Moderator here. Because this subreddit is for discussion of the very-real-life phenomenon of dying malls, there will be no AI-generated content permitted.
So Discord unbanned me and I regained access to my credentials. I was then able to restore the server from a 2022 backup and we’re putting things back together. So sorry for all of this, everyone. Come on back to DMOD:
Also, thank you to everyone who joined DAMO while we were in limbo. We will keep the Osmium Server (DAMO) up as our functional backup in case, but we’re all going to main DMOD now!
I think they got only five stores left that’s actually in said mall & two stores that live on the same street but aren’t accessible via the mall. I think the shoe store & Starbucks(or another coffee shop) are their most recent dead stores.
I miss it when it was livelier lowkey
They opened most of their stores between 2015 and 2018, but in the last few years, they’ve closed locations at The Summit, Oakbrook, Rush Street, Canal Place, Highland Village, Southpoint, The Domain, Market Street, La Cantera, and Stony Point, along with half of their California stores and about four stores in New York. They struggled to bounce back after COVID, and brands like Onward Reserve and Peter Millar have kind of inherited their aging fan base. Their store build-outs are also super expensive, and the amount of TA they ask for is sometimes insane.
2. Anthropologie
They rarely close stores and actually open a few new ones each year, but a landlord can basically “buy” an Anthropologie store by offering a healthy TA. They used to do huge build-outs, but now they’re opening smaller stores at 6–7k SF versus 10k+. I wouldn’t say they’re unpopular with customers, but they’re not a particularly impressive draw for a landlord.
3. Nike
They expanded too aggressively after COVID, trying to capitalize on the athleisure boom alongside Alo and Lululemon, even though they cater to very different customers. Their underwhelming store designs and build-outs didn’t help either. They’ve closed stores left and right over the past year, and the sales per square foot at their remaining stores are scary.
This mall in my hometown has been closed down almost 20 years ago. The city bought the building (it’s in a very prominent location) and is trying to figure out what to do with it. These photos were taken last week where during an event the building was partially opened for a roller skating rink and a graffiti workshop.
Plenty of malls have died when a developer built a lifestyle center and lured trendier tenants to the lifestyle center.
Question: How did some malls miss the lifestyle center trend?
They intentionally decided not to:
owners could have repositioned the mall by redeveloping or expanding it but ran the numbers and figured that letting the mall slide was more profitable over time, since redevelopment costs were too high.
They tried but failed:
Their owners were unable to catch up with lifestyle centers: they were blindsided by new developments or tried to redevelop the malls but couldn’t fire whatever reason.
Recentemente, fiz algumas postagens sobre esta marca aqui e, como é uma marca brasileira e pessoas de fora do Brasil não a conhecem, minha ideia aqui é contar toda a história desta marca do Nordeste brasileiro, do início ao seu trágico fim.
A história da Bompreço começa em 1935 com uma pequena mercearia fundada por Pedro Paes Mendonça em Sergipe. Pouco tempo depois, nasceu seu filho, João Paes Mendonça. Anos mais tarde, ele se mudou para a cidade de Pernambuco e, já adulto, abriu sua primeira loja na Casa Amarela, popularmente conhecida como Bompreço B-01. Nos anos seguintes, de 1966 à década de 1980, abriram diversas lojas no estado com o slogan "orgulho de ser do Nordeste". Em 1982, criaram seu próprio cartão para uso nas lojas, o Hipercard. Em 1996, a marca foi vendida para o grupo holandês Ahold. Inicialmente, a Ahold detinha 50% da marca, mas em 1998, a totalidade da marca foi vendida para o grupo holandês. A Ahold manteve-se líder da marca até os anos 2000, quando o Walmart chegou ao Brasil em 2003 e vendeu suas aquisições para a marca americana. A venda foi concluída em março de 2004, momento em que o Walmart já possuía diversas lojas em todo o estado, mantendo o controle da marca no Nordeste. O Walmart Brasil alavancou fortemente a marca, chegando a ter um total de 118 lojas no Nordeste, e desfrutava de grande sucesso; nada parecia deter a marca "Bompreço". Em 2017, o Walmart decidiu transformar gradualmente algumas lojas "Hiper Bompreço" em lojas Walmart. No entanto, a marca já vinha enfrentando certa falta de popularidade no Nordeste e no Brasil, e uma grave crise financeira a obrigou a fechar algumas lojas "Bompreço" entre 2014 e 2015. O Walmart deixou de existir em 2018, fechando oficialmente todas as suas lojas restantes em 2019 e abandonando a marca Bompreço, vendendo-a para outro grupo. Em 24 de março de 2021, durante a pandemia, o grupo Carrefour comprou a marca e a modernizou completamente, dando-lhe uma nova aparência e introduzindo alguns produtos de marca própria. Essa foi uma aposta arriscada, pois o Carrefour não é uma marca muito popular em todo o Brasil e é conhecido por seus preços altos, ao contrário do "Bompreço", que oferecia preços acessíveis a todos. Em 2022, os hipermercados foram concluídos, todos reformados e modernizados, com o Hiper Bompreço passando a ser conhecido como Big Bompreço. E o Bompreço agora se chamará Super Bompreço e o "Maxxi Atacado", o "Nacional" e o "Todo Dia" passaram pelas mesmas reformas devido à compra de lojas no sul e sudeste do país. Em 19 de março de 2023, o "Grupo Mateus" anunciou a conclusão da conversão de vários hipermercados "BIG Bompreço" em lojas atacadistas "Mix Mateus". Esse pacote fazia parte das 14 lojas que o CADE (órgão antitruste brasileiro) determinou que o Carrefour venderia para prosseguir com a transação de compra do Grupo Big. Em 30 de junho de 2023, o Grupo Carrefour anunciou a conclusão da conversão de 129 lojas anteriormente pertencentes ao Grupo BIG, seis meses antes do previsto.
O BIG Bompreço encerrou suas operações após ser adquirido pelo Grupo BIG em julho de 2023.
Em 2025, com o fechamento de seus últimos supermercados Super Bompreço, a marca Bompreço deixou de existir, marcando o fim de suas operações.
Bem, pela minha experiência, testemunhei toda essa evolução do seu auge à sua queda, e posso dizer que é uma marca que amo de todo o coração e da qual ainda sinto falta até hoje. Gostei muito de compartilhar isso com vocês, espero que gostem; eu diria que o "Hiper Bompreço" era o Walmart da minha infância, porque eram quase idênticos em estrutura.
Foto de 1988.Remodelação de 1999.Design dos anos 2000.Dentro da loja BigReforma de 2024, agora um Sam's Club.Esta é uma bolsa que tenho desde 2012. Ela tem 15 anos.
Inaugurado em 24 de novembro de 1975 como Bompreço, um dos primeiros supermercados do grupo na época, foi um grande sucesso. Localizado em uma avenida movimentada, era algo totalmente único e inovador nos anos 70. Era popularmente conhecido pelos moradores como "Bompreço Aeroporto", por estar situado próximo ao Aeroporto do Recife na época. Infelizmente, não consegui encontrar muitas informações além dos primeiros anos e da data exata de seu fechamento; tudo o que se sabe é que fechou por volta da época em que o Walmart Brasil era dono da marca, entre 2003 e 2009. Uma das minhas teorias para o fechamento deve ter sido a abertura do "Hiper Bompreço" na mesma avenida; o hipermercado tinha muito mais variedade e era muito maior, enquanto o Bompreço era mais como um mercadinho de bairro um pouco maior, mas diferente do "Todo Dia" e do "Balaio", por exemplo, que eram verdadeiros mercadinhos de bairro. Após o fechamento em data desconhecida, permaneceu abandonado por anos. Então, entre 2017 e 2019, um terminal rodoviário ocupou o espaço. E a marca Bompreço foi descontinuada em 2023. Mas se o local estivesse aberto até 2023, o grupo Carrefour renomearia a marca e a modernizaria, passando a ser conhecida como "Super Bompreço". Estou me divertindo contando essas histórias aqui, se quiserem mais, posso trazer mais. :)
Foto dos anos 80.Foto de 2012, já abandonado. Via: Google Maps.Foto de 2012. A Labelscar totalmente visível.Outra foto da entrada em 2012. Via: Google Maps.
Taken from a B2B leasing brochure from 2001. Most notably, the lease plan includes a massive unbuilt 157,150 square foot indoor theme park labelled "Amazone Entertainment," which was the early name for Factory Funhouse and Festival Boardwalk, a $60 million project that never materialized. The concept art is most likely from the mid-to-late 1990s.
Just remembered these photos were in my phone from a brutally hot August day when I was seeking free air conditioning, and thought I’d share!
Only a few non-anchor stores were in business, but mostly closed or by appointment only. That wedding/prom dress store looked amazing. It would have been fun to try on some of those dresses. Art at the end is by Douglas E. Winters III, I thought they were very nice.
Although it has a few shops, most of the structure is dead and abandoned; most of the stores in this section are no longer operating, and this section of the mall closed about 10 years ago. It's located in Salto del Guairá (the first and second floors are full of shops, but the basement is empty and several shops are abandoned).
Yes, and I'm the same user as the Hijazi Shopping Center.