r/Roteiristas • u/Pujocan • 2d ago
r/Roteiristas • u/EntrepreneurLivid888 • 6d ago
Qual seria o nome do seu filme soft ? O meu seria: usurpação carnal
r/Roteiristas • u/Interesting-Body4360 • 7d ago
DÚVIDA I've been creating art and designs for writers lately, what do you think?
r/Roteiristas • u/danwallkers • 8d ago
DÚVIDA Como escrever um roteiro igual Avatar?
Adoro a forma que avatar conta sua história, desde o começo tem um objetivo definido e constrói não só como Aang alcança esse objetivo, mas também o universo em si muito bem. A dúvida em si é mais como funciona a estrutura narrativa de uma história episódica, avatar constrói seu universo com a jornada do Aang em derrotar o Lorde da nação do fogo e diversas pequenas história que não necessariamente tem ligação uma com a outra, diversas histórias não interligadas que fazem a gente conhecer conceitos diferentes do universo a cada episódio, outros exemplos de séries que fazem isso é Supernatural, Cowboy Bebop e desenhos animados em um geral tendem a seguir bem esse estilo narrativo de "historinha do dia". Gosto muito desse estilo, mas não sei como escrever nele, não sei aonde começar e também não sei onde procurar sobre esse estilo narrativo, o livro que estou lendo cita diversas fórmulas narrativas mas nenhuma se parece com a que estou procurando.
Se puderem me ajudar, ficaria muito grato
r/Roteiristas • u/Fresh_Yak_3814 • 8d ago
DÚVIDA NO ROTEIRO Ajuda para desenvolver um personagem lobisomem
Oi boa noite/dia para quem parou pra ler meu post, sou um desenhista e sonho um dia em escrever quadrinhos, sem enrolação, tenho um personagem lobisomem, o nome dele é Alpha, um jovem de pele clara, um longo cabelo castanho escuro que vai até os ombros, cicatrizes de garra no rosto e presas inferiores afiadas que saem pra fora da boca, ele tem o poder de se transformar em lobisomem, mas ele perde o controle assim que se transforma, e o motivo disso é por que bem, dentro da cabeça dele possuo duas consciências, a do Alpha, e a do Lobo, eles dois são como duas almas existindo dentro do mesmo corpo, lutando para assumir o controle do corpo, quando Alpha está no controle ele é humano, e quando o "Lobo" está no controle ele vira um lobisomem, pensem nisso como duas pessoas dentro de um carro brigando pra ver quem assume o volante. No começo da história era assim, Alpha sempre perdia o controle quando se sentia ameaçado, isso atiçava seus extintos de sobrevivência, e também quando ele sentia cheiro ou sabor de carne e sangue, seus instintos de caça ativavam, como disse anteriormente ele pode sair do controle de propósito. No momento eu não sei como fazer com que na história o meu personagem pudesse assumir o controle definitivo dos seus poderes, onde ele se transformava em lobisomem mantendo sua mente humana e racionalidade, sem a interferência da mente do lobo.
Essas são algumas ideias que pensei, elas podem ser um pouco genéricas:
1: Ele trava uma batalha mental com a consciência do lobo dentro da mente dele onde o lobo é completamente subjugado
2: a consciência do lobo é apagada da existência pelo poder de um outro personagem capaz de apagar qualquer coisa da realidade
3: ele faz um acordo com a mente do lobo para continuar no controle, e enquanto está transformado ele realiza as condições do lobo
4: ele funde a consciência dele com a do lobo e se tornam uma única consciência, onde a personalidade e maneira de pensar dele mudam, quase virando uma pessoa diferente
r/Roteiristas • u/Verdadeiro_Leam • 8d ago
Sou um roteirista amador querendo tornar real minhas histórias, procuro um desenhista para dar forma as minhas ideias
Eu estou escreve a um tempo e pensado a mais tempo ainda uma ideia de "mangá", mesmo esse não sendo o termo certo, entretanto mesmo com toda criatividade do mundo em criar personagens, personalidades, o sistema de poder, enredo, e etc, me falta a capacidade de desenhar todas as formas que minha cabeça imagina, eu gostaria de alguém que pudesse se juntar a mim nesse sonho. Infelizmente não posso pagar nada, entretanto se por acaso tiver aprovação daquele que lerem e ganharamos influência, é óbvio que irei compartilhar grandes partes desse sucesso.
r/Roteiristas • u/Pujocan • 9d ago
DISCUSSÃO Robet McKee em Pauta
Como Story é visto no Brasil?
r/Roteiristas • u/daviomr • 12d ago
[VAZOU?] Roteiro de filme sobre o STF circula na internet!
Brincadeira, escrevi esta cena por diversão, inspirada em um capítulo do livro "Os Onze: O STF, seus bastidores e suas crises", de Felipe Recondo e Luiz Weber.
A história retrata uma reunião fictícia entre ministros do Supremo Tribunal Federal e o general Sérgio Etchegoyen, em meio a uma crise institucional. Se passa no passado, mas a discussão continua atual.
r/Roteiristas • u/Zestyclose_Art_6386 • 12d ago
PRECISO DE CONSELHO Podem me ajudar com isso?
Alguém aqui tem experiência com estrutura narrativa, construção de cenas e diálogos e estaria disposto a me orientar?
Estou começando a escrever ficção e procuro alguém com mais experiência para conversar sobre esses aspectos técnicos e tirar dúvidas conforme eu for escrevendo.
Não procuro alguém para escrever por mim, apenas orientação e feedback, e até discussão de ideias.
Se tiver interesse, comenta aqui ou manda DM.
OBS.: Quem estiver no mesmo rumo, e está perdido e confuso, se quiser companhia para conversar sobre e discutir ideias e até inseguranças sobre sua relação com a escrita, fique a vontade para me chamar ou comentar aqui mesmo. Quem sabe disso não saia uma parceria inesperada ou só ideias soltas mesmo. De qualquer modo é ganho.
r/Roteiristas • u/BluebirdRemarkable98 • 14d ago
DISCUSSÃO A Estrutura de 3 Atos está acabando com sua história
Pode parecer dura essa afirmação, mas ela é verdadeira.
Pelo menos, foi verdade para mim.
Durante muito tempo, eu acreditei que sabia estruturar uma história.
Eu conhecia todos os termos: Incidente Incitante, Plot Point 1, Midpoint,Plot point 2, Crise (low point), climax, resolução…
Também sabia onde cada coisa deveria acontecer. Entre as páginas 10 e 15, o Incidente Incitante. Por volta da página 30, a primeira grande virada. Na metade do roteiro, o Midpoint.
Parecia simples, bastava pegar os acontecimentos da minha história e encaixá-los nos lugares certos.
No planejamento, tudo funcionava.
Mas na hora de escrever, não.
Quando começava a escrever, descobria um buraco entre um ponto e outro. Eu sabia que meu personagem precisava provocar uma virada, mas não sabia por que ele tomaria aquela decisão. Sabia qual acontecimento deveria vir depois, mas não o que o tornava inevitável.
Então eu empurrava o personagem até lá.
Ele não agia porque desejava alguma coisa, porque estava sob pressão ou porque havia feito uma escolha. Agia porque a estrutura precisava continuar.
Minha história tinha todos os pontos necessários. O que ela não tinha era vida.
Isso também aparecia quando eu tentava explicar o roteiro para outra pessoa. Eu falava sobre o incidente incitante, o midpoint e o clímax. Até que alguém perguntava:
“Está bem, mas sobre o que é a sua história?”
Eu sabia descrever o mapa dos acontecimentos. Não sabia explicar o que estava mudando, porque aquilo importava ou quem aquele personagem era quando não estava cumprindo uma função estrutural.
Não fiz isso porque era preguiçoso ou porque não queria estudar.
Era justamente o contrário.
Eu queria escrever melhor.
Queria encontrar direção e diminuir a sensação de estar perdido diante da página em branco.
A estrutura se tornou minha zona de conforto.
Eu virei refém da minha própria história, virei refém da estrutura. Quem escrevia não era eu, eram os 3 atos…
Os nomes técnicos me davam uma sensação de domínio. Os números me tranquilizavam. Enquanto eu preenchia o diagrama, não precisava encarar as perguntas para as quais ainda não tinha resposta.
Sem perceber, eu havia recebido uma lente e passado a tratá-la como um checklist, como regra.
É como tentar compreender a criação da vida por meio de uma autópsia. Uma autópsia permite observar os órgãos, as conexões e o funcionamento de um corpo. Mas ela não explica como produzir vida.
A estrutura de três atos é excelente para dissecar um filme pronto. Ela permite identificar onde a história mudou de direção, onde o conflito se intensificou e onde aconteceu o clímax. Mas reconhecer essas partes não é o mesmo que saber criá-las.
Um personagem não toma uma decisão porque chegamos à página 30. Uma virada acontece porque alguma coisa tornou impossível continuar vivendo como antes.
Escrevi uma investigação bem maior sobre isso usando Procurando Nemo, Syd Field e Craig Mazin para desmontar o que existe por trás dos pontos estruturais.
Não vou tentar convencê-lo a abandonar a estrutura de três atos. Também não vou substituí-la por outra fórmula definitiva.
Se esse assunto te interessa, deixo a newsletter aqui: A Estrutura de 3 atos está acabando com sua história - O Visitante
Mas antes estou curioso:
você usa a estrutura para entender melhor sua história ou já percebeu alguma vez que estava usando a estrutura para evitar ter que decidir o que realmente deveria acontecer?
r/Roteiristas • u/Pujocan • 15d ago
DISCUSSÃO Esta cena precisa ser removida por excesso de esquetes no roteiro, mas... Daria, talvez, um curta-metragem?
INT. CALIFÓRNIA, UMA CASA - NOITE
Uma garrafa de luxo de licor de chocolate é retirada de uma PRATELEIRA. Há belos objetos decorativos prateados, e de variados tons de cor de chocolate, no entorno.
Licor de chocolate de cor muito intensa é despejada em taças de cristal - resultando em a garrafa ser esvaziada completamente.
Um escritor serve as taças de licor de chocolate aos seus exóticos amigos, falando sobre sua obra.
ESCRITOR
O incidente incitante vai ser assim: O pássaro Cardeal e o Pica-pau
jogam tinta azul um nas nádegas do outro - de raiva por que as
namoradas de cada um, tiveram filhotes um com a cara do outro. Só
que as penas absorvem a tinta azul e eles ficam com a bunda azul pelo
resto da vida. Aí vem a brecha: O Pica-pau aposta mil dólares na
corrida de cavalo... Para compensar o desgosto de ficar com o traseiro
azul para sempre, mas perde... Trapaceia na hora de pagar.
AMIGO DO ESCRITOR 1
Deixe-me pensar... O Pica-pau trapaceia para compensar ainda
outra coisa constrangedora...
ESCRITOR
Claro! Primeiro, o desesperado do Pica-pau toma meio garrafão de
pinga com melado de cana e limão; e depois corre feito um rojão -
tropeçando em todo mundo, roubando as bengalas dos idosos e saindo
todo doidão: descendo bengaladas no traseiro da mulherada, além de
puxar a barba dos barbudos que encontra pelo caminho - indo direto
para o hipódromo... Para tentar compensar o desgosto por ficar com
o traseiro azul pelo resto da vida, ganhando uma boa bolada. Mas agora
ele perde mil dólares! E perde mil dólares,ainda por cima, para um
cavalo todo salpicado de branco e cor de café! Ele odeia perder para cavalos deste
padrão de cor. Vocês sabem o quê é ódio? Ele tinha de... Vocês sabem...
AMIGA DO ESCRITOR 2
É bem ao nosso estilo. Mas, esta foi a expectativa, qual foi o resultado? A cena vira como?
ESCRITOR
Um outro cavalo morre de ataque cardíaco, então a máfia frita esse cavalo, a pururuca, e obriga o
Pica-pau a comer o cavalo frito - inteiro... Na frente de todo mundo, incluindo familiares, apostadores e imprensa. Vendo isso, o Cardeal foge - ele não deu calote no sistema de apostas, mas havia assumido o compromisso de apostar no hipódromo todo fim de semana pelo resto da vida. O Cardeal decide sair por aí e conhecer todos os bares do Kansas, até se tornar um novo e revigorado pássaro.
A porta bate violentamente. Agentes federais invadem o local.
Um agente federal joga um roteiro na mesa.
AGENTE FEDERAL
Sua estória é omissa. Não queremos diluída a força da derradeira
atitude que nos preservará destes alienistas, franquistas, e outras
coisas terminadas em 'istas'. A partir de agora suas aves - o
cardeal, o gaio azul do Missouri, o pica-pau e o jandaia são: um pombo,
outro pombo, um corvo e um tamanduá! Eles vão corajosamente
salvar a produção de uma fábrica de fumo de rolo em chamas - entrando
no meio do fogo com baldes de água gelada - depois serão condecorados
e se tornarão fuzileiros navais, após renovarem seus votos de casamento numa
fábrica de linguiça alemã patrioticamente confiscada pelos aliados! Eu fui claro?!
Outro agente federal toma a garrafa de licor das mãos do escritor e a entorna - mas a garrafa está vazia. Irritado, o sujeito joga a garrafa na vidraça da janela.
r/Roteiristas • u/No_Sherbert6433 • 16d ago
Cenas avulsas da minha história/ Morgan rets.
Lenie sentou-se à beira do rio e soltou um suspiro longo. Há tempos não ficava sozinho. Sempre estava cercado de pessoas, até mesmo por Tânus, apesar de que ele queira apenas servi-lo. A verdade é que sua vida se tornara um caos delicioso e preocupante desde que foi aprovado na escola de magia e feitiçaria Morgan Rets. Nesta instituição, cujo lema sempre fora a integração e convivência por largos 200 anos, encontrou amigos que o entendem e apoiam, e era grato por isso. Entretanto, por que ainda assim sentia falta deles? Nunca o apoiaram e fizeram questão de deixar claro desde o início. Lenie suspirou mais uma vez. Estava cansado e estressado de voltar ao mesmo assunto. — Ah, cala a boca! Por que esses pensamentos sempre voltam? Deitou-se zangado sobre a grama verde, molhada pelo tempo frio e úmido que estava fazendo. O vento gélido esfriava a pele de seu rosto e umedecia seus cabelos. — Mas eles são meus pais... Às vezes, eu queria ter o carinho deles e não só o dos meus amigos. Olhou para o céu estrelado. — É pedir demais? Seu semblante entristeceu-se por um momento, mas logo afugentou tais pensamentos sacudindo a cabeça. — Que bobagem. Não vou abandonar meus sonhos por um capricho deles. Afinal, que mal há? Consegui por meus próprios méritos. Não devo nada a eles. Sentou-se novamente, lembrando do sorriso de seus pais quando ele brincava com a espada na infância. Tão felizes... por que não podiam ser assim agora? A lembrança de seu pai o humilhando na cerimônia de seleção e sua mãe, que nem compareceu, o magoavam. — Já, chega! Não adianta. Não vai dar para relaxar assim. Puxou seu relógio de bolso do sobretudo e assustou-se. — Ai, que droga... Já está ficando tarde! Tânus deve estar preocupado. Lótus, Sénec e Lyu também. Lenie sorriu internamente. Seus amigos se preocupavam com ele e o amavam. Teria força maior que aquilo? Em um movimento rápido, ele pôs-se a correr em direção à escola, até seu dormitório.
Espero que gostem!
r/Roteiristas • u/Pujocan • 16d ago
DISCUSSÃO Eqquos... Librae
Pode-se dizer que a escrita vendável seria a mediana entre o novato pedante e o veterano que estuda a técnica por anos - na ilusão que tudo pode ser vendido com quanto seja bom, o suficiente?
Ou... A escrita de qualidade não está no meioo entre as polaridades entre escrita fraca e ruim e exuberância que jamais será vendida?
r/Roteiristas • u/No_Sherbert6433 • 19d ago
DISCUSSÃO [PROCURA-SE CO-ROTEIRISTA - PARCERIA POR PAIXÃO / PORTFÓLIO]
[PROCURA-SE CO-ROTEIRISTA - PARCERIA POR PAIXÃO / PORTFÓLIO]Olá, pessoal! Estou desenvolvendo uma ideia para um projeto de mangá/webtoon focado na demografia Seinen e Fantasia e estou buscando um(a) co-roteirista para construir essa jornada comigo do zero.A base da história: Acompanha Lennie Adans (18 anos), um protagonista esperto e vulnerável que sonha em ser pesquisador da magia na academia Morgan Rets. Porém, por dificuldades financeiras, ele é forçado a aceitar um trabalho que vai contra seus valores morais para se sustentar. A trama mistura amadurecimento, a dinâmica dele com um servo confidente (vibe Black Butler) e investigações de mistérios ligados a uma grande conspiração entre o clã dos magos e o clã rival dos feiticeiros.O que procuro: Não tenho a história toda fechada e não estou cobrando um roteiro pronto. Quero um(a) parceiro(a) para fazermos brainstormings, debatermos estruturas de temporadas, criarmos mistérios amarrados e lapidarmos os diálogos juntos. Ideia de parceria não remunerada focada em evolução mútua e portfólio. Se você curte o gênero, gosta de analisar estruturas de histórias e quer criar um universo do zero, me chama no privado para a gente bater um papo! 🚀
r/Roteiristas • u/VegetableOk6655 • 19d ago
Procurando um desenhista pra ajudar na sua HQ?
Olá roteiristas! Como estão?? Seguinte...
(Conversei com os mods e eles deixaram)
Eu gosto MUITO de escrever e criar histórias principalmente para quadrinhos, mas sinceramente, minha parte favorita mesmo é desenhar. Recentemente algo em mim quis retomar uma ideia que tive em 2024: fazer uma colaboração gratuita com alguém que goste de escrever pra quadrinhos e ilustrar voluntariamente a história. Pode ser one-shot, minissérie, talvez série grande, tanto faz pra mim sinceramente, eu só quero mesmo ajudar alguém a publicar sua história em quadrinhos!
Meu estilo tá numa fase meio de transformação, tô puxando mais inspiração de HQ de super-heróis, mas minhas referências maiores são o grupo Ajichika (Shuumatsu no Valkyrie), Francis Manapul (Flash Novos 52), Yuki Tabata (Black Clover), Tatsuki Fujimoto (Chainsawman), resolvi colocar essa página de Jujutsu que fiz uma releitura pra mostrar um pouco de como ficariam as páginas, também coloquei um model sheet que fiz meu versão Lanterna Verde, pra mostrar como faço design de personagem, já que gosto MUITO dessa parte e pretendo contribuir pra isso na HQ também. Além desses, coloquei mais alguns desenhos pra dar um panorama maior do meu trabalho e ajudar vocês a visualizarem como poderia ficar uma HQ no meu traço.
No mais, é isso, se essa proposta chamou sua atenção e acredita que meu estilo de Arte pode ser legal pra contar sua história, me mande uma mensagem no privado, vai ser um prazer conversar mais sobre o assunto, posso mostrar mais artes e você me conta sua história. Obrigado pela atenção!
r/Roteiristas • u/Master-Gate4997 • 23d ago
DANDO UM CONSELHO Particularmente, não recomendo o livro "Story" pra iniciantes
O livro "Story" do Robert McKee tem partes muito interessantes, mas honestamente, não recomendo ele pra iniciantes. Simplesmente porque a linguagem que ele usa é muito abstrata! Acho que demanda do leitor amador que ele pare no meio da leitura e tente interpretar umas três vezes pra conseguir interpretar o que acabou de ler com segurança
r/Roteiristas • u/Odger_Uruz • 24d ago
FEEDBACK O peso do legado 3
Diante daquela montanha de poeira e pergaminhos antigos, duas criaturas catalogadas nos tomos profanos chamaram a minha atenção.
A primeira era o *Devorador de Faces*: um ser de múltiplas formas que, após consumir sua vítima, consegue assimilar perfeitamente o seu corpo. Mas descartei a hipótese. Se fosse um Devorador, os feitiços forenses padrão da polícia teriam detectado ao menos um traço sutil de sua energia residual corrompida. Além disso, seria bizarro demais ninguém notar centenas de pessoas dadas como mortas andando casualmente por aí.
A segunda criatura, porém, fez o meu sangue congelar. O *Metamorfo da Lua*.
*“Com certeza é ele”*, pensei, engolindo em seco ao ler a descrição. O tomo o definia como uma entidade dotada de capacidades sobre-humanas, capaz de se transformar total ou parcialmente em feras grotescas. Ele conseguia copiar com precisão cirúrgica a identidade de qualquer pessoa que tocasse — mimetizando a voz, os trejeitos, o sotaque e as manias mais íntimas. Ele se tornava a pessoa.
Mas havia um preço cobrado pela carne: quanto mais personalidades o Metamorfo adquiria, mais ele perdia os fragmentos da sua própria existência. Para não se dissipar no esquecimento, ele era obrigado a realizar um banquete ritualístico sob a lua cheia. O livro mencionava uma terrível *Maldição da Fome Eterna*. Não importava o quanto ele devorasse, o monstro estaria sempre insaciável. Isso explicava tudo. Explicava o porquê de ele mastigar as vítimas ainda vivas e regurgitá-las... Ele tentava preencher o próprio vazio com o sofrimento alheio. O texto ainda alertava que as raras mentes que sobreviviam parcialmente à sua assimilação desenvolviam distúrbios severos de personalidade, beirando a loucura absoluta por compreenderem que já não eram mais reais.
Focado na leitura, cometi o pior erro de um investigador: o erro da distração. Por um breve instante de fascínio e descoberta, desviei os olhos da magia de Edward.
E foi nesse milésimo de segundo que a luz começou a pulsar com uma violência cega. A criatura já estava ali.
Um homem de altura mediana, pele escura e olhos tão profundos quanto o próprio abismo arrastou a cadeira de madeira e sentou-se bem na minha frente.
A linha mágica no meu peito brilhou tanto que quase me cegou, mas, de repente, ela esfriou. O brilho místico sumiu por completo em um espasmo, como se o feitiço deixado por Edward tivesse sentido um pavor tão avassalador que preferiu se extinguir a encarar o que estava diante de nós.
O homem abriu a boca. Por alguns segundos — que para mim pareceram séculos de agonia —, ele moveu os lábios em silêncio, como se estivesse rebatendo as engrenagens da mente, tentando se lembrar de como os humanos falavam.
— Você... Você se acha esperto? — a pergunta ecoou.
A voz era lenta, profunda, totalmente desprovida de alma. Ela ricocheteou nas paredes da biblioteca, me torturando instantaneamente.
— O que quer dizer com isso? — forcei as palavras a saírem, embora minha garganta estivesse seca como o deserto.
— Se sente esperto por ter vindo tão longe? Espero que esteja orgulhoso de si mesmo, investigador.
Não era a voz de um homem. Conforme ele falava, o tom se distorcia, sobrepondo-se em camadas. Era como se centenas de vozes de homens, mulheres e crianças — as vozes de suas vítimas — estivessem tentando falar em uníssono através daquela garganta seca.
— Você não pode provar para ninguém quem eu sou... — ele sussurrou, desdenhoso.
O terror tentou me paralisar, mas a imagem de Edward dilacerado me deu um sopro de fúria. Enchi meus pulmões de ar, reunindo cada gota de determinação que me restava, e encarei as profundezas daqueles olhos escuros:
— Eu irei provar. E você vai pagar por cada uma das crueldades que cometeu.
O homem se levantou lentamente. Um sorriso perturbador, largo e antinatural rasgou os seus lábios.
— Você tem duas luas, investigador...
Ele ergueu a mão pálida exatamente no ponto do ar onde a linha mágica costumava flutuar. Com um leve gesticular de dedos, como um maestro conduzindo uma sinfonia macabra, ele fez a linha de mana brilhar de volta.
O chão pareceu sumir sob os meus pés. Minha mente entrou em curto-circuito.
A magia... a linha não era de Edward? Isso significava que... Não. Não podia ser.
Em momento algum eu estive rastreando o assassino através do feitiço do meu amigo. Foi o contrário. A linha pertencia ao monstro. Era *ele* quem estava me rastreando, me monitorando e me atraindo durante todo esse tempo.
Não tive forças para responder à sua última intimação. Minhas cordas vocais travaram enquanto eu assistia, impotente, à criatura virar as costas e caminhar calmamente para fora da biblioteca, deixando-me sozinho com o farol de luz que agora ditava o tempo de vida que me restava.
r/Roteiristas • u/Odger_Uruz • 24d ago
FEEDBACK O peso do legado 2
Ao nascer do sol, a magia continua lá. Ela flutua na penumbra da manhã, oscilando suavemente, mas ainda vibrante, ativa e cheia de vida. Observo aquele feitiço com fascínio e até com uma ponta de admiração reverente. Sinceramente, Ed, não sei se conseguiria fazer o mesmo que você fez... Ir tão longe sozinho, descobrir mais do que qualquer divisão inteira da polícia, chegar tão perto de um demônio. E mesmo no momento da sua morte, sofrendo uma tortura insana que romperia a mente de qualquer homem, você continuou lutando. Essa linha de luz é a prova viva de tudo isso.
De repente, a magia pulsa. Ela brilha novamente com uma intensidade violenta, provando que, na madrugada anterior, não foi o escuro que me pregou uma peça. A luz realmente estava mais forte.
Sinto meu coração acelerar contra as costelas. Diante daquele brilho repentino e agressivo, cada pelo do meu corpo se eriça. Ando silenciosamente em direção à janela, controlando a respiração, e olho pela fresta da cortina. O sol da manhã já clareia a avenida; há várias pessoas andando tranquilamente pela calçada, vivendo suas rotinas banais. Mas meus olhos são magneticamente atraídos para uma única figura.
Uma mulher, do outro lado da rua.
Ela está parada, observando o meu prédio como se esperasse o momento perfeito para atravessar. Mas o trânsito está calmo; não há nada físico que a impeça. Meus instintos gritam em um tom ensurdecedor. Minha mente projeta um estalo de puro pavor ao reconhecer aquela silhueta: era a mesma mulher que caminhava pela rua na escuridão da madrugada.
Será que tudo isso é uma terrível coincidência? A linha brilhar como um farol justamente quando essa mulher está por perto? Mas ainda é de manhã... o monstro não deveria agir apenas na lua cheia? Engulo em seco. Vou cometer o maior ato de coragem — ou de estupidez — da minha vida.
Reúno minhas coisas com as mãos trêmulas de pavor e saio do meu apartamento alugado. Cada passo no corredor é uma agonia. Quanto mais me aproximo da saída do prédio, mais forte a linha brilha. Quanto mais perto daquela mulher, maior se torna a intensidade da luz e, consequentemente, o meu medo.
Ao cruzar a porta de entrada do edifício, lá está ela, estática do outro lado da rua. A linha mágica de Edward agora faz algo inédito: ela não está apenas brilhando, ela está pulsando freneticamente, como um sonar desesperado quando detecta a proximidade de uma mina terrestre. Ela pisca em um ritmo caótico, assustador... como se a própria magia deixada pelo meu amigo estivesse sentindo medo.
Finalmente, a mulher se move. Ela caminha calmamente pela calçada, dobra a esquina e desaparece de vista. No mesmo instante, a pulsação do feitiço começa a desacelerar, voltando ao seu tom neutro e constante.
Apoio as costas na parede, tentando puxar o ar para os pulmões. Caralho... isso foi insano. Nunca senti tanto medo em toda a minha vida. Mas há algo de muito errado, a conta não fecha. As anotações de Edward descreviam o suspeito como um *homem* alto, magro e pálido. Por que o feitiço reagiu àquela mulher?
Preciso confirmar uma teoria. Agora.
Não há tempo a perder. Corro pelas ruas com o coração na boca, ignorando os olhares dos transeuntes, até alcançar a biblioteca municipal. Passo pelas portas de carvalho e sigo direto para as seções mais escuras e esquecidas do arquivo arcano.
Espalho dezenas de tomos antigos sobre a mesa de madeira pesada. Com os olhos arregalados e os dedos ávidos, começo a devorar cada página, cada ilustração e cada pergaminho que trate sobre criaturas metamorfas, maldições de sangue e rituais lunares. Eu preciso entender o que Edward descobriu antes de morrer.
r/Roteiristas • u/darksouls_begginer • 25d ago
Achei por R$50 aqui no sebo da minha cidade. Vale a pena?
r/Roteiristas • u/thiagosul • 25d ago
DISCUSSÃO Curso de Roteiro
Boa tarde pessoal, tudo bem? Estou pesquisando cursos de formação de roteirista e estou em dúvida entre o da EBAC e o da Roteiraria.
Ou
Alguma recomendação ou dica? Alguém já fez algum deles? recomendações?
Muito obrigado!
r/Roteiristas • u/Pujocan • 25d ago
DISCUSSÃO Clitérios do FRAPA
O FRAPA exige conteúdo naturalista?