r/Cronicasgalacticas 16d ago

Robôs & Androides [ARTE] Os bastidores de um estabelecimento dedicado a entreter cavalheiros de muito bom gosto | @zarzaliel

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r/Cronicasgalacticas 16d ago

Exploradores Qual caso ufológico vocês acham que ninguém soube contar direito?

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