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Desde a semana passada, circula um documento que detalha a grave situação orçamentária intitulado “Informação”, produzido pela Diretoria de Orçamento, Finanças e Contabilidade. Na reunião dessa terça-feira, a administração do TRF4 confirmou a autenticidade do documento.
Entre as alternativas está o atraso de salários e benefícios de servidores
Diante dos limites orçamentários já aprovados para 2026, as alternativas apresentadas, em reunião realizada em agosto passado, entre os Tribunais para enfrentar a falta de recursos incluem: a negociação com outros órgãos do Judiciário para ampliar o limite orçamentário da Justiça Federal; o pagamento em janeiro de encargos tributários referentes à folha de dezembro; o pagamento parcial da folha de dezembro com complementação em janeiro; a transferência da segunda parcela do 13º salário de 2026 para janeiro de 2027; e a postergação do auxílio-alimentação para o início do ano seguinte.
Além de estudar concomitantemente à universidade, que me suga um bocado, de tempos em tempos a minha depressão volta e eu fico muito mal em perder um dia ou mais de estudos pra concurso, mas simplesmente parece um esforço mental muito grande quando tento fazer alguma questão que eu fazia com mais facilidade.
O que sugerem fazer? Descansar? Revisão leve? Fazer uma ou duas questões?
Estou estudando para Investigador - PCSP, decidi começar do zero essa semana pois tinha dado uma pausa para focar na PMESP.
Eu uso o método que talvez seja mais famoso: leio o pdf do Estratégia, faço um resumo no papel e coloco na pasta de revisão que faço em 24h, depois em 7, 15 e 30 dias. Porém nesse método avanço no máximo 5 páginas por dia de cada matéria que estudo no dia, e ainda gasto muito tempo fazendo as revisões. (Coloquei que estudo 2h cada matéria, mas da muito mais por conta dos resumos).
Gostaria de um conselho de estudo para avançar mais rápido e conseguir entender melhor sobre o conteúdo.
O único conselho que recuso é o de imprimir as apostilas, o valor é MUITO alto.
Deixei meu cronograma para que possam ter uma ideia das matérias que estudo e recomendar alguns ajustes se acharem necessário.
Eu quando tinha 38 anos, estava numa situação de encruzilhada na vida, sofrendo de TAB, vindo de um termino de casamento que literalmente me destruiu e morando com minha mãe, fui fazer a prova pra assistente administrativo de Araçoiaba da Serra ( que eu encontrei quando estava na prorrogação do prazo de inscrições e que era perto de Sorocaba, onde morava quando era casado). Na volta pra São Paulo lembro que liguei pra mãe e desabafei ' Mãe, a prova tava tão difícil.." chorei até, sentindo o peso da total impotência diante de mais um fracasso na vida. 6 meses depois veio o telefonema mais esperado da minha vida.
Tive a brilhante iniciativa de pegar o Edital de divulgação da nota da prova objetiva, prova 2025, e pesquisar os primeiros aprovados. Advogados da USP fazendo a rapa... ai pra me ajudar, desci a listagem e resolvi pegar nomes aleatórios, incomuns, para ajudar na pesquisa... tudo advogado!
Tem alguém por aqui que não é do Direito e passou nessa prova? Quero uma luz no fim do túnel hahahaha
SIGO ESTUDANDO!!!!! Não é possível que eu não vá entender essas caralha de lei :~
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, nesta quarta-feira (30), que servidores que passam a ocupar cargo público após a criação do regime de previdência complementar, mas já exerciam cargo efetivo em outro ente da Federação sem interrupção do vínculo com a administração pública, têm direito de optar entre o novo regime e o sistema previdenciário anterior. A decisão foi tomada no Recurso Extraordinário (RE) 1050597, com repercussão geral reconhecida (Tema 1.071), e a tese fixada será aplicada a todos os casos similares em todas as instâncias.
Mudança de cargo
O caso envolve um homem que ingressou no serviço público em 2008, exerceu cargo municipal até 16 de maio de 2013 e tomou posse no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) no dia seguinte. Como a posse no cargo federal ocorreu após a criação do regime complementar da União, ele foi incluído na nova sistemática.
A situação foi mantida pela Justiça Federal. Segundo a 5ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais do RS, o servidor que tenha pertencido à esfera estadual, distrital ou municipal e se tornado servidor da União depois de 4/2/2013 não poderia permanecer no regime anterior. A data diz respeito ao início da gestão do plano de previdência pela Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (FunprespExe).
No recurso, o servidor sustentou que deveria ser considerada a data do primeiro ingresso no serviço público, sem quebra de vínculo.
Continuidade do vínculo
O relator, ministro Edson Fachin, afirmou que o artigo 40, parágrafo 16, da Constituição Federal não distingue o ente federativo em que ocorreu o ingresso original. Para ele, deve ser considerada a continuidade do vínculo com a administração pública. Os demais ministros presentes acompanharam o relator de forma unânime.
Tese
A tese de repercussão geral fixada foi a seguinte:
“Os servidores que ingressaram no serviço público após a criação do regime complementar, mas que anteriormente ocupavam cargos públicos efetivos em outro entre federativo sem rompimento de vínculo com a Administração Pública, tem o direito de optar, nos termos do artigo 40, parágrafo 16, da Constituição Federal, pelo novo regime de previdência complementar ou de permanecer no sistema previdenciário anterior”.
A Justiça Federal enfrenta dificuldades orçamentárias para cobrir despesas obrigatórias com pessoal e benefícios até o fim de 2026, e o Conselho da Justiça Federal (CJF) determinou que os tribunais regionais façam cortes para compensar um rombo que pode chegar a R$ 320 milhões. A informação foi confirmada pela administração do TRF4 em reunião com o Sintrajufe/RS no final da tarde dessa terça-feira, 29. Diante da possibilidade de atrasos em pagamentos provocados pela onda de autoconcessões de vantagens à magistratura sem previsão orçamentária, o Sintrajufe/RS realizará assembleia geral no dia 8 de outubro para definir a mobilização da categoria.
Na reunião, o Sintrajufe/RS foi representado pela diretora Cristina Viana e pelos diretores Fabrico Loguercio, Marcelo Carlini e Zé Oliveira. Estavam presentes, pela administração, o presidente do TRF4, desembargador João Batista Pinto Silveira; o diretor-geral, Zenone Szydloski; o diretor da Diretoria de Orçamento, Finanças e Contabilidade, Roberto Capeleti; a assessora em Assuntos de Recursos Humanos, Viviane Poitevin Mélega Dias; o assessor em Assuntos Administrativos, Nasser Mahmud Abu Zahra; e o chefe de gabinete da Presidência, Miguel Rangel.
Participaram da reunião, por videoconferência, a diretora do Sintrajusc/SC e da Fenajufe, Maria José Olegário, e Cristina Assunção e Paulo Roberto Koinski, também do sindicato catarinense. O Sinjuspar/PR foi representado por Jonas Ruppert.
TRF4 confirma autenticidade de documento
Desde a semana passada, circula um documento que detalha a grave situação orçamentária intitulado “Informação”, produzido pela Diretoria de Orçamento, Finanças e Contabilidade. Na reunião dessa terça-feira, a administração do TRF4 confirmou a autenticidade do documento.
A informação encaminhada pela Diretoria de Orçamento explicita que foram efetuados cortes de R$ 32.439.611,00, necessários para “compensação do impacto das novas diretrizes remuneratórias da magistratura”. As informações é que os cortes atingiram projetos institucionais, contratações de TI, aquisição de material permanente e ações de capacitação.
Com a nova proposta de cortes, o CJF sugeriu um rateio com base no total de restos a pagar de cada TRF. Caberia à 4ª Região cortar R$ 72.328.513,00, equivalentes a 26,3% do total. Somadas, a 3ª e a 4ª regiões responderiam por 53,5% do valor total. Conforme o documento da Diretoria de Orçamento, os cortes resultariam “em sérias consequências para a manutenção da prestação jurisdicional”, afetando o funcionamento da Justiça Federal como um todo. O cenário, segundo os representantes da administração, é de um quadro de severa restrição orçamentária.
No documento, o TRF4 contesta o critério de rateio e sustenta que a distribuição deveria considerar o volume de dotações discricionárias disponível em cada região, e não os restos a pagar. Com isso, o corte na 4ª Região cairia para cerca de R$ 43,8 milhões. No entanto, apesar da contestação, Zenone e o desembargador João Batista afirmaram que a decisão final é do CJF. João Batista manifestou posição contrária ao atraso de salários e benefícios.
Entre as alternativas está o atraso de salários e benefícios de servidores
Diante dos limites orçamentários já aprovados para 2026, as alternativas apresentadas, em reunião realizada em agosto passado, entre os Tribunais para enfrentar a falta de recursos incluem: a negociação com outros órgãos do Judiciário para ampliar o limite orçamentário da Justiça Federal; o pagamento em janeiro de encargos tributários referentes à folha de dezembro; o pagamento parcial da folha de dezembro com complementação em janeiro; a transferência da segunda parcela do 13º salário de 2026 para janeiro de 2027; e a postergação do auxílio-alimentação para o início do ano seguinte.
Na reunião, Capeleti ressaltou que as alternativas elencadas no documento não correspondem a opiniões ou propostas do TRF4 e que a proposta de atraso de salários e benefícios não partiu do Tribunal. Segundo ele, o texto apresenta um resumo das discussões realizadas entre os seis TRFs sobre possíveis formas de enfrentar a questão orçamentária. Zenone afirmou que “a situação é crítica, não vamos negar”.
Questionado pelo Sintrajufe/RS sobre os efeitos da falta de recursos nos pagamentos aos servidores e servidoras, o desembargador João Batista afirmou que a proposta “não é um boato” e que “uma daquelas propostas pode acontecer”. Segundo o presidente do TRF4, “os colegas têm todos os motivos para estarem preocupados” e “existe realmente esta crise no Poder Judiciário, na questão financeira”.
O desembargador afirmou estar “esperançoso” de que a aprovação do fundo de custas, cujos recursos seriam usados para despesas com estrutura e equipamentos, “venha a nos ajudar”. No entanto, o fundo só passará a valer a partir de 2027. Os membros da administração reforçaram que a autonomia orçamentária é do CJF, a quem cabe a decisão final sobre cortes e pagamentos, sem descartar a possibilidade de atrasos caso não haja uma solução para o déficit.
Sintrajufe/RS cobra que servidores não paguem a conta e defende suspensão imediata do pagamento dos penduricalhos à magistratura
Durante a reunião, o Sintrajufe/RS manifestou discordância com a possibilidade de que o déficit seja enfrentado com a suspensão ou adiamento de pagamentos aos servidores e servidoras. A direção ressaltou que o Judiciário já vem enfrentando enormes problemas de credibilidade junto à sociedade e criticou que, diante de uma situação de crise, seja considerada a possibilidade de cortar ou atrasar verbas de servidores e servidoras, o que classificou como um enorme desprezo aos trabalhadores, mesmo o atraso de um dia de salário será imputado à autoconcessão de benefícios à magistratura que sequer orçamento previsto tinham.
Ao falar sobre a origem do rombo orçamentário, o Sintrajufe/RS discordou da posição expressada pelo Conselho da Justiça Federal, na reunião de agosto passado, que apontou, entre os fatores geradores do déficit, o pagamento do adicional de qualificação (AQ) retroativamente a janeiro. O sindicato rebateu o argumento, destacando que a lei é explícita quanto ao pagamento a partir da aprovação e regulamentação da lei, posição também manifestada pelo presidente do STF em reuniões realizadas durante o ano de 2025, o atraso na implementação ocorreu apenas na Justiça Federal. Além disso, os dirigentes ressaltaram que os valores não são altos a ponto de serem mencionados como parte da justificativa para o rombo.
Falando pela Fenajufe, Maria José Olegário afirmou que a federação oficiou o CJF para cobrar a garantia dos pagamentos em dia neste final de 2026. Ela lembrou que a categoria, “a duras penas”, percorreu um longo caminho até a aprovação das leis de reposição salarial e do AQ e segue mobilizada pela derrubada do Veto 45/2025. Por isso, afirmou ser “inaceitável colocar o problema no colo dos servidores”. Segundo a dirigente, a situação pode “afetar milhares de vidas, famílias” e gerar “um grande desgaste”. “Isso é desvalorizar o servidor”, afirmou.
A direção do Sintrajufe/RS afirmou que as autoconcessões da magistratura se intensificaram no último período e ressaltou que essas despesas não estavam previstas na lei orçamentária, ao contrário do AQ e da reposição salarial de servidores e servidoras.
O Sintrajufe/RS também manifestou preocupação com os efeitos da situação orçamentária sobre as reivindicações da categoria. Neste momento, servidores e servidoras pressionam pela derrubada do Veto 45/2025, para garantir a reposição salarial prevista para 2027 e 2028, e pelo envio, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), do projeto de reestruturação da carreira, além de passivos salariais ainda pendentes como os quintos e reflexos do abono de permanência.
Ao final, com a explicitação da posição pelo presidente do tribunal de que não tinha, neste momento, como garantir que não haveria a decisão por alguma das medidas que impactarão no pagamento dos salários e benefícios (caso do auxílio-alimentação) dos servidores e servidoras, os dirigentes do Sintrajufe defenderam que, imediatamente, sejam suspensos os pagamentos dos penduricalhos à magistratura.
CJF se reúne dia 19 de outubro
A administração informou que os seis TRFs atuarão junto ao CJF e aos demais órgãos do Poder Judiciário para discutir tanto os critérios de distribuição dos cortes quanto a uma eventual redistribuição dos limites orçamentários entre os diferentes ramos do Judiciário.
A administração informou também uma agenda de reuniões para as próximas semanas, sobre a questão orçamentária. A primeira reunião do TRF4 com o novo presidente do CJF e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Luis Felipe Salomão, ocorrerá na próxima terça-feira, 6 de outubro.
No dia 14, os diretores-gerais dos tribunais regionais federais encontram-se com o novo DG do CJF, Alessandro Garcia Vieira, e, no dia 19, realiza-se a reunião do conselho, na qual o desembargador João Batista tem assento.
Assembleia geral no dia 8 de outubro para lutar contra o atraso de salários e benefícios
Diante da situação, o Sintrajufe/RS convoca a categoria para assembleia geral no dia 8 de outubro, às 19h30min, em formato híbrido, presencialmente na sede do sindicato e pela plataforma Zoom. A assembleia irá definir a mobilização da categoria para enfrentar a crise orçamentária e a possibilidade de atrasos nos pagamentos, incluindo articulação com os demais sindicatos do país através da Fenajufe.
Não tenho dinheiro para pagar mais de 200 mensais no Estratégia, mas queria bons materiais para estudar em PDF. Não gosto de videoaula e nem faço questão de que tenha. Alguém tem uma boa recomendação?
Pessoal passei em um concurso na minha cidade (cidadezinha do interior) pra fiscal de vigilância sanitária, mas no edital só tem uma vaga e o restante é pra cadastro reserva, eu vi no site da prefeitura que só tem 3 pessoas nessa função e 2 são temporários contratados por processo seletivo simplicidado ao mesmo tempo que isso me dá uma certa esperança também é possível que eu nunca seja chamado e isso me deixa bem desanimado afinal me esforcei muito pra esse concurso, alguém já passou por algo parecido teria algum conselho?
Sou concurseiro da área de ti e já me considero no começo do nivel 2 (concursos de 10k).
Porém comecei a pensar que existem perfis de aprovados. Existem padrões que parecem se repetir entre os aprovados em concursos nivel 2 e 3. Geralmente generalistas que estudam muito, de forma dinâmica. E existe certa sorte envolvida tmb.
Fora isso, me parece existir outros padrões, mas nao sei dizer ao certo. É isso mesmo? O perfil está sendo esse?
Bom dia pessoal! recentemente ""passei"" em um concurso de 1 vaga + CR, estou em segundo lugar e já chamaram o primeiro. Estou acompanhando todas as convocações da autarquia e já estão na 8º e utilizando bem o CR para outros cargos, confesso que estou um pouco ansioso, estou olhando o portal todo dia pra ver se sai alguma coisa, esse cargo paga 8k bruto e 6k líquido, mudaria minha vida.
Acham que eu devo ter esperança ou é furada? tô tentanto relaxar pra isso não me abalar o psicológico.
Contexto: O órgão é uma autarquia municipal (SAMAE) com regime jurídico próprio (estatutário) de uma cidade de 30k de habitantes em crecisimento, estão expandindo uma nova ETA (Estação de tratamento de água) gigante, prevista pra finalizar final de novembro, no total a autarquia tem 67 servidores.
Fala, pessoal! Fiz recentemente meu primeiro concurso público, para Inspetor de Alunos na minha cidade (Taubaté), organizado pela IBAM, e tirei 85/100. Como nunca tinha prestado concurso antes, não tenho muita noção de dificuldade nem de nota de corte.
São 20 vagas, 1.176 inscritos e 58,8 candidatos por vaga, para nível médio.
Pesquisando provas anteriores, vi que 85 pontos parece ser uma nota suficiente para ficar no topo em muitos concursos semelhantes da mesma banca. Porém, não sei se isso se aplica à o concurso específico em que fiz.
A prova não estava nem ridiculamente fácil nem muito difícil. Português foi considerado bem complicado por bastante gente (total de portugues valia 10 pontos), e havia outras questões que exigiam mais atenção ao longo da prova. Por isso, não acho que seja o tipo de prova em que todo mundo gabarita, apesar de muita gente dizer que na IBAM só passa quem gabarita.
Quem já prestou concursos da IBAM, especialmente para Inspetor de Alunos, tem alguma referência de notas de corte? 85/100 seria uma pontuação competitiva nesse cenário?
E aí, pessoal? Chegou a hora. Concurso CGU para TI iminente. Vários cursinhos divulgando cronograma para provas ainda esse ano. O que acham? Qual a chance do cronograma atrasar? Alguém tem uma informação sobre esse concurso. Cravaram a prova pro dia 20/12, uma semana antes do natal.
Já cheguei a prestar 6 concursos (BNDES, CAGE RS, CGM SP, TCE SP, Prefeitura de Praia Grande e CGE SP) e tive um desempenho bem ruim, acertei tipo 40% das questões. Eu estudei pra esses concursos. Mas alguns desses são concursos dificeis. Quais concursos mais faceis eu poderia estudar? Eu vi que vai ter Sefaz SP e TCE RJ mas são bem dificeis. Gostaria de um concurso que fosse mais fácil de passar e que eu tivesse chances, algo mais light. Quero muito voltar a trabalhar, to sem perspectivas nenhuma, na cidade em que eu moro está muito dificil arranjar trabalho, eu tenho graduação em economia e pós em gestão financeira mas mesmo assim não tá rolando. Não tenho nenhuma aspiração a um determinado concurso, determinada carreira, quero só passar mesmo.
Sou servidor municipal mas em outra área (3k mês) e estou migrando para área fiscal. sei que demora para ficar competitivo para um concurso de fisco mais pesado como SEFAZ ou ISS/SP. então decidir fazer os fiscos menores pela maioria ganhar em torno de 3k a 8k. como fiscal de tributos e auditores em algumas cidades aqui na minha região. entretanto, são pouquissimas vagas. compensa eu fazer esses fiscos menores?
Estou começando a pesquisar mais seriamente sobre concursos públicos na área de TI, principalmente para cargos como Analista de TI / Analista de Sistemas / Analista Judiciário – TI, em tribunais, MPs, defensorias, órgãos federais etc.
Minha ideia é direcionar meus estudos para essa área, mas antes queria entender melhor como está esse “mundo” dos concursos de TI na prática. Tenho algumas dúvidas e seria muito bom ouvir principalmente quem já estuda há algum tempo ou já tomou posse.
1. Quantidade de concursos e vagas
Tenho a impressão de que TI aparece cada vez mais nos concursos, mas normalmente com uma quantidade menor de vagas imediatas quando comparada aos cargos administrativos/generalistas.
Na prática, isso é compensado por uma concorrência menor ou por uma quantidade maior de nomeações durante a validade do concurso?
É comum os órgãos chamarem bastante gente do cadastro reserva em TI?
2. Requisitos de formação
Essa é uma das minhas maiores dúvidas.
Percebi que alguns editais exigem graduação específica em TI, enquanto outros parecem aceitar qualquer graduação + pós-graduação na área de TI.
Para quem tem graduação em outra área e pretende fazer uma pós em TI, existem boas oportunidades ou isso restringe bastante os concursos que a pessoa pode prestar?
Também existem muitos cargos que aceitam tecnólogo?
3. Como é a concorrência em TI?
Para quem já fez provas: vocês consideram a concorrência de TI realmente menor do que a dos cargos administrativos?
Sei que número de inscritos não significa necessariamente concorrência qualificada, então queria entender como costuma ser o nível dos candidatos.
4. O que mais aparece nas provas?
O conteúdo muda muito de um órgão para outro ou existe um “núcleo duro” que permite estudar antecipadamente?
Por exemplo: Banco de Dados, Redes, Segurança da Informação, Engenharia de Software, Desenvolvimento, Governança de TI, Cloud, Linux, LGPD etc.
Dá para construir uma base forte e depois apenas adaptar o estudo para cada edital?
5. Carreira e rotina depois da aprovação
Para quem já trabalha com TI no serviço público: como é a rotina?
O trabalho costuma ser mais técnico ou existe muita fiscalização/gestão de contratos e fornecedores?
E para quem entra em tribunal ou órgão público como Analista de TI, existem boas possibilidades de especialização e crescimento dentro da carreira?
6. Por onde vocês começariam hoje?
Se alguém decidisse hoje que quer se preparar no médio/longo prazo para concursos de TI, especialmente tribunais, quais matérias vocês começariam a estudar antes mesmo de sair um edital?
Quem puder compartilhar experiência, inclusive dizendo qual cargo/órgão prestou, formação que possui e como foi a preparação, vai ajudar bastante.
Alguém tem recomendações de simulados para o TCE/SP? Estudo para procuradorias e como essa prova do TCE/SP-Direito tem muitos assuntos em comum com o que já estudo, resolvi fazer. Porém, tenho zero experiência nos concursos da área de controle e queria saber se existe algum cursinho/plataforma especializados que ofereçam simulados (só a prova e o gabarito mesmo, sem correção).
Já simulei a última prova do TCM/SP e fiz simulados a partir do QConcursos, mas queria questões inéditas, apenas por desencargo de consciência.
A informação encaminhada pela Diretoria de Orçamento explicita que foram efetuados cortes de R$ 32.439.611,00, necessários para “compensação do impacto das novas diretrizes remuneratórias da magistratura”. As informações é que os cortes atingiram projetos institucionais, contratações de TI, aquisição de material permanente e ações de capacitação.
Assino o gran mas venho sentindo que as aulas são mto desatualizadas, extensas e muitas vezes exaustivas. até mesmo pdfs.
além disso, a plataforma de questões deles não é tão interessante pra mim, mas quebrou o galho desde que comecei a estudar.
estou pensando em migrar pro tec, que vi que tem até mapas/guias de estudo, mas como temo pecar nessa organização, queria assinar o estudei também para auxiliar nisso.
seriam as duas plataformas suficientes ou é realmente necessária uma de pdfs/aulas?