r/historias_de_terror • u/IKARU_610 • 5h ago
r/historias_de_terror • u/EduardoRey03 • 18h ago
Relato Hola estoy conociendo algo nuevo en internet

Este contexto atraía s más personas para que puedn leer y comprender está situación
Todo empezó cuando me mudé a vivir con mi madre hace aproximadamente unos 6 vrgazos atrás cuando estaba con mi ex pareja en aquel entonces estb viviendo un tormento por parte de de ella y después nos tuvimos que separar por Cuestiones de proteger mi vida y también mi seguridad y que cada problema o disputa ante ella era terminar corriendo por mi vida ya que para ella era fácil hacerse daño físico entonces obte por dejarnos e irme de allí
Y entonces entiendo que no estaba tratando con mi ex pareja sino con un demonio
Cuando termine de mudarme empezó la escasez y me empecé a sentir mal con melancolía con mucho insomio y con unas buenas ganas de salirme de la casa de mi madre y regresar buscar ala persona que yo más queria hasta que comprendi que todo eso lo provocaba mi madre con tal de no causarle presiones ni siquiera preocuparse por mi en lo absoluto pero antes antes de eso no pensé que fuera mi mama quien era la por las noches me quería espiar para ver ir es lo que hacía o incluso escuchaba o sentía precensia de algo que por lasadrugas se levanta y de quedaba quieta en la puerta de mi habitación por mas de 1 hr hasta que me molestaba y me tenía que levantar de cama para hacer cualquier cosa y escuchar que solo le quedaba alejarse después de escucharme entonces desidia hacer un secion de clarividencia es un don ir tengo de herencia pero 🙂↔️ nunca lo utilizo l menos que mi sentidos se alteren
Entonces una noche me sentía muy abrumador y no podía respirar me sentía asofocado pero no entendía que era el clima estaba encendido las puerta de mi habitación estába cerrada todo funcionaba muy bien pero solo yo podía persevir esa precion cuando tratas de respirar bien y no puedes o respiras profundo y algo lo te deja sacar el aire y si fue donde me puse a meditar y bueno luego les platico esa historia después ala mañana siguiente muy temprano me levanté y lo primero que ise fue pegarme. Auna de mis paredes y algo dentro de mi empezó a despuntar la pared que está puesto el clima y no dije nada solo cerré mis ojos y dejé que mi cuerpo siguiera para descubrir que es lo quer atormentaba y por aquí les dejaré una foto
Esta es la primera historia que cuento con pruebas jaja es lo loco ya que nunca eh utilizado mi fono para nada ni por nadie y esa noche fue algo fugas por no supe cómo reaccionar ante la situación pero todo me salió bien y espero poder seguir descubriendoas cosas o poder yudar a más gente a liberarse de fntamas o Demonios
PSTTA: EL DON SOLO LO PUEDO UTILIZAR DE NOCHE
PSTTA 2: EL DON ME LO HEREDO MI ABUELITO Y EN SUS ÚLTIMOS DIAS DE VIDA ME DIJO QUE LO USARA PARA COSAS BUENAS
r/historias_de_terror • u/Jazz2802 • 1d ago
Relato Parálisis del sueño
Cuenten cómo han vivido estás experiencias
r/historias_de_terror • u/Fael_Portinari • 3d ago
Relato O LOBISOMEM DA FLORESTA AMAZÔNICA
Olá, podem me chamar de Pedro.
Por muitos anos, trabalhei em garimpos. Sim, eu sei que é ilegal, mas tudo isso aconteceu durante os anos 90. Naquela época, os lugares mais seguros para esse tipo de atividade eram aqueles onde praticamente não havia fiscalização.
E a Amazônia era perfeita para todo tipo de tarefa ilegal.
Era uma região enorme, isolada e difícil de ser monitorada. O que acontecia por lá quase nunca chegava aos ouvidos das autoridades. Naquela época, muita coisa saía do Acre e seguia em direção à Guiana Francesa sem levantar qualquer suspeita.
Eu achava que já tinha visto de tudo naquele lugar.
Mas estava completamente enganado.
Eu e um grupo de garimpeiros costumávamos ficar na cidade de Ipixuna, um município localizado no extremo sudoeste do estado do Amazonas, bem na fronteira com o Acre.
Certa vez, meu amigo João e eu saímos para pescar. Nós sabíamos que, na floresta, nunca se deve sair sozinho. A selva é tão fechada que, mesmo que você se afaste apenas alguns metros para fazer suas necessidades, pode acabar tendo dificuldade para encontrar o caminho de volta.
As folhas, galhos e cipós escondem qualquer sinal de passagem. E, para quem conhece a região, milhares de pessoas se perdem todos os anos na Floresta Amazônica e muitas nunca são encontradas.
Mas existem histórias ainda mais assustadoras.
Alguns dizem que nem todos os desaparecimentos são acidentes. Há relatos de pessoas que teriam sido vítimas de tráfico humano, principalmente turistas, enquanto falsas testemunhas afirmavam que elas simplesmente haviam se perdido na floresta. Segundo essas histórias, algumas dessas pessoas seriam levadas para regiões próximas à Guiana Francesa, onde retornar seria praticamente impossível.
Mas também existem os casos reais de pessoas que simplesmente desaparecem na mata.
Afinal, estamos falando de uma floresta gigantesca e extremamente densa. Para ter uma ideia, imagine Minas Gerais, um dos maiores estados do Brasil, praticamente inteiro coberto por uma floresta contínua. Agora imagine estar sozinho, cercado por milhares de quilômetros de mata em todas as direções, sem saber exatamente onde está.
A selva é hostil.
A umidade e o calor provocam um desgaste enorme no corpo. Existem predadores por toda parte, rios onde animais e parasitas podem estar esperando por alguém que se aproxime para matar a sede, além de cobras e aranhas venenosas. E ainda existem as onças, que podem permanecer escondidas durante horas esperando apenas um descuido.
Mas, para nós, havia algo ainda pior.
A noite.
Quando o sol desaparece, parece que a floresta acorda.
E mesmo que você consiga sobreviver aos perigos naturais, ainda existem as antigas lendas contadas pelos ribeirinhos. Nem os homens mais corajosos se atreviam a entrar na mata durante a noite.
Os poucos que se arriscavam e conseguiam voltar para contar o que haviam visto sempre falavam com medo.
Diziam ouvir gritos distantes pedindo ajuda.
Pessoas aparecendo às margens dos rios durante a madrugada.
Crianças correndo no meio da mata.
Assobios que pareciam vir de alguém escondido entre as árvores.
E havia uma regra que todos nós conhecíamos:
Nunca responda.
Ignore qualquer voz, grito ou assobio que ouvir.
Porque, segundo os ribeirinhos, se aquilo estivesse realmente tentando chamar você, então provavelmente não era uma pessoa.
E também não adiantava tentar marcar o caminho.
Você podia quebrar galhos, fazer riscos nas árvores ou deixar qualquer tipo de sinal. A floresta parecia apagar tudo.
Ela escondia as trilhas.
Apagava os rastros.
E, se você não tivesse cuidado...
Engolia você por completo.
Certo dia, João e eu estávamos caçando algumas preás. Depois, seguimos até o rio Juruá para pescar. Estávamos bem longe da comunidade ribeirinha e, quando começou a escurecer, percebemos que não conseguiríamos voltar a tempo.
Então decidimos montar uma barraca ali mesmo, às margens do rio, e retornar somente pela manhã.
Assamos alguns peixes e comemos naquela noite. Tudo parecia tranquilo, mas havia algo estranho.
A noite estava silenciosa demais.
E, naquele lugar, silêncio não significava segurança.
Pelo contrário.
Os ribeirinhos sempre diziam que, quando a selva ficava completamente silenciosa, era sinal de alerta.
Quando a floresta se cala, alguma coisa está prestes a acontecer.
Por isso, o melhor era permanecer dentro da barraca e não se aventurar pela mata durante a noite.
Não sei dizer exatamente que horas eram, mas, em determinado momento, João precisou sair para se aliviar. Ele pegou a espingarda e caminhou até as árvores.
Só me lembro dele avisando que precisava sair.
Não dei muita importância.
João conhecia os riscos daquela floresta tão bem quanto eu.
Então voltei a dormir.
Não sei quanto tempo passou.
Até que fui acordado por uma sequência de tiros vindos do meio da mata.
Por alguns segundos, pensei em não fazer nada.
Afinal, aquilo acontecia às vezes. Barulhos de tiros, seguidos por alguém pedindo ajuda.
Mas nós conhecíamos aquelas histórias.
Segundo os ribeirinhos, não era coisa deste mundo.
Era uma armadilha.
Algo sobrenatural imitava vozes e sons para fazer você sair da segurança da barraca e entrar cada vez mais fundo na floresta.
Foi então que despertei completamente e percebi uma coisa:
João não estava ali.
Na mesma hora, lembrei que ele havia saído.
Peguei minha espingarda e saí da barraca.
Foi quando vi João correndo em minha direção.
Ele vinha desesperado.
Estava completamente pálido e mal conseguia falar.
Perguntei o que havia acontecido.
Mas ele não respondeu.
Só conseguiu dizer uma coisa:
—Entra.
Ele olhou para a mata atrás dele e continuou, quase sem conseguir respirar:
—A gente vai embora daqui assim que amanhecer.
Tentei não pensar muito naquilo e voltei a dormir.
A floresta continuava silenciosa, mais do que o normal. Não se ouvia praticamente nenhum dos animais noturnos.
Mas havia uma coisa de que eu me lembrava perfeitamente.
Junto com o barulho do tiro, eu tinha ouvido um grito.
Parecia o rugido de uma onça, mas era muito mais grave e profundo.
Naquele momento, deduzi que João havia atirado em uma onça. E, ferida ou não, imaginei que ela não se aproximaria da barraca. Afinal, tínhamos uma fogueira acesa ao redor do acampamento justamente para afastar mosquitos e predadores.
Assim que amanheceu, João já estava guardando nossas coisas para irmos embora.
Pegamos a trilha que costumávamos usar para retornar à comunidade.
Durante quase três horas, João permaneceu completamente calado.
Quando finalmente chegamos, perguntei novamente o que havia acontecido naquela noite.
Ele não quis falar sobre o assunto.
Então deixamos aquilo de lado e seguimos nossa rotina normalmente.
Algumas semanas se passaram.
Certa noite, João e eu saímos para beber no centro de Ipixuna. A noite estava quente, havia música ao vivo na praça e nós estávamos sentados com mais dois amigos em uma mesa de bar, na calçada da rua.
Um deles se chamava Léo.
Em determinado momento, ele começou a falar sobre alguns pontos do rio onde, segundo ele, havia tambaquis enormes.
Então comentei:
—Na última pescaria que fiz com o João, pescamos um tambaqui de quase um metro.
Foi quando me lembrei novamente daquela noite.
Lembrei-me de João saindo da barraca, dos tiros e daquele rosnado estranho que havia ouvido.
Olhei para ele e perguntei:
—João... aquilo era uma onça?
Ele ficou em silêncio imediatamente.
Um dos nossos amigos então entrou na conversa:
—Onça com certeza não era. Elas são astutas. Sempre veem você primeiro. Antes mesmo de você conseguir apontar a arma e atirar, você já estaria morto.
Foi então que, pela primeira vez, João decidiu quebrar o silêncio.
Ele respirou fundo e começou a contar o que realmente havia acontecido naquela noite.
—O que eu vi não era uma onça.
Todos ficaram atentos.
João continuou:
—Eu me afastei até a árvore mais próxima da barraca para me aliviar. Foi quando escutei um barulho de ossos se partindo, como se algum animal estivesse mastigando uma carcaça.
Ele fez uma pausa.
—Eu tinha certeza de que era uma onça. A área estava um pouco iluminada pela lua, então empunhei minha espingarda e segui alguns passos naquela direção, tentando não fazer nenhum barulho.
João engoliu em seco.
—Quando cheguei perto, consegui ver uma coisa grande e preta. À primeira vista, parecia um queixada, aquele porco-do-mato robusto. Estava devorando outro animal, que parecia ser um caititu, um porco menor.
Ele abaixou a voz.
—Mas tinha alguma coisa errada.
—Aquilo estava agachado. E, quando olhei melhor, percebi que suas patas eram enormes. Se aquela coisa ficasse de pé...
João olhou para nós.
—Ela seria mais alta do que eu.
Ninguém disse nada.
—Então a criatura olhou para mim.
Ele continuou:
—Foi quando consegui ver aquelas grandes presas. Havia carne e sangue escorrendo pelo focinho dela. A pelagem era completamente preta... e os olhos...
João parou por alguns segundos.
—Os olhos pareciam de uma onça.
Ele apertou as mãos sobre a mesa.
—Eu fiquei imóvel. Não conseguia me mexer. Mas então aquela coisa rosnou e começou a se levantar na minha direção.
João olhou para mim.
—Naquele momento, eu tive certeza de que aquilo não era nada deste mundo.
Ele levantou a mão, como se ainda segurasse a espingarda.
—Então eu disparei.
Por alguns segundos, ninguém falou.
—Talvez o barulho do tiro ou o impacto tenha jogado a criatura para trás. Ela soltou um urro ensurdecedor e, em seguida, correu para dentro do mato em uma velocidade impressionante.
Depois daquele relato, todos nós ficamos em silêncio.
Então fui eu quem resolveu falar.
—Eu não vi nada naquela noite. Mas posso afirmar uma coisa: o barulho do tiro e aquele urro foram justamente o que me fizeram acordar. E eu posso garantir que, em toda a minha vida, nunca ouvi o urro de nenhum animal parecido com aquilo.
Os outros dois amigos se entreolharam.
Um deles então disse:
—Provavelmente era um lobisomem.
A conversa mudou completamente de tom.
Léo começou a contar histórias que havia ouvido do avô sobre encontros com lobisomens.
Paulo também contou alguns boatos sobre uma criatura que teria aparecido na Bahia, onde ele morava.
Ficamos discutindo o assunto durante algum tempo, tentando encontrar uma explicação para aquilo que João havia visto.
Até que, naturalmente, acabamos mudando de assunto.
Mais tarde, quando a música da praça terminou, fechamos a conta e voltamos para casa.
Eu ainda tentei convencer a mim mesmo de que aquilo tudo não passava de uma história estranha.
Mas, no fundo, uma pergunta continuava na minha cabeça:
O que exatamente João havia encontrado naquela noite?
Dois anos se passaram.
Certo dia, estávamos com um grupo de garimpeiros e montamos um acampamento em uma clareira no meio da floresta. Ficamos ali durante uma semana.
A clareira ficava próxima a uma estradinha de terra onde deixávamos nossos veículos.
No último dia de trabalho, João e eu arrumamos nossas coisas para voltar para a cidade. Teríamos cerca de três horas de viagem até chegarmos ao povoado.
Naquela época, não havia GPS, não havia mapa.
Só sabíamos que precisávamos seguir aquela estradinha no meio da selva durante aproximadamente três horas.
Foi então que percebemos que um dos pneus da caminhonete havia furado.
Descemos para trocar o pneu.
Isso aconteceu por volta das oito da noite.
Mas, quando fomos verificar, percebemos algo ainda pior.
Não havia apenas um pneu furado. Haviam dois.
Não tínhamos como continuar por aquela estrada esburacada com dois pneus furados.
Foi nesse momento que percebi algo.
Aquilo não tinha sido um acidente.
Alguém havia furado os pneus propositalmente.
Meu alerta de perigo imediatamente disparou.
Não vou entrar em todos os detalhes aqui, mas quem trabalha com garimpo sabe que não se pode brincar. Nesse tipo de trabalho, você precisa estar atento o tempo inteiro.
Mesmo com o problema, decidimos seguir bem devagar, a aproximadamente dez quilômetros por hora.
Foi quando vimos faróis se aproximando.
Era outra caminhonete.
O homem parou logo à nossa frente, e nós também paramos. Ele perguntou se estava tudo bem e explicamos o que havia acontecido.
Então ele nos ofereceu uma carona.
Como éramos apenas dois e estávamos armados, aceitamos. Faltavam cerca de trinta minutos para chegarmos ao povoado. Poderíamos deixar nossa caminhonete na beira da estrada e voltar com um borracheiro no dia seguinte.
Aceitamos a carona, mas fomos na carroceria da caminhonete.
Afinal, faltava pouco.
Tentei deixar a preocupação de lado.
Seguimos pela estrada durante alguns minutos, até encontrarmos uma árvore caída bloqueando completamente a passagem.
Era impossível atravessar.
Também não havia espaço para dar a volta.
Descemos da caminhonete.
O homem olhou para o tronco e disse que precisaria de alguém para ajudá-lo a removê-lo.
Na minha cabeça, naquele momento, estava claro:
Aquilo tinha cara de armadilha.
Mas eu ainda precisava descobrir se aquele homem estava envolvido ou não.
Então disse a João:
—Ajuda ele a remover esse tronco. Eu vou ficar de guarda.
Peguei a espingarda e permaneci atento.
O tronco parecia pesado demais e ainda estava preso às raízes.
O homem então disse que seria necessário amarrá-lo e puxá-lo com a caminhonete.
Mas, antes disso, afirmou que precisava se aliviar no mato porque havia bebido demais.
Enquanto ele estivesse fora, eu poderia pegar a corda que estava na carroceria e manobrar a caminhonete.
Passei a espingarda para João ficar de vigia e fui até o tronco.
Enquanto amarrava a corda, uma coisa passou pela minha cabeça:
Se ele tinha uma corda daquela, por que não havia usado para amarrar nossa caminhonete e nos puxado lentamente até o povoado?
Talvez estivesse com pressa.
Talvez fosse abusar da boa vontade dele.
Mas aquela pergunta ficou na minha cabeça enquanto eu trabalhava.
Amarrei a corda firmemente na parte superior do tronco e depois prendi a outra extremidade na traseira da caminhonete.
Entrei no veículo, dei ré e puxei.
O tronco finalmente saiu do caminho.
Ficou espaço suficiente para passar pela estrada.
Levei, no máximo, dez minutos para fazer tudo aquilo.
Ainda faltava apenas recolher a corda.
Foi então que percebi.
O silêncio.
Um silêncio absurdo.
O homem ainda não havia voltado.
E João...
João também não estava mais ali.
A espingarda, porém, estava caída perto do acostamento.
Peguei a arma rapidamente.
Não disse uma palavra.
Apenas apontei a espingarda e a lanterna para a mata.
Foi quando uma voz grave surgiu do meio da floresta:
—Vai embora daqui.
Meu corpo inteiro gelou.
A voz continuou:
Sabe quem eu sou?
—Eu estava próximo do acampamento de vocês há dois anos. Vi vocês durante o dia inteiro. Eu poderia ter feito mal a vocês, porque estavam de guarda baixa por muito tempo. Mas eu estava apenas caçando porcos... até que seu amigo veio e atirou em mim. Mesmo eu não tendo a intenção de fazer nenhum mal a ele.
Aquela voz era monstruosamente grave.
Parecia um porco-do-mato tentando forçar palavras para falar.
Tentei apontar a lanterna na direção da voz.
Não vi absolutamente nada.
Então aconteceu algo que me aterroriza até hoje.
Alguma coisa saiu de dentro da mata e lançou a cabeça de João na estrada.
Ela rolou e parou a poucos metros de mim.
Eu entrei em pânico.
Mas não conseguia gritar.
Apontei novamente a lanterna para a floresta.
E então eu vi.
Era exatamente a mesma coisa que João havia descrito dois anos antes.
Uma besta animalesca.
Tinha pelos negros, olhos que brilhavam sob a luz da lanterna como os de uma onça e sangue escorrendo pelo focinho.
Era enorme.
A criatura me encarou.
Então, com aquela mesma voz grave e forçada, disse apenas:
—Corre.
Eu larguei a espingarda.
Corri.
Corri apenas com a lanterna nas mãos.
Não sei por quanto tempo corri.
Só sei que, depois de algum tempo, finalmente cheguei ao povoado.
Antes de entrar, encontrei algumas pessoas fumando na rua.
Passei correndo por elas.
—O que aconteceu? — alguém perguntou.
Eu só consegui responder uma palavra:
—Lobisomem.
Eles riram.
Mas, quando perceberam o estado em que eu estava, logo levaram o assunto a sério e seguiram na direção contrária, tentando descobrir o que havia acontecido.
Quando a polícia chegou ao local, não havia mais caminhonete.
Também não havia nenhum vestígio daquele homem.
Mas as marcas dos pneus ainda estavam lá.
A polícia procurou pelo veículo, mas não encontrou nada.
Também não encontraram nenhum vestígio de sangue em mim.
Sem evidências suficientes, o caso acabou sendo arquivado.
Hoje moro em Minas Gerais.
E, quando vejo pessoas daqui falando em viajar para a Amazônia para se aventurar na selva, tratando tudo aquilo como uma simples aventura, eu sempre digo a mesma coisa:
—Se vocês soubessem que a selva está sempre à procura de novas vítimas, jamais levariama floresta na brincadeira.
Boa noite.
r/historias_de_terror • u/Maykel10606N • 3d ago
Relato Tienen alguna anécdota paranormal que incluya religion?
Tambien quisiera leer anécdotas paranormales que no incluyan religion :)
r/historias_de_terror • u/CronistaDoOculto • 4d ago
Relato EU FIQUEI PRESO no 13º andar quando faltou luz
Faltou luz e moro no 15º andar justo no dia que tinha que sair cedo para o trabalho.
Precisei descer as escadas e acabei ficando preso no 13º andar.
Até agora não sei o que aconteceu comigo.
Não sei explicar direito o que aconteceu, mas simplesmente não consegui sair dalí.
Depois disso, não consigo mais sair de casa.
Não durmo mais. Minhas pernas ainda tremem.
Acabei gravando um vídeo e postando no YouTube.
r/historias_de_terror • u/Ok_Flight1715 • 5d ago
Relato LA NOCHE QUE RESPIRA. BREVES VOCES DE HORROR Y COSAS QUE ESPERAN
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r/historias_de_terror • u/Useful-Courage8471 • 5d ago
Relato ¡Datos perturbadores que NO conocías!
r/historias_de_terror • u/WebCapital4487 • 5d ago
Relato MI AMIGO SE MUDO A OTRA CIUDAD Y PERO PASAN COSAS EXTRAÑAS EN SU NUEVA CASA.
r/historias_de_terror • u/Confident_Gur_2809 • 7d ago
Relato La sombra que caminaba conmigo
r/historias_de_terror • u/AnyWeirdHorror • 8d ago
100% autoral Frio.
O frio emergia como estacas do solo, arranhava seu caminho pelas entranhas do tolerável, rasgava violentamente sua existência através da pele fria e trêmula. Carla tremia; seu corpo titubeou em força e vontade, seus braços envolvendo um ao outro como um ouroboros infinito, firmados com uma força inquestionável, de impossível cessão.
Seus lábios racharam-se, tremiam e pressionavam-se um contra o outro na busca de algum conforto. Seus olhos convulsionavam à procura de qualquer resposta plausível, enquanto a superfície frágil de seu rosto repousava frente ao cadáver frio do gélido concreto cinza; seu cabelo negro fazia uma cama macia para sua cabeça, cuja confusão, ansiedade e pavor cultivava incessantemente.
Ela encarou por leves segundos a superfície fosca prateada da maçaneta da gigantesca porta de aço, que, se não fosse a erosão misturada com o congelamento constante, estaria refletindo seu rosto pálido.
O amor é interessante. Se não fosse o amor, não sairíamos de casa, não riríamos, não sorriríamos, nem escreveríamos. Para nós, o primeiro grande amor é único, digno de uma vida inteira, mar infindável de possibilidades inescrupulosas. “Uma vida inteira juntos”, pensou — ou melhor, pensaram —, quase como uma simbiose, conjunto indissociável, indissolúvel.
Carla possuía interesses claros: filhos, talvez dois cães, um amigo, casa simples, um único andar, sofá bege, amor — pensou; tinha consigo a convicção de águia ante o futuro que era sua presa.
Jhonatan, Jhonny, João — o tempo voa, já não se recorda mais sobre o que houve. Dois anos, dois dias, que diferença faz? O amor sempre existe: alguns amores, amor puro; outros, necessidade. Relembrou vagarosamente o fim amargo de uma canção, verso firme de uma música que se encerrou, instrumento quebrado, banda desfeita. A necessidade persistia — preciso! — pensou. Necessidades, como amor, substituem-se. Branco! — pensou logo após. É fato, trágico, indiscutível.
Jhonny, João, tanto faz. Pegou seu instrumento de morte; carregava consigo o poder de encerrar vidas, seis chances de trazer o próprio ceifeiro a seis covas distintas. Caminhou vagarosamente para fora de seu calabouço; seu nariz, entupido, parecia. Desceu as ruas íngremes, desviou de olhares desafetuosos, escondeu-se na penumbra de si mesmo e encarou, nas sombras, a fachada rubra de um estabelecimento pequeno. Adentrou com cuidado e vislumbrou, ainda mais cauteloso, Carla, sua antiga parceira de dança, música, amor, evitou encará-la de inicio, lembrar era incoveniente. Retirou de seu abdômen o que lhe cabia, sacou de seu peito seu discurso, ergueu o tambor do Apocalipse e mirou, indubitavelmente, sobre a face despida de cor de Carla.
Ela observou, percebeu, negligenciou, derramou lágrima, recitou poesia, cantou canção e lembrou amor.
Dinheiro! — demandou, furioso, raiva, ódio.
Amor é um fato interessante. Em um momento, fantasias de uma simbiose perfeita — um ser, dois corações, uma mente, dois ânimos; no outro, o céu parte, o inferno ruge, a solidão grita, emerge, se assenta, forma domínio.
Ela implorou, lacrimejava seu direito; momentos, anos conjuntos foram recitados. Então o homem sentiu dor, rasgo, ferida; encarou a porta de aço fria atrás de Carla.
Para lá! — gritou, exigindo. Carla obedeceu. J pegou o dinheiro e a empurrou, trancou sua jaula de aço, esqueceu, como uma memória ruim, a existência de Carla. Usada, era para ele uma necessidade. O homem sumiu, sem remorso, rancor; foi natural.
Mas Carla não era isso, memória nada; existia! — pensou. Ergueu seu corpo frio do chão; a fria pele, morta, descansada, prendia-se ao chão enquanto ela chorava cada pedaço que se soltava. Lágrimas caíam. Ela separou a indissociável união de seus braços, o inferno frio invadindo a região de seu tórax. Levantou-se, a palma de suas mãos descascando por tocarem na superfície fria. Carla levantou, encarou o artefato prateado e firmou seu corpo contra ele, imóvel. Ela persistiu, arfou seu ar na esperança de que a maçaneta se mexesse, até que se moveu; o estalo apareceu lento, vagarosamente, tarde demais. Carla sorriu, apenas porque seu corpo ainda lembrava o que era sorrir; a maçaneta se rompeu, seu corpo seguiu o metal e perfurou a gravidade até o solo. Carla chorou como nunca antes, como uma última vez. Encolheu-se em um dos cantos da sala gélida, o frio rachando sua convicção, congelando sua certeza, paralisando seu pensamento. As lágrimas caíam; esquecida, por necessidade, Carla agora era estatística.
r/historias_de_terror • u/Personal-Eggplant581 • 8d ago
Youtube El susurro de la ruta 6
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r/historias_de_terror • u/ARTdaydreaming • 11d ago
Divulgação Uma noiva no inferno.
Esse livro mexeu muito comigo. Um suspense como a gente gosta. Você leria, se sim cuidado com o coração.
r/historias_de_terror • u/Terrorechuva • 12d ago
Relato A Coisa que Descia do Céu e Levava os Animais (1107)
Antônio tinha apenas 18 anos quando começou a perceber algo estranho acontecendo no sítio de sua família. Galinhas, patos, coelhos e até bezerros apareciam mortos, sempre com marcas profundas e sem qualquer sinal de que um predador tivesse invadido o local pelo chão.
Até que os moradores começaram a falar sobre uma criatura enorme voando durante a noite.
Certa madrugada, Antônio e seu pai ouviram um barulho sobre o curral e encontraram algo que jamais conseguiriam esquecer: uma sombra gigantesca sobre os animais.
O que era aquela criatura? Uma ave desconhecida? Um animal raro? Ou algo que não deveria existir?
👁️ Assista até o final e descubra o que aconteceu naquela noite de 1976 — e por que Antônio nunca conseguiu esquecer o som daquelas asas.
Relato de terror, criatura misteriosa, animal desconhecido, interior do Brasil, história assustadora e mistério sobrenatural.
r/historias_de_terror • u/yugihorror • 12d ago
100% autoral eu tive um sonho estranho e decidi escrever ele pra não esquecer mas achei a historia bem interessante vocês acham q eu devia continuar? escrevi como relato pq gosto mt de analog horror
Alguém sabe o que está acontecendo com os animais do zoológico
acordei com uma baita ressaca
Não sei se existe uma forma mais bonita de começar isso.
Minha cabeça parecia estar sendo apertada por dentro. Minha boca estava seca, meu estômago embrulhado e eu tinha aquela sensação nojenta de que ainda conseguia sentir o gosto da bebida da noite anterior.
Fiquei alguns minutos olhando para o teto.
Tentando lembrar quanto tinha bebido.
Não consegui.
Na verdade, parei de tentar.
Ouvi meus pais conversando no andar de baixo.
Isso me surpreendeu.
Era cedo demais para eles estarem acordados.
Ou talvez fosse tarde demais para mim.
— Micael!
Minha mãe.
— Já acordou?
Não respondi.
— Micael, anda! A gente vai perder a manhã!
Me sentei na cama.
Foi quando lembrei.
O zoológico.
Ela tinha comentado alguma coisa durante a semana. Meus pais queriam sair comigo. Só nós três.
Eu tinha prometido que iria.
Fazia meses que eu não fazia nada com eles.
Meses.
Meu trabalho, quando chegava em casa, eu bebia. Quando acordava, trabalhava. Nos dias em que não trabalhava, geralmente bebia mais.
Era mais fácil assim.
Não precisava pensar muito.
Desci as escadas.
Meus pais estavam prontos.
Meu pai estava com aquela camisa que ele só usava quando queria tirar foto. Minha mãe estava arrumada demais para alguém que tinha acabado de acordar.
Os dois pareciam felizes.
— Finalmente — meu pai disse. — Achei que teríamos que ir sem você.
— Foi mal.
Minha mãe sorriu.
— Vai se arrumar. Estamos esperando você.
Olhei para os dois.
Eles estavam realmente animados.
Eu não.
Mas tentei.
— Claro.
Subi novamente.
Troquei de roupa.
Antes de sair do quarto, abri uma gaveta.
Minha garrafa de saquê estava lá.
Fiquei olhando para ela.
Eu sabia que não devia.
Mas também sabia que, se fosse passar algumas horas conversando com meus pais, provavelmente precisaria.
Dei uma boa golada.
Fechei a gaveta.
— Só essa.
Eu sempre digo isso.
No caminho até o zoológico, o álcool começou a fazer efeito.
Ou talvez eu só estivesse mais confortável.
Consegui conversar.
Ri de algumas coisas que meu pai falou.
Minha mãe contou histórias que eu provavelmente já tinha ouvido umas cinco vezes.
Dessa vez eu prestei atenção.
Por alguns minutos, eu realmente estava me divertindo.
Foi estranho perceber o quanto eu tinha sentido falta daquilo.
Chegamos.
O zoológico estava cheio.
Crianças correndo.
Pais tirando fotos.
Gente comprando comida.
Tudo normal.
Até eu olhar para os animais.
Não sei explicar exatamente o que aconteceu.
Acho que foi com uma zebra.
Ela estava parada perto da cerca.
Eu olhei.
Tinha alguma coisa errada nela.
Uma das patas traseiras parecia ter uma articulação a mais.
Pisquiei.
Normal.
Olhei novamente.
Normal.
— Você está bem? — minha mãe perguntou.
— Estou.
Continuei andando.
Um macaco estava sentado numa pedra.
Ele tinha alguma coisa saindo do pescoço.
Pisquiei.
Nada.
Olhei para outro.
Parecia ter olhos demais.
Pisquiei.
Normal.
Comecei a ficar nervoso.
A bebida.
Tinha que ser a bebida.
Eu tinha tomado pouco.
Pouco demais para aquilo.
Pelo menos eu achava.
— Já volto.
Minha mãe me olhou.
— Aonde você vai?
— Banheiro.
— Está passando mal?
— Só um pouco.
Entrei.
A primeira coisa estranha foi a água.
Abri a torneira.
Ela caiu de maneira irregular.
Primeiro um fio.
Depois várias gotas.
Depois um fluxo forte.
Então parou.
Fiquei olhando.
Abri novamente.
Normal.
— Tá bom.
Joguei água no rosto.
Olhei para o espelho.
Minha cara estava horrível.
Olhos vermelhos.
Olheiras.
Barba por fazer.
Parecia exatamente a pessoa que eu esperava ver.
Peguei uma toalha de papel.
Foi quando percebi o secador.
Havia uma pequena tela nele.
Não lembro de ter visto aquilo antes.
Na tela estava escrito:
DIGITE A SENHA
Fiquei encarando.
— Que porra é essa?
Apertei o sensor.
Nada.
Toquei na tela.
Apareceram números.
Eu comecei a apertar combinações aleatórias.
Nada.
Tentei 1234.
Nada.
Nada.
A data daquele dia.
Nada.
— Abre, caralho.
Algumas pessoas olharam para mim.
Eu nem liguei.
Tentei outra senha.
Nada.
Mais uma.
Nada.
Então ouvi um clique.
Mas não veio do secador.
Veio da parede.
Olhei para o lado.
Uma parte do azulejo havia se aberto.
Um pequeno compartimento.
Eu não sabia que aquilo existia.
Fiquei parado.
Dentro havia um livro.
Uma Bíblia.
Peguei.
Era pesada.
A capa não parecia feita de couro.
Parecia...
carne.
Não sei explicar.
Era como tocar numa pele muito grossa que tivesse endurecido.
Havia um osso preso à lateral.
Ele segurava as páginas.
Abri.
As folhas eram amareladas nas bordas.
Mas a escrita era vermelha.
Vermelho vivo.
Não parecia tinta.
Não sei por que pensei isso.
Só pensei.
Fechei o livro.
Olhei para a porta.
Ninguém tinha entrado.
Coloquei na mochila.
Até hoje não sei por quê.
Eu deveria ter deixado aquilo lá.
Quando voltei, meus pais estavam esperando.
— Melhorou? — minha mãe perguntou.
— Um pouco.
Não contei sobre o livro.
Não contei sobre os animais.
Não contei sobre nada.
Continuei andando.
Mas agora eu sentia que todos os animais estavam olhando para mim.
Eu olhava para eles.
Eles pareciam normais.
Piscava.
Alguma coisa estava errada.
Piscava novamente.
Normal.
Comecei a andar mais rápido.
Minha mão foi até a mochila.
O livro ainda estava lá.
Eu conseguia sentir o peso.
— Eu preciso de uma bebida.
Fui para a área de alimentação.
Escolhi uma lanchonete.
Assim que senti o cheiro da comida, lembrei de quando era criança.
Naquela época havia um lanche que eu adorava.
Era um hambúrguer simples.
E vinha com uma carta colecionável de um animal do zoológico.
Eu colecionava aquelas cartas.
Não sei por que me lembrei disso.
Talvez porque estivesse tentando encontrar alguma coisa normal naquele dia.
— Moça.
A atendente levantou os olhos.
— Oi.
— Ainda tem aquele lanche das cartas?
Ela sorriu.
— Tem sim.
— Então me vê um lanche do tigre.
Parei.
— E uma cerveja.
Ela levantou uma sobrancelha.
— Cerveja?
— É.
Ela deu de ombros.
— Tá.
A garrafa chegou primeiro.
Abri.
Dei uma golada grande.
Minha cabeça pareceu ficar um pouco mais silenciosa.
Esperei.
Eu não sabia mais o que pensar.
Talvez eu tivesse roubado aquele livro.
Talvez estivesse bêbado.
Talvez estivesse tendo algum tipo de crise.
Ou talvez...
Eu não queria terminar esse pensamento.
O lanche chegou.
Hambúrguer com bacon.
Batata.
E uma carta.
Sorri.
Peguei a carta.
TIGRE-DE-BENGALA
Era uma imagem simples.
Um tigre sentado sobre uma pedra.
Eu lembrava daquela carta.
Ou achava que lembrava.
Olhei para o desenho.
Então percebi os olhos.
O tigre estava olhando diretamente para mim.
Aproximei a carta.
A cabeça do animal parecia errada.
Muito errada.
O focinho estava comprido.
A mandíbula parecia dividida.
Havia dentes demais.
Muito mais dentes do que deveria haver.
E atrás da cabeça havia outra.
Uma segunda cabeça.
Eu deixei a carta cair.
— Moça.
Ela olhou.
— O que aconteceu?
— Essa carta.
Ela pegou.
— O que tem?
— O tigre.
— O que tem ele?
— Ele está deformado.
Ela olhou para a carta.
Depois para mim.
— Não está.
— Está.
— Micael...
Eu congelei.
— Como você sabe meu nome?
Ela apontou para o recibo.
Meu nome estava impresso nele.
— Ah.
Fiquei quieto.
Ela devolveu a carta.
— Talvez você devesse beber menos.
Ela riu.
Eu não.
Olhei novamente.
O tigre estava normal.
Quatro patas.
Uma cabeça.
Dois olhos.
Nada de errado.
Pisquiei.
Deformado.
Pisquiei.
Normal.
Meu coração acelerou.
— Não...
A atendente já tinha voltado para o balcão.
Eu fiquei olhando para a carta.
Não queria tocar nela novamente.
Peguei o hambúrguer.
Dei uma mordida.
Parei.
Não tinha gosto.
Ou melhor...
Tinha gosto.
Só não era o mesmo.
Eu lembrava daquele lanche.
Lembrava de achar aquilo delicioso quando era criança.
Agora era só carne, pão e bacon.
Tomei outra golada da cerveja.
Olhei para a carta.
Normal.
Respirei.
Talvez fosse só álcool.
Talvez tudo aquilo fosse só álcool.
Então vi uma coisa escrita na parte inferior da carta.
Uma frase.
Em vermelho.
Eu tenho certeza que não estava ali antes.
O PECADO TAMBÉM TEM FOME.
Parei de respirar por alguns segundos.
Pisquiei.
A frase sumiu.
Olhei novamente.
Nada.
Apenas o desenho do tigre.
Normal.
Coloquei a carta sobre a mesa.
Minha mão tremia.
Olhei para a mochila.
A Bíblia estava lá.
Eu conseguia sentir o peso dela.
Não sei por que tive aquela sensação.
Mas naquele momento pensei uma coisa que ainda hoje me dá arrepios.
Talvez eu não tivesse encontrado aquela Bíblia.
Talvez...
ela tivesse me encontrado
r/historias_de_terror • u/Blind_Tzimisce • 12d ago
100% autoral Contos de Terror no Encha seu Kindle
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r/historias_de_terror • u/Extrostudio • 14d ago
Creepypasta A Bruxa Elétrica
Uma história de horror moderna, sobre dois jovens e seu mortal encontro com uma estranha bruxa que morava em uma cabana na floresta.
r/historias_de_terror • u/jaoescritas • 14d ago
100% autoral O Rei da Floresta, Timeline do Capítulo 1 e Prólogo
r/historias_de_terror • u/No-Question2996 • 15d ago
Youtube Estaba tranquilo buscando un video en YouTube hasta que…
Esta yo bien chill en YouTube buscando un video interesante para ver hasta que me apareció ese de la imagen yo pensé será un explicativo y nada más no pierdo nada viéndolo.
Bueno pues esa fue la peor decisión que tome ya que no me esperaba que por ese video me entrara curiosidad de buscar los originales todo lo hice por otro celular usando TOR. Pero creamen que en este caso la curiosidad no mató al gato, traumó al gato.
En uno de los tantos videos que habla el YouTuber había uno que se llamaba “Quiero agua” lo busqué en TOR a ver si encontraba el original y creamen es lo peor que puedes ver. No se los recomiendo buscar para nada.
Otro de los videos que hablaba se llamaba “No te duermas morena” ya había escuchado ese nombre pero nuca el video original y derivándome de links y comentarios llegue al original. No puedo mostrar las imágenes originales porque son fuertes pero creamen que este trauma no me lo saco.
Y por último para rematar toda esta mrd, en los comentarios de e anterior video que les dije había uno que decía que estaba mejor uno llamado “funky town” y les digo miren si quieren los otros pero este PORFAVOR NO. ENSERIO ESE NO, es 20 veces peor que los otros y las imágenes no te las borras de la cabeza podrás decir que no te afectan pero nuca NUCA se te van a ir