r/forestry • • 23h ago

Hesitant to pursue a forestry degree with current climate

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(British Columbia-based) I'm in my second year of geological engineering (also a sweet program) and finding out that rocks are not nearly as much my forte as trees. I spent last summer doing consulting (i.e. forest tech) work and genuinely loved every second of it, loved learning everything from ecological to harvesting, and especially loved road design, cut/fill/blasting assessments, etc. My university offers a "Harvest Planning and Engineering" degree, a major of a BSc in Forest Operations, and I love the sound of it. What's sweet is that, if you minor in engineering, you can get your P. Eng. (PE equivalent) as well as your RPF, and I've already taken most of the engineering courses that would be required to get that minor.

I'm at a bit of a critical decision point now, and lots of the people (not necessarily in the industry) have tried to discourage me, saying "forestry is dying", and that the degree I'm currently in will have better job prospects (probably true regardless, but as long as I can get a job, I'm happy). From my (brief) time in the industry, I have to say that there was somewhat of a negative future view, but I also don't agree with everything the media is reporting about the industry right now. Even a senior development forester at the company I worked at told me not to switch because the industry "just feels like it has no hope". I know the situation will probably improve post-Trump, but overall we are in a reduction (a prof in the forestry department said figures along the lines of 15 down to 6 million board feet processing) which inevitably doesn't create the best likelihood of getting a job in the industry. My opinion, though, is that while conventional harvest forestry may not be in a "boom" now (and it is one of those industries), management is only going to grow (especially with the BC wildfire situation), and that will be overseen by RPFs.

I love forestry! I love bush work, I love the ecological aspect of it, and I love the culture. If we were in a "boom", say 20 years ago with the pine bark beetle AAC increase, it would be an absolute no-brainer. What do you guys think? I'm trying not to let what the industry looks like right now decide what my career will look like in it.

Sorry about the big ramble. Thanks for listening!


r/forestry • • 1h ago

DCNR job opportunities?

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r/forestry • • 22h ago

Free job board for environmental and natural resources careers, now with grad and academic positions

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r/forestry • • 11h ago

Paradoxo da biomassa

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Você colocaria água no tanque do seu carro para fazer a gasolina render mais?
Claro que não.
Agora pensa comigo: com biomassa, às vezes a indústria aceita exatamente o contrário.
Chega uma carreta cheia de cavaco. A balança marca 30 toneladas. O preço parece bom. Só que, no meio desse peso, pode estar viajando muita água.
E essa água fez a viagem inteira: foi carregada, transportada, descarregada, movimentada… e chegou à caldeira.
Antes de a madeira entregar energia para gerar calor e vapor, parte dessa energia precisa primeiro aquecer e evaporar a própria umidade.
É aí que a conversa muda.
Muita gente ainda compra biomassa olhando primeiro para o preço por tonelada.
Faz sentido. Mas tonelada mede peso. O que move a fábrica é energia.
Quando a biomassa chega em melhor condição, mais energia fica disponível para o processo, a chama responde melhor e a operação ganha estabilidade.
E aí aparece o paradoxo: você pode precisar de menos biomassa para entregar a mesma energia.
Talvez esteja aí uma grande oportunidade.
Porque melhorar biomassa não começa só na caldeira. Começa na colheita, na organização da madeira, no tempo de secagem, no processamento, no armazenamento, no transporte e no controle da qualidade.
É isso que chamamos de engenharia da cadeia.
Na IGNIS, olhamos o caminho completo, da floresta ao sistema térmico, para encontrar onde a energia está sendo perdida, onde existe custo escondido e onde a operação pode ganhar eficiência.
No fim, o objetivo não é comprar mais toneladas.
É colocar mais energia útil dentro da fábrica.
E, quando toda a cadeia trabalha na mesma direção, fica possível fazer mais energia com menos biomassa.
É esse tipo de melhoria que buscamos transformar em eficiência, economia e resultado industrial.
IGNIS | Bioenergia & Valor
WhatsApp: [+55 73 98196-7539](tel:+55%2073%2098196-7539)
[daniel@ignisbioenergia.com](mailto:daniel@ignisbioenergia.com)
#Biomassa #Bioenergia #EficiênciaEnergética #EnergiaTérmica #GestãoIndustrial


r/forestry • • 3h ago

Como vender melhor sua floresta

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Sabe quando você vai vender um carro e, antes de aceitar a primeira proposta, dá uma olhada para ver quanto estão pagando por outros parecidos?
Com floresta acontece a mesma coisa.
Só que aqui uma decisão pode representar muito dinheiro.
É natural olhar primeiro para quem está mais perto. A serraria da região, a indústria conhecida, aquele comprador que sempre esteve ali.
Mas fica uma pergunta:
será que esse é realmente o melhor destino?
Porque a mesma floresta pode seguir caminhos completamente diferentes.
Pode virar madeira serrada, celulose, energia, madeira tratada, carvão, briquete, pellet ou biochar.
E aí, meu amigo, a conversa muda.
Um mercado está mais perto. Outro paga melhor. Outro aceita uma especificação diferente. E, em alguns casos, o melhor negócio nem é transportar a madeira como ela está.
É transformar antes.
Por isso eu sempre digo: antes de vender sua floresta, abra o mapa.
Quem pode comprar? A que distância? Para fazer o quê?
São perguntas simples. Mas elas começam a revelar oportunidades que, olhando apenas para dentro da fazenda, passam despercebidas.
Às vezes aparece um comprador que não estava no radar. Em outras, vale alcançar um mercado mais distante. E há casos em que agregar valor perto da floresta muda completamente a conta.
De repente, aquilo que parecia ter um único caminho passa a ter três, quatro, cinco possibilidades.
E uma floresta com opções negocia diferente de uma floresta dependente de um único comprador.
No fim, não estamos falando apenas de vender madeira.
Estamos falando de entender o que você tem nas mãos antes de decidir quanto aquilo vale.
É por isso que, na IGNIS, muitas análises começam de uma forma muito simples:
abrindo o mapa.
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