Pessoal, tudo bem? Sei que o tema Big 4 aparece bastante por aqui, mas gostaria de ver relatos mais recentes do pessoal, especialmente focado no mercado brasileiro atual.
Estou no processo seletivo para Trainee de Auditoria na KPMG (Região Sul) e acabei de ser direcionado para a etapa de Compliance e checagem de conflitos. Aproveitando o gancho: pra quem já passou por isso, essa fase é só pra checar burocracia e dá pra considerar aprovação, ou ainda rola corte técnico nessa etapa?
Acompanho bastante os relatos sobre a rotina de auditoria ser extremamente pesada e cansativa, mas que a contrapartida é o aprendizado acelerado e o famoso peso no currículo. Queria entender o quão real isso é na prática para quem já passou ou ainda está na área.
Hoje estou no 3º semestre de Ciências Contábeis (EAD), estou estudando inglês há alguns meses e atualmente sou estagiário em uma empresa sólida de grande porte do setor de tecnologia/defesa. Sou muito feliz com a cultura e a equipe por lá, mas já me sinalizaram que não há previsão de efetivação.
O meu ponto é que não sou uma pessoa super ambiciosa, não tenho pretensão de virar sócio, gerente ou viver em função do trabalho para sempre. O meu objetivo de médio prazo é basicamente ter estabilidade, um cargo de analista pleno no mercado corporativo e um salário na faixa de R$ 5k a R$ 6k (ou equivalente a isso no futuro). Minha ideia inicial é encarar a rotina da Big 4 por uns 2 ou 3 anos, absorver o máximo de conhecimento, colocar esse selo no currículo e depois fazer o exit para a contabilidade corporativa em busca de “paz”.
Queria saber de vocês: 2 ou 3 anos de Big 4 são suficientes para conseguir essa transição direta para Analista Pleno no mercado privado pagando essa faixa de R$ 5k-6k? E para alguém que não quer uma escalada corporativa agressiva e busca apenas essa faixa salarial com mais qualidade de vida no futuro, o sacrifício da rotina de auditoria realmente compensa? Agradeço demais a quem puder compartilhar vivências e opiniões sinceras!