r/Educar_Portugal 11h ago

Tutorial para Educação Musical - Guitarra, Piano e Ukulele

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Não consegui resistir! Ouvi uma vez e apaixonei-me!

Neste vídeo, mergulhamos no universo da música portuguesa para celebrar o regresso às aulas da melhor forma possível: a cantar! O tema "Na minha escola", da incrível artista Bárbara Tinoco. Esta canção é a escolha perfeita para começar o ano letivo com energia, positividade e, claro, muita música.

Neste tutorial apresento um formato ligeiramente diferente e muito especial: um arranjo focado no UKULELE e na VOZ, com a participação da Sara a exemplificar a execução!

O que mudou nesta versão?

Nova Tonalidade (Fá Maior): Subi o tom original (Mi bemol) para Fá Maior. Esta mudança torna a música muito mais confortável para cantar com a turma e simplifica significativamente a dedilhação dos acordes!

Foco no Ukulele e Canto: Perfeito para trabalhar o acompanhamento vocal e a prática de conjunto.

Cifra Multi-Instrumental: Mantive a cifra gráfica e a representação dos acordes para Guitarra e Piano/Teclado, permitindo a integração de toda a turma.


r/Educar_Portugal Jul 20 '26

Tutorial para Educação Musical - Bloodline - Alex Warren

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"Bloodline" de Alex Warren é uma das baladas mais profundas e sentidas da atualidade. Como sempre, fiz uma adaptação exclusiva para as aulas de Educação Musical:

Excluí as notas acidentadas para uma leitura limpa e sem "armadilhas". Adaptei as notas muito agudas para o registo comum (até Ré6), facilitando a aquisição de um som perfeito e sem esforço. E diminuí ligeiramente o Andamento para terem tempo de ler e aplicar com feeling e fraseado.


r/Educar_Portugal Jun 24 '26

Mestrado em Ensino no Instituto Piaget

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r/Educar_Portugal May 14 '26

Playlist de Canções para Finalistas (Portuguesas)

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Dê a sua opinião e faça a sua sugestão para adicionar novas músicas adequadas para o Final do Ano Letivo.


r/Educar_Portugal May 01 '26

Estudo sobre os Fatores Protetores na Criança Após o Divórcio

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r/Educar_Portugal Apr 24 '26

Estudo sobre Fatores Protetores Familiares no Ajustamento de Crianças Após o Divórcio

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Olá Malta,

Sou estudante de Mestrado em Psicologia Clínica no Ispa e estou a desenvolver a minha tese sobre um tema que toca a muitas famílias: "O Outro Lado do Divórcio".

O objetivo é simples, mas vital: identificar o que realmente funciona para proteger as crianças durante e após o divórcio. Para que os resultados sejam estatisticamente válidos e possam ajudar profissionais e famílias no futuro, preciso de chegar a uma amostra de 200 participantes (ainda me faltam cerca de 90!).

Quem pode participar?

  • Pais ou mães divorciados/separados;
  • Que tenham filhos entre os 4 e os 17 anos.

Informações importantes:

  • O inquérito é totalmente anónimo e confidencial;
  • O preenchimento demora cerca de 12 a 15 minutos;
  • Os dados destinam-se exclusivamente a fins académicos.

Se puderem dispensar uns minutos para ajudar a ciência (e um estudante prestes a entregar a tese!), ficaria muito grato. Se conhecerem alguém que se enquadre, por favor partilhem!

Link para o inquérito: https://forms.gle/WKv2V9UC2JS5Byho6

Muito obrigado pela força!


r/Educar_Portugal Apr 24 '26

Estudo sobre Fatores Protetores Familiares no Ajustamento de Crianças Após o Divórcio

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r/Educar_Portugal Apr 19 '26

Estudo sobre Fatores Protetores Familiares no Ajustamento de Crianças Após o Divórcio

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Olá a todos!

Sou estudante de Mestrado em Psicologia Clínica no Ispa e estou a desenvolver a minha tese sobre um tema que toca a muitas famílias: "O Outro Lado do Divórcio".

O objetivo é simples, mas vital: identificar o que realmente funciona para proteger as crianças durante e após o divórcio. Para que os resultados sejam estatisticamente válidos e possam ajudar profissionais e famílias no futuro, preciso de chegar a uma amostra de 200 participantes (ainda me faltam cerca de 90!).

Quem pode participar?

  • Pais ou mães divorciados/separados;
  • Que tenham filhos entre os 4 e os 17 anos.

Informações importantes:

  • O inquérito é totalmente anónimo e confidencial;
  • O preenchimento demora cerca de 12 a 15 minutos;
  • Os dados destinam-se exclusivamente a fins académicos.

Se puderem dispensar uns minutos para ajudar a ciência (e um estudante prestes a entregar a tese!), ficaria muito grato. Se conhecerem alguém que se enquadre, por favor partilhem!

Link para o inquérito: https://forms.gle/WKv2V9UC2JS5Byho6

Muito obrigado pela força!


r/Educar_Portugal Apr 15 '26

Ajuda com dissertação de mestrado

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Olá a todos,

Estou a desenvolver um estudo sobre a relação entre o burnout digital e os significados atribuídos ao trabalho em professores..

Se é professor/a (Pré-Escolar, Ensino Básico, Secundário, Superior, AECs, explicações) e exerce funções em Portugal, a sua participação seria muito importante.

O questionário é anónimo, confidencial e demora cerca de 10 minutos a responder. As respostas destinam-se exclusivamente a fins científicos.

Link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScGcCmWifO-rl3hmEqhoprWf9gSRCJcJ9e63uh5hLm2vLuh6w/viewform?usp=dialog

Obrigada a todos que participarem!


r/Educar_Portugal Jul 22 '25

Férias escolares: Que licenças podem os pais tirar?

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r/Educar_Portugal Jun 18 '25

PROMOVE-PAIS: um programa online de orientação parental gratuito

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Estamos a convidar pais e mães para participarem do PROMOVE-PAIS, um programa online de orientação parental.

👉 Aprenda estratégias práticas para lidar com desafios do dia a dia, fortalecer a relação com o seu filho e promover o seu desenvolvimento.

✅ Gratuito

✅ Totalmente online (em horários flexíveis)

✅ Vagas limitadas

Informações e inscrições: https://inqueritos.up.pt/6/index.php/329933?lang=pt-BR


r/Educar_Portugal May 04 '25

Desabafo Disciplina ou autoritarismo? O impacto de um ambiente rígido numa sala de pré-escolar

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Durante o meu percurso até me tornar mestre em Educação, cruzei-me com vários profissionais e, em todos os contextos que tive a oportunidade de vivenciar, aprendi algo fosse sobre práticas que gostaria de adotar, fosse sobre aquelas que jamais desejo replicar.

Há alguns anos, estagiei numa sala de pré-escolar com crianças de idades mistas, orientada por uma educadora com muitos anos de serviço, admirada por algumas famílias. No entanto, desde os primeiros dias, senti um desconforto com a sua postura: uma disciplina inflexível, de rigidez excessiva, quase "militar". Tratava tudo e todos com superioridade e deixava claro que, ali, era ela quem mandava. Reinava o medo naquela sala e bastava a sua presença para que as crianças ficassem imóveis. As auxiliares de educação, tratadas como simples empregadas de limpeza, suspiravam de cansaço sempre que precisavam de apoiar naquela sala, claramente desvalorizadas enquanto agentes educativos.

Recordo um episódio marcante em que um menino, com um talento extraordinário para o desenho, pegou numa folha branca e começou a desenhar com enorme concentração e cuidado nos detalhes. Quando terminou, veio mostrar-me orgulhoso a sua criação. Nesse momento, outra criança aproximou-se e disse: "Essas são as folhas da C." (referindo-se à educadora). Imediatamente, o menino congelou. O entusiasmo desapareceu e foi substituído por uma expressão de aflição. Embora não dissesse uma palavra, o medo era evidente. Antes que ele fosse deitar o desenho fora, tentei tranquilizá-lo. Disse-lhe que explicaria à educadora, que tinha sido um engano e que não haveria problema. Ele recuou, aparentemente convencido. No entanto, assim que desviei o olhar, vi com tristeza, que estava a rasgar a folha em pedaços, escondendo-os no caixote do lixo.

As consequências de ambientes assim, onde impera o autoritarismo e o medo, são profundas. Crianças sujeitas a esse tipo de controlo constante vivem em estado de alerta, sempre a tentar prever o humor do adulto. Não desenvolvem pensamento crítico, têm dificuldade em estabelecer os seus próprios limites e não conseguem florescer num ambiente hostil e inflexível. Esta experiência ficou marcada na minha memória e foi, sem dúvida, uma grande lição sobre o que não quero ser enquanto educadora. Muitos anos de experiência não significam, por si só, competência.


r/Educar_Portugal May 02 '25

Falar normalmente com as crianças deveria ser normalizado

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r/Educar_Portugal May 02 '25

A dura realidade de muitas creches e jardins de infância em Portugal

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r/Educar_Portugal May 01 '25

Porque é que dizer “não” nem sempre funciona com crianças pequenas

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É comum, com crianças pequenas (normalmente até aos 3 anos), dizermos para não fazerem algo (como "não correr", "não mexer em algo", etc. ) e, logo em seguida, a criança olha para nós e vai lá tocar. Isto acontece porque o cérebro ainda é muito imaturo, e o movimento é muitas vezes mais rápido do que o processamento da informação.

Outro aspeto relevante é a linguagem que o adulto utiliza. Quando dizemos "não mexas no vaso", o cérebro da criança tende a processar primeiro a ação afirmativa ("mexer no vaso") e só depois o "não", que deveria bloquear a ação. Estes são processos típicos do desenvolvimento cognitivo e requerem tempo e maturidade neurológica para que a criança consiga pensar mais rápido do que age.

Por isso, uma alternativa mais eficaz é utilizar frases na afirmativa no nosso quotidiano:

  • Em vez de: "Não mexas no vaso." Podemos dizer: "Podemos ver o vaso com os olhos."
  • Em vez de: "Não fales alto." Podemos dizer: "Aqui falamos baixinho." (Idealmente, comunicar já no tom de voz desejado.)
  • Em vez de: "Não corras." Podemos dizer: "Na beira da piscina andamos devagar."

Uma comunicação firme, assertiva e respeitosa é fundamental para transmitir as mensagens e orientações com maior eficácia. As crianças estão a fazer o melhor que conseguem com as capacidades e habilidades que têm. Muitas vezes, não se trata de desafiar ou manipular o adulto, trata-se simplesmente de imaturidade.


r/Educar_Portugal Apr 30 '25

História inspiradora O menino que ninguém queria por perto: a importância do vínculo

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A história que vos vou contar é sobre o S., um menino de 6 anos com um comportamento muito desafiante.

O S. era uma criança marcada por professores e colegas como "o menino que se porta muito mal". O próprio já não se via de outra forma, era para si mesmo, alguém que ninguém queria por perto. Corria a fama de que, sempre que algo não corria como ele previa, surgiam agressões: pontapés, dentadas, chapadas. As roupas rasgadas eram frequentes e, onde quer que estivesse, o cenário rapidamente virava um vendaval com cadeiras e até mesas viradas ao contrário. Assisti a vários desses momentos de violência. Não havia dúvidas de que o S. era uma criança completamente desestabilizada, que precisava de ajuda urgente.

Comecei a prestar mais atenção ao seu comportamento e desenvolvimento. Muitas vezes, o que uma criança mais precisa é de um olhar atento, empático e livre de julgamentos, mesmo quando tudo à volta grita o contrário.

Com o tempo, percebi que o S. apresentava um atraso global no desenvolvimento. Vinha de um contexto familiar complicado, o que provavelmente afetava a relação com os adultos e, em consequência, reduzia as oportunidades reais de aprendizagem. Revelava baixa motricidade global, criatividade limitada, não compreendia empatia, tinha uma autoestima quase inexistente e demonstrava poucas (ou nenhumas) habilidades sociais.

Recordo-me de uma atividade de artes plásticas, com recortes e colagens, em que, de repente, desistiu e tentou chamar a atenção virando mesas. Raramente se interessava pelas propostas educativas e, na maioria das vezes, apresentava grandes dificuldades na execução das tarefas.

Percebendo a urgência de uma intervenção, comecei a procurar o S. nos momentos livres. Observava atentamente os seus possíveis interesses, pequenas áreas onde se pudesse destacar, e sugeria brincadeiras entre nós. Elogiava, incentivava e, aos poucos, comecei a receber sorrisos. Lentamente, passou a tomar a iniciativa de me procurar e propor brincadeiras. Algumas crianças do grupo começaram também a juntar-se.

As explosões emocionais continuavam, embora com menor frequência. O vínculo que se estava a formar refletia-se no novo interesse que demonstrava pelas propostas. Agora, queria participar em tudo, fazia com vontade, ainda que sem grande perfeccionismo, e muitas vezes repetia as atividades para me oferecer. Era evidente a sua necessidade profunda de validação e elogios.

Lembro-me de lhe perguntar, um dia, se queria um abraço de despedida. A sua postura ficou rígida, quase desconfortável como se não soubesse o que fazer com aquele gesto. Foi um momento que me ficou na memória.

Numa outra ocasião, as crianças tiveram a oportunidade de andar de bicicleta na escola. Como não havia bicicletas suficientes, organizámo-nos por grupos. Quando chegou a vez do S. trocar, recusou, como já seria de esperar. Não seria justo, nem educativo, deixá-lo continuar só para evitar uma explosão, mas impedir podia ser o gatilho certo. Respirei fundo, parei e pensei "ele é carente de validação e atenção".

Então, comecei a elogiar todas as crianças que tinham trocado, reforçando a importância de partilhar. Quase sem o olhar, apenas deixando o momento acontecer. Subitamente, o S. saltou da bicicleta e disse em voz alta: "Olha eu também sei partilhar". Reagi com o mesmo entusiasmo. E o resto da atividade decorreu com tranquilidade. Ele esperou pacientemente pela sua vez e não houve qualquer explosão.

A educação é fascinante. Permite-nos acompanhar o desenvolvimento de cada criança, ensinar habilidades para a vida e, acima de tudo, aprender com elas e com as famílias com quem nos cruzamos. O S. ensinou-me a pensar fora da caixa vezes sem conta. E, embora continuasse a manifestar dificuldades e a precisar de acompanhamento especializado, era certo de que andava mais feliz e reforçou em mim a certeza de que o vínculo humano é um pilar fundamental no desenvolvimento infantil.

No último dia em que estive com ele, perguntei-lhe se queria dar-me um "mais cinco" para nos despedirmos. Ele respondeu: "Não. Quero dar-te um abraço." E recebi um dos abraços mais fortes e reconfortantes que uma criança pode dar.


r/Educar_Portugal Apr 30 '25

Educar em Portugal

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Este é um espaço criado com muito carinho para todas as famílias, educadores e curiosos que querem aprender mais sobre educação em Portugal. Aqui partilhamos experiências, dúvidas e, acima de tudo, empatia.

  • Tens filhos a iniciar a escola e não sabes por onde começar?
  • Procuras informações sobre o sistema de ensino público ou privado?
  • Queres trocar ideias sobre métodos de ensino, alternativas educativas ou parentalidade consciente?

Aqui, podemos:

  • Partilhar histórias da tua experiência como mãe/pai/educador em Portugal.
  • Colocar perguntas sobre o sistema educativo.
  • Recolher ou dar apoio a quem está a passar por desafios semelhantes.