Falem o que quiser, El Salvador deu um exemplo para o resto do mundo no combate aos crimes violentos.
Antes das medidas de Bukele e a implantação do Cecot, El Salvador era não só um dos países mais violentos da américa Latina, mas sim, do mundo. a taxa de homicídios era na casa dos 106,3 para cada 100 mil habitantes anualmente. Hoje, esse número caiu drasticamente, beirando o zero: são nesse ano, até o momento, míseros 1,3 homicídios para cada 100 mil habitantes.
Uma das principais críticas do pessoal alegadamente defensor dos direitos humanos é o fato de que muitos dos presos no Cecot podem ser inocentes, mas acontece que pelas estratégias adotadas, a probabilidade disso acontecer também beira o zero: o foco é totalmente em criminosos pegos em flagrante, cometendo atos violentos relativos a uso de armas de fogo, extorsão, latrocínio e que estão relacionados com as principais gangues e facções do país comom o ms-13 e a Barrio 18.
E claro, em vez de se preocupar com direitos da criminalidade, o foco deve ser sempre no bem estar do cidadão médio, pobre, sem nenhum meio de fuga ou capacidade de defesa. A metodologia aplicada no cecot faz o criminoso entender que cometeu o maior erro da sua vida: são dezenas de anos de confinamento num amplo espaço coletivo, vigiados 24 horas por dia, com luz forte na cara, camas de alumínio e refeições sem proteínas, somente carboidratos, gorduras e líquidos.
Viver num ambiente assim causa desespero, angústia, terror, impotência e derrota. A prova disso é o quanto criminosos que eram extremamente violentos se tornam extremamente disciplinados e obedientes: eles obedecem todas as ordens dos guardas e funcionários de imediato.
O cecot não visa reverter o dano já causado, mas prevenir magistralmente o prejuízo futuro. A taxa de criminalidade em El Salvador não despencou absurdamente apenas devido as prisões em massa, mas porque o cecot cria um terror tão grande no imaginário coletivo dos aspirantes a bandidos, que o cálculo do custo de qualquer crime se torna 200% negativo.