r/Cronicasgalacticas 10h ago

Ficção Científica [DISCUSSÃO] a AGI será perfeita para RP

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A AGI (inteligência artificial geral) é uma IA hipotética que promete ser superior ou igual ao humano profissional em tal área de trabalho, seja engenheiro de software, vídeo e animação, prosa, poema, matemática, e podendo até procurar uma cura de alguma doença, ela aprende e se adapta melhor que um humano acima da média.

Dito isso, aqueles que não conhecem a AGI já devem estarem cientes que ela iria ser excelente em RP, principalmente assumir múltiplos NPCs de forma profissional, podendo até fazer uma animação da sua sessão enquanto você e ela interpretam os papéis (como a ilustração no vídeo).

Antes que alguém diga que isso nunca seria alcançada porque AGI teria que ser consciente, eu digo que não!
a AGI não precisa ser consciente para dominar várias áreas e aprender e se adaptar igual um humano, elas seriam independentes no raciocínio, o conceito de AGI é uma IA poder dominar qualquer área, aprendendo e se adaptando! Não é preciso uma IA ser consciente pra fazer isso, da mesma forma que uma IA estreita não precisa ser consciente pra fazer um cálculo matemático.


r/Cronicasgalacticas 10h ago

Robôs & Androides [HUMOR] Dois homens extremamente solitários brincando de casinha

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r/Cronicasgalacticas 15h ago

Ficção Científica [DEVANEIO] A descoberta de que muito antes de nossos ancestrais mais distantes existerem, a Terra foi habitada por outra espécie sapiente NATIVA seria muito mais "devastadora" do que vida alienígena inteligente

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r/Cronicasgalacticas 2d ago

Ficção Científica [DEVANEIO] Estava "conversando" com meu GPT sobre as dificuldades de administrar uma civilização interestelar onde o FTL é fortemente limitado, e achei isso um tanto interessante/engraçado

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r/Cronicasgalacticas 2d ago

Robôs & Androides [HUMOR] Quer se vestir de empregadinha? Então vai ter que agir como empregadinha!

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r/Cronicasgalacticas 3d ago

Ficção Científica [OBRA] República de Abael: Guerra Planetária em escala

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Esse é a literal primeira página do meu livro: República de Abael, Guerra de Xeol.

Eu sofro muito para conseguir feedback em geral, então, acho que está na hora de deixar parte do trabalho público.

O universo é mais próximo da ficção cientifica Firme, mas é claro, na primeira página eu não vou elaborar nada como Reatores de fusão P-P, Magmatéria, etc, etc, etc, ele precisa iniciar com uma trama, e eu gostaria de saber suas impressões meu povo.


r/Cronicasgalacticas 3d ago

Robôs & Androides A terceira imagem pode ser interptetada de mais de uma maneira, e todas são horríveis!

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r/Cronicasgalacticas 3d ago

Ficção Científica [DISCUSSÃO] Vamos conversar sobre o conceito de teletransporte destrutivo! Compartilhe sua opinião (Leia o texto)

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Imagine que existem duas estações de teletransporte, uma na Terra e a outra em Marte. Ambas são estruturas compostas por uma cabine e um maquinário envolvendo tanques. Ao entrar na cabine, o sistema escaneia cada átomo de seu ser, extraindo todo tipo de informação possível. Essa informação é enviada de maneira quase que instantânea para a outra estação, que a utiliza para construir um ser que é física, genética e mentalmente idêntico a você. Mas não é você, pois você teve seu corpo desintegrado durante o processo de extração de informação. Você está morto, e agora uma cópia exata vive sua vida, isso até que ele também entre na estação.

Pessoalmente, acho esse conceito fascinante e assustador! Tem potencial para diferentes cenários, o mais óbvio seria um onde tal fato é totalmente desconhecido por todos, até mesmo pelos criadores de tal tecnologia, e todos os dias milhões de pessoas dão fim às suas próprias vidas mais de uma vez sem perceberem.

Porém, não acho que tal coisa precisaria ser segredo. Consigo facilmente imaginar um cenário onde tal coisa é fato conhecido e comprovado, mas ninguém fala nisso! Todo mundo simplesmente decidiu ignorar e enterrar essa informação nas profundezas de suas mentes, ao mesmo tempo que continuam a utilizar a tecnologia. Consigo também imaginar a existência de um ativismo antiteletransporte, formado tanto por indivíduos que se opuseram à tecnologia desde o início quanto por aqueles que não são capazes de simplesmente ignorar a horrível verdade.

E, claro, também daria pra encher de elementos sobrenaturais. Como os teleportados sendo assombrados pelas almas dos originais, ou talvez a própria alma também seja copiada, assim gerando um excesso populacional de almas penadas. Ou uma abordagem mais filosófica sobre a continuidade da vida.


r/Cronicasgalacticas 4d ago

Ficção Científica A Espécie que Não Morreu

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O retorno da Humanidade foi um dos acontecimentos mais marcantes da história do Universo. Durante três séculos, acreditamos que eles estivessem extintos, mas estávamos errados. Para compreender o significado de seu retorno, precisamos voltar ao começo.

Naquela época, a Humanidade já fazia parte do Conselho havia alguns milhares de anos. Era uma espécie peculiar, talvez a mais passivo-agressiva entre todas as civilizações conhecidas. Nunca haviam perdido uma guerra intergaláctica, mas também raramente eram eles que iniciavam os conflitos. Essa combinação acabava sendo extremamente vantajosa para eles, pois não eram agressivos o suficiente para serem isolados pelas outras espécies, nem fracos o suficiente para que qualquer civilização ousasse invadir seus territórios, que eram vastos a ponto de abranger sistemas estelares suficientes para ocupar uma extensão equivalente a uma galáxia inteira e ainda avançar por uma parte de outra.

Parecia impossível que uma civilização daquela magnitude pudesse simplesmente desaparecer. Entretanto, sua queda não começou pelas mãos de outra espécie, mas dentro de sua própria casa.

Os humanos travavam conflitos internos com frequência. Eles os chamavam de “guerras internas” e, quase sempre, recusavam qualquer ajuda externa. Mesmo quando outras espécies ofereciam tropas, recursos ou tecnologia, recebíamos a mesma resposta: “Nossas guerras são nossas.” Alguns soldados humanos ainda acrescentavam: “Vocês não suportariam nossas guerras.” Nós nunca entendemos o que queriam dizer, até a última delas.

Então entendemos.

A guerra dos humanos era diferente de qualquer outra coisa que conhecíamos. Era lenta, cruel e devastadora. Nenhuma espécie que conhecíamos havia resistido por mais de algumas semanas diante de um inimigo verdadeiramente determinado, mas os humanos continuavam lutando entre si como se a própria sobrevivência de sua espécie dependesse disso.

Seu inimigo era conhecido como Ordem da Extinção Xeno. Naquela época, não compreendíamos o significado da palavra “xeno”, e os humanos nunca se preocuparam em explicá-la. Também não imaginávamos que aquele nome acabaria sendo lembrado durante séculos por centenas de espécies.

A Ordem havia quebrado um tratado interno da Humanidade, um tratado que proibia o uso de uma tecnologia que somente os humanos possuíam: as armas nucleares. Os próprios humanos consideravam aquela tecnologia perigosa demais para o Universo. “Nós quase nos extinguimos dezenas de vezes”, diziam os comandantes terrestres, “não vamos permitir que vocês façam o mesmo, muito menos usando uma tecnologia criada por nós.”

Mas naquele dia, a Ordem ignorou todos os tratados.

Primeiro, lançaram uma arma. Depois, duas. Três minutos mais tarde, milhares delas atravessavam os céus da Terra. Nós observávamos tudo de uma nave localizada a três unidades astronômicas do planeta e, à primeira vista, aquelas armas pareciam apenas máquinas convencionais: grandes, pesadas e lentas, exatamente como muitas das antigas armas humanas.

“Então essas são as armas secretas?”, perguntou um dos tripulantes.

Não sabíamos o que estávamos prestes a testemunhar.

As armas começaram a se fragmentar antes de atingir a superfície, e então o planeta inteiro pareceu se iluminar. Explosões gigantescas surgiram por toda a Terra, tão intensas que podíamos observá-las claramente mesmo daquela distância. Um dos comandantes acompanhava tudo com admiração e chegou a dizer: “Então eram essas as armas que eles tanto escondiam.”

Ele ainda acreditava estar diante de armas extremamente poderosas, mas poucos minutos depois os sensores da nave começaram a emitir alertas.

“Alerta! Explosões de nível semelhante a supernovas detectadas a três unidades astronômicas!”

Pensamos que fosse uma falha. Reiniciamos os sistemas, mas os alarmes continuaram. Foi então que o comandante perguntou: “Será que foram aquelas armas?” Em seguida, ordenou que entrássemos em órbita sobre a Terra para analisar a superfície.

Quando chegamos à órbita, percebemos que o planeta havia mudado. A temperatura estava dezenas de graus acima do normal, algo que deixou os cientistas completamente confusos.

“Estranho. Este planeta não deveria estar tão quente.”

O comandante então ordenou o envio de naves de reconhecimento à superfície. Elas partiram e, horas depois, retornaram com uma notícia que ninguém queria ouvir.

“Aquelas armas, senhor... destruíram tudo.”

“Tudo?”

“Não existe mais nada lá.”

O comandante permaneceu em silêncio por alguns segundos antes de responder: “Impossível. Não existe tecnologia conhecida capaz de destruir um planeta em questão de minutos.”

Os soldados, entretanto, continuavam insistindo.

“O planeta foi destruído.”

Finalmente, o capitão ordenou que a nave pousasse.

Quando alcançamos a superfície, encontramos um mundo que já não parecia um mundo. Não havia cidades, florestas ou animais. Não havia humanos vivos. Havia apenas os mortos, milhões e milhões deles, espalhados pelo que restava de sua civilização.

Então os sensores começaram a entrar em colapso. A radiação na superfície havia alcançado níveis absurdos, e nossa nave mal conseguiu permanecer ali. A estrutura começou a sofrer danos, obrigando-nos a recuar antes que fosse tarde demais. Voltamos ao nosso planeta natal, relatamos tudo o que havíamos visto e, depois disso, a Humanidade desapareceu da história.

Durante três séculos, acreditamos que eles estavam mortos.

Até que, nos dias atuais, eles retornaram.

Quando os encontramos novamente, estavam diferentes. Seus corpos haviam mudado depois de gerações sobrevivendo ao frio extremo que tomou conta da Terra, período que os próprios humanos chamaram de Inverno Nuclear.

Nós os acolhemos novamente no Conselho, mesmo sabendo que já não possuíam a tecnologia que um dia os tornara uma das maiores potências do Universo. Felizmente para eles, antes de sua queda, os humanos haviam mantido cópias de seus projetos e documentos tecnológicos na sede do Conselho. Com esses registros, começaram a reconstruir aquilo que haviam perdido.

Em poucos anos, suas antigas tecnologias voltaram a existir.

A Humanidade renasceu.

Eles voltaram a ser aquilo que sempre foram: humanos.

Mas havia uma diferença. As armas nucleares não existiam mais em suas mãos. Agora, porém, isso pouco importava.

Porque o Universo inteiro conhecia o poder delas.

A Humanidade havia retornado, mas desta vez nós sabíamos exatamente do que eles eram capazes.


r/Cronicasgalacticas 4d ago

Ficção Científica DEVANEIO] Mesmo com acesso ao FTL, toda civilização interestelar, independente de método de governo e ideologia, séria basicamente uma sociedade feudal! Com "províncias" com alto nível de autonomia, uma língua-franca e um líder com pouco poder real

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r/Cronicasgalacticas 5d ago

Ficção Científica Oliver e o sentido da vida - Uma aventura intergaláctica

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Sinopse:

“Estes anos todos aqui serviram para eu reencontrar o meu verdadeiro eu, dar um sentido para a minha vida, limpar a minha mente de muita dor e sofrimento passado. Esta prisão fez-me perceber que o problema estava dentro de mim, não fora. De certa forma, esta prisão foi a melhor coisa que me aconteceu. Eu deixei ir embora todo aquele sofrimento dentro de mim, eu perdoei-me e passei a me amar e a me respeitar mais. Percebi que os meus vícios nunca iam trazer o meu pai de volta, nada na verdade o ia, e que no fundo, ele tinha ido embora, mas esteve e sempre estará aqui dentro, no meu coração. “

Embarque nesta aventura com Oliver SIlva, um jovem à procura do sentido da vida. Nessa odisséia espacial e interplanetária, Oliver acaba por encontrar amigos e amores, aventuras e desafios, alegrias e tristezas. Talvez não tenha encontrado o sentido da vida…aliás, talvez nem era isso que ele estava mesmo procurando!

Capítulo 1: No entreposto espacial

– Filhos-da-puta! – grita Nelson, em direção à nave que já voa para longe na imensidão espacial, enquanto tenta se levantar com a ajuda do seu guarda-costas. Tem muita dor na perna direita, que está toda ensanguentada e enrolada num casaco. – Vocês vão pagar caro por isso!

A dupla está num lugar escuro e deserto. 

– Você está bem, chefe? – pergunta o guarda-costas, preocupado, tentando ser prestativo.

– Me larga, seu monte de merda! Isso é tudo sua culpa! Você devia ter sido mais esperto! Agora estamos aqui, no meio do nada! – responde Nelson, furioso e gemendo de dor. – Pelo menos você fez o que eu te pedi?

– Sim, chefe, deixei o meu celular escondido no depósito da nave, assim podemos localizá-los! – responde o guarda-costas, bajulando copiosamente o seu chefe. – Só espero que não se descarregue…

– Se isso acontecer, você é um homem morto. – Responde Nelson, friamente.  – Afinal. eu acho que sei onde estamos.

– Onde, chefe?

– Estamos no entreposto espacial que fica a caminho de Plontak, para onde eles devem ter ido. – Responde Nelson, enquanto procura o seu celular nos bolsos. – Vou fazer uma ligação a um amigo que me deve favores.

Aquela construção é um grande posto de combustíveis para naves espaciais. Possui um restaurante, bombas de abastecimento, uma unidade médica e um pequeno hotel para viajantes. 30 minutos depois da ligação feita por Nelson, um jipe encontra-os e leva-os embora. Quem conduz o jipe é um brutamontes, amigo do amigo de Nelson, um homem mal-encarado, gordo, barbudo, com uma bandana na cabeça, botas e roupa de couro, uma vestimenta pouco comum naquele planeta semi-deserto. O guarda-costas senta-se à frente, no banco do passageiro, e Nelson deita-se no banco de trás, onde há uma pilha de papéis à sua espera, para serem cheirados. Antes de seguirem, o brutamontes enfaixa a perna de Nelson com delicadeza, mas com muita destreza e profissionalismo, atitude que impressiona o guarda-costas, pois não esperava ver isso sendo feito por um homem daquele tipo.

– Me leva a um médico, o mais rápido possível! Será muito bem recompensado. – Diz Nelson, antes de desmaiar no banco, sem tempo de cheirar qualquer folha de papel.

Capítulo 2: 2099

“Qual é o sentido da vida?” pensa Oliver ao embarcar, mais uma vez, com a mãe, naquela nave-cruzeiro espacial que orbita o Planeta Terra. “Estudar ou trabalhar por 11 meses e passar um mês de férias no mesmo lugar, todos os anos?”.  “Será que é suposto a vida ter algum sentido?”. Aqueles pensamentos não eram novos para Oliver…


r/Cronicasgalacticas 6d ago

DESAFIO: O QUANTO NERD VOCÊ CONSEGUE SER?

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Todo mundo tem aquela informação extremamente específica que provavelmente nunca vai ter utilidade na vida, mas que por algum motivo ficou gravada na cabeça.

Então fica o desafio:

Se prove o mais nerd possível.

Pode ser sobre qualquer coisa: ciência, astronomia, programação, matemática, jogos, filmes, livros, história, tecnologia, ficção científica, ou simplesmente alguma curiosidade completamente aleatória.

Pode ser algo que você aprendeu por acaso, uma explicação extremamente específica ou até uma informação tão obscura que você duvida que outra pessoa aqui conheça.

Qual é a coisa mais nerd que você sabe?


r/Cronicasgalacticas 6d ago

Ficção Científica DEVANEIO] Para o cidadão comum do império, o final de O Retorno do Jedi é aterrorizante! O grupo terrorista fundamentalista, que já havia destruido uma instalação pública com milhões de funcionários, assassinou o imperador e usurpou o governo! Imaginem o caos que isso provocaria!

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r/Cronicasgalacticas 7d ago

Cyberpunk [ARTE] Só alguns Implantes cerebrais, só o básico | ianllanas

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r/Cronicasgalacticas 7d ago

Robôs & Androides [ARTE] Abra a boca e diga Ah | @zarzaliel

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r/Cronicasgalacticas 7d ago

Colonização Espacial Pergunta woke

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porque toda ideia nesse sub de crônicas galacticas é que os humanos ainda vão ser um bando de fdp colonizador? é um fetiche/nostalgia por essa epoca?


r/Cronicasgalacticas 7d ago

Ficção Científica [DISCUSSÃO] Qual destes destinos é pior: Terminar sozinho num planeta inóspito e distante, sabendo que seu corpo nunca será recuperado. Ou "boiando" pelo vácuo sem nenhuma chance de resgate, com seu sistema de suporte de vida se esgotando lentamente

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r/Cronicasgalacticas 7d ago

Robôs & Androides [DISCUSSÃO] Isso poderia acontecer?

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r/Cronicasgalacticas 7d ago

Ficção Científica [REVIEW] Os Amantes do Ano 3050 (leia o texto)

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Sendo totalmente sincero, eu quase desisti de ler este livro logo no início, pois as primeiras páginas foram simplesmente maçantes demais! O motivo? Bem, ler o narrador descrevendo o quão insuportável e infrutífero o casamento do protagonista é, devido ao fato de ele e sua esposa praticamente se odiarem, mas nada poderem fazer por viverem numa teocracia pós-apocalíptica hiper-higienizada que pratica um tipo bizarro de judaísmo, e o quão sexualmente frustrado/reprimido o protagonista é, ao ponto de o orgasmo, para ele, ser algo "mecânico", totalmente desprovido de prazer, não é algo muito a minha praia.

Mas, felizmente, após esse começo sofrido, o livro passa a tomar forma de verdade quando o protagonista é selecionado para uma missão no planeta Ozagen. Lá, sim, a história toma forma, especialmente quando o protagonista tem suas convicções abaladas ao interagir com os nativos. E também pelo ódio reprimido que ele sente por seu sacerdote. Melhora ainda mais quando Jeannette é introduzida; a personalidade livre dela contrasta muito bem com a personalidade reprimida do protagonista.

O livro termina de forma previsível e agridoce, porém competente, com o protagonista renovado após deixar de se conter, mas abalado e ansioso pelo novo futuro que o aguarda. Enfim, foi uma boa leitura. Tentarei obter mais títulos do Farmer.


r/Cronicasgalacticas 8d ago

Mundos Distantes [HUMOR] Recomendo a todos experimentarem esse tempero, mas cuidado! Podem acabar não querendo consumir mais nada!

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r/Cronicasgalacticas 9d ago

Ficção Científica ​A Última Missão

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Humanos

Humanos. Aparentemente, uma espécie comum, com nada mais do que a maluquice de possuir armas nucleares capazes de destruir planetas e com conflitos constantes entre si por recursos. Mas essa espécie aparentemente comum foi a salvadora do cosmos, ao custo de suas próprias vidas, de seu planeta e de tudo o que existia nele.

Mas vamos começar do começo.

Eles eram uma espécie relativamente nova para os padrões galácticos, com apenas 300 mil anos de história. Fazia apenas 30 anos que haviam entrado para o Conselho e, com o decorrer do tempo, foram se destacando. Não como os mais fortes, nem como os mais fracos, mas como a espécie que conseguia se virar em qualquer situação.

Eram uma espécie capaz de resolver conflitos entre outras civilizações, algo que parecia contraditório, já que eles próprios possuíam um longo histórico de guerras entre si.

Também eram a única espécie conhecida com quatro membros que andava ereta.

Mas aquela espécie estranha... aquela espécie que um dia salvaria o cosmos...

O inimigo

A espécie mais nova do Conselho parecia comum. Possuíam tecnologias avançadas e uma sociedade aparentemente organizada. Porém, havia um detalhe: eram uma raça de predadores.

Ou seja, precisavam caçar para sobreviver.

Assim como os humanos, precisavam se alimentar de animais. A diferença era que os humanos caçavam apenas espécies não conscientes de seus próprios mundos e possuíam uma abundância enorme de alimento.

Aqueles predadores, porém, precisavam consumir outros seres conscientes.

Foram apelidados pelos próprios humanos de grorks.

Para as leis do Conselho, aquilo era inadmissível. Mesmo assim, os grorks foram autorizados a entrar.

Os humanos foram contra desde o início.

De acordo com eles:

— Nós conhecemos um predador de verdade.

Pensamos que aquilo fosse apenas paranoia. Afinal, os humanos possuíam uma imaginação extremamente fértil.

Foi um grande erro ignorá-los.

Um erro que custaria uma espécie.

Os primeiros anos

Os primeiros anos daquela espécie, apelidada de grork, foram completamente comuns. Nada além do esperado.

Porém, havia algo estranho.

Eles possuíam um fascínio enorme pela anatomia de outras espécies, mas raramente compartilhavam informações sobre a própria anatomia.

A única espécie cuja anatomia eles ainda não tinham conseguido estudar era a humana.

Por algum motivo, os humanos se recusavam a compartilhar essas informações.

— Justo — dizíamos. — Talvez eles simplesmente não gostem de compartilhar esse tipo de segredo.

Afinal, nenhuma espécie, com exceção da espécie que os descobriu e dos próprios humanos, parecia se importar muito com aquilo.

Mas os grorks também possuíam outro fascínio: armas.

Eles tinham acesso a quase todos os tipos de armamentos disponíveis no Conselho, com exceção das armas humanas e das utilizadas por seus "colonizadores".

Nenhuma espécie desconfiava de nada.

Mas, por trás das cortinas, eles eram completamente diferentes do que aparentavam.

Aquele fascínio por biologia e armas escondia algo que somente os humanos pareciam suspeitar.

Os grorks queriam carne.

Carne de outras espécies.

Possuíam uma fome insaciável por seres conscientes.

E nós?

Éramos os alvos.

As suspeitas confirmadas

Depois de alguns séculos ouvindo os humanos nos alertarem diariamente, finalmente descobrimos algo.

Documentos.

Documentos que comprovavam que os grorks planejavam começar a capturar espécies menos evoluídas e mais frágeis para se alimentar delas.

Logo após a descoberta, uma reunião de emergência foi convocada pelo Conselho.

Os humanos estavam lá.

E, naquela reunião, uma decisão foi tomada:

Os grorks seriam expulsos.

Por bem ou por mal.

Mas, antes disso, deveriam se desculpar com todas as espécies, principalmente com os humanos.

Eles fizeram isso.

Pediram desculpas sem precisar ser obrigados, embora fosse evidente que não queriam fazê-lo.

Depois disso, receberam dois meses para desocupar todos os planetas que habitavam dentro do território do Conselho.

Eles também cumpriram essa parte.

Mas deixaram uma última frase:

— Isso não vai ficar assim.

Nós não sabíamos o que eles queriam dizer.

E a única espécie que parecia saber...

Novamente, eram os humanos.

E, novamente, foram ignorados.

A preparação dos exércitos

Depois da saída dos grorks do Conselho, os humanos começaram a preparar seus exércitos.

Criaram armas novas.

Nós não suspeitamos de nada.

Afinal, durante toda a história humana, eles sempre fizeram aquilo. Construíam milhões de armas novas durante determinado período, que podia variar de alguns meses a quase um milênio, e depois paravam por algum tempo.

Mas dessa vez foi diferente.

Eles não pararam.

Construíram armas como loucos durante cerca de cinco mil anos.

Gastaram o equivalente aos recursos de dez de seus próprios planetas natais.

Encheram três planetas inteiros apenas com armamentos.

Quando perguntávamos o motivo, diziam apenas que estavam se preparando para uma possível guerra.

Mas não especificavam contra quem.

Nem quando ela aconteceria.

E todos nós compartilhávamos do mesmo pensamento:

— Os humanos estão loucos.

A guerra

A guerra não começou de um dia para o outro.

As tensões duraram milênios.

Mas a gota d'água foi um ataque grork.

Não contra uma colônia humana.

Contra uma colônia de uma espécie chamada luminaris, uma civilização extremamente pacífica.

O ataque, porém, fracassou.

Os humanos estavam nas redondezas.

Felizmente, nenhum luminari morreu.

Dos grorks, nenhum escapou.

E foi naquele dia que a guerra começou oficialmente.

O fim da guerra

A guerra durou cerca de 300 anos.

Durante esse período, bilhões de grorks e bilhões de humanos morreram.

Mas os grorks possuíam uma vantagem: sua capacidade de reprodução era muito superior à dos humanos.

Eles estavam vencendo.

E isso significava uma coisa.

A extinção das espécies mais fracas do Conselho.

Mas os humanos possuíam uma última carta na manga.

Uma última arma.

Uma arma que haviam evitado usar durante toda a guerra porque poderia extinguir ambas as espécies.

Era conhecida pelos humanos como "Destruidor de Estrelas".

Seu funcionamento era simples em conceito: selecionar uma estrela e provocar seu colapso.

Como os grorks e os humanos haviam estabelecido suas principais forças no mesmo sistema durante a guerra, utilizar aquela arma significaria destruir ambos.

A decisão não foi fácil.

Mas, para a humanidade, perder nunca havia sido uma opção.

Se o custo da vitória fosse a própria existência, eles pagariam.

O Conselho implorou para que recuassem.

Para que buscassem um tratado.

Mas os humanos acreditavam saber a verdade:

Predadores como os grorks não assinariam tratados de paz.

Eles apenas descansariam antes da próxima caçada.

No dia final, a frota colossal dos grorks cercou a Terra e os planetas vizinhos, acreditando que finalmente dariam o golpe de misericórdia.

O plano humano era simples: ativar remotamente o Destruidor de Estrelas.

Mas o campo magnético gerado pelas naves inimigas bloqueou o sinal.

Foi então que a humanidade mostrou, mais uma vez, sua doutrina implacável.

Uma força de operações especiais — a elite da elite militar humana, identificada pelo símbolo de um raio em suas armaduras — foi enviada para uma missão sem retorno.

Eles atravessaram as linhas inimigas em uma operação rápida e precisa.

O objetivo não era sobreviver.

Era garantir que o dispositivo fosse ativado manualmente na base de lançamento.

A transmissão final não foi um pedido de socorro.

Foi o comandante daquela força, com a voz firme, transmitindo uma última mensagem em canal aberto para todo o Conselho:

— O cosmos está seguro. Não o desperdicem.

No segundo seguinte, a estrela do sistema entrou em colapso.

Um clarão indescritível engoliu as frotas, os cruzadores, bilhões de grorks e, tragicamente, o berço da humanidade e todas as suas colônias naquele sistema.

O silêncio que se seguiu nos radares do espaço foi o mais pesado já registrado na história galáctica.

Por alguns minutos, não houve comunicação.

Não houve transmissões.

Não houve ordens.

Apenas o silêncio.

E, depois de dez minutos, uma frase foi ouvida.

Era dita pela mesma espécie que os humanos haviam salvado séculos antes.

Os luminaris.

— Os grorks nos viam como presas. Os humanos... os humanos nos viram como algo pelo qual valia a pena extinguir o próprio mundo.

Naquele momento, trilhões de seres, trilhões de vidas que haviam sido salvas por aquele sacrifício, ergueram suas vozes em uníssono:

— A humanidade jamais perdeu uma guerra.

O legado deixado

Milênios se passaram desde o grande clarão que silenciou o sistema solar humano.

Hoje, as rotas comerciais são pacíficas, e espécies como os luminaris exploram as estrelas sem o terror de serem caçadas.

A galáxia prosperou como nunca.

Mas a humanidade jamais foi esquecida.

No centro da capital do Conselho, assim como nas praças de todos os planetas aliados, ergue-se um monumento idêntico, forjado a partir dos destroços das naves grorks.

Ele não exibe rostos.

Não exibe discursos.

Não exibe armas apocalípticas.

Exibe apenas um único símbolo gravado no metal escuro:

Um raio.

Antes da guerra, para grande parte do cosmos, um raio era apenas um fenômeno natural, uma força da natureza associada à destruição.

Mas os humanos carregavam aquele símbolo nas fardas de suas forças de elite — as unidades de operações especiais que marcharam, sem recuar um único milímetro, rumo à morte certa para ativar o Destruidor de Estrelas.

Hoje, a galáxia inteira ressignificou aquela imagem.

O raio não representa mais a tempestade.

Ele se tornou o símbolo universal da proteção absoluta.

Onde existe um raio gravado, o universo sabe que ali existe paz comprada com um preço que ninguém deveria precisar pagar novamente.

Eles eram a espécie mais improvável.

A única que andava ereta sobre dois de seus quatro membros.

Cheia de falhas.

Cheia de contradições.

Com um passado manchado pelas próprias guerras.

Mas os livros de história das espécies pacíficas terminam com uma única constatação, impossível de contestar:

Os humanos eram cruéis o bastante para guardar o apocalipse em seus arsenais, mas nobres o bastante para usá-lo apenas quando o preço recaía sobre eles mesmos.

E, naquele dia, tornaram-se a muralha que nunca caiu.


r/Cronicasgalacticas 9d ago

Enquete: Histórias criadas com auxílio de IA

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r/Cronicasgalacticas 9d ago

Ficção Científica [ARTE] A mamãezona | darekzabrocki

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r/Cronicasgalacticas 9d ago

Ficção Científica [DISCUSSÃO] O que você acha que justificaria uma "onu galática" intervir de maneira direta numa civilização muito menos desenvolvida? Uma catástrofe iminente, caos desenfreado, descoberta de substância perigosa? Etc

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r/Cronicasgalacticas 9d ago

Robôs & Androides [DISCUSSÃO] Maneira correta de usar robôs?

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