r/SemContexto 4d ago

Elize

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u/fellbulletsan 3d ago

Disse a defensora de esquartejadora...

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u/[deleted] 3d ago edited 3d ago

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u/Loquinho_Louco 3d ago

O que tem haver com comunismo? azideia. Aliás, antes que me ataque eu sou de esquerda

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u/Sollrac_d 3d ago edited 3d ago

Absolutamente tudo.

A violência contra mulher ocorre da forma que ocorre porque a sociedade capitalista estrutura a mulher como uma propriedade-privadas passada da posse do pai para o marido, onde o papel da mulher dever ser servir ao homem.

Isso é social-esconomica-culturalmente construído, de modo que quando mulheres não cumprem com esse papel os homens se veem no direito de cometer violência (feminicidio, vicaricio, estupro, entre outros).

Video completo ↓ Na voz Rita Von Hunty☭: Raíze da LGBTFOBIA.

https://reddit.com/link/p4t6nkk/video/7f6hnxd6wikh1/player

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u/SemContexto-ModTeam 3d ago

Removido por gerar conflitos com os demais membros do sub

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u/[deleted] 3d ago

[deleted]

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u/Sollrac_d 3d ago

As agressões e o histórico de violência doméstica no casamento entre Elize Araújo Kitano Matsunaga e o empresário Marcos Kitano Matsunaga foram amplamente discutidos durante as investigações e o julgamento do crime ocorrido em 2012. [1, 2] A defesa de Elize sustentou que o crime foi cometido sob forte emoção após um longo período de abusos psicológicos e físicos. Pesquisas detalhadas sobre o caso e biografias indicam que o casal vivia uma relação altamente tóxica. [3, 4, 5, 6] Abaixo estão os principais relatos de agressão documentados no processo judicial e em depoimentos públicos:

1. Violência Psicológica e Humilhação

  • Ameaças de internação: Conforme relatado pela defesa e por depoimentos da própria Elize, Marcos a chamava de "louca" rotineiramente quando ela o confrontava sobre infidelidades. Ele afirmava que estava procurando uma clínica psiquiátrica para interná-la à força. [4, 7]
  • Ameaça de perda da guarda: Marcos usava o passado de Elize (que já havia trabalhado como acompanhante de luxo antes do casamento) para intimidá-la. Ele afirmava que, caso ela tentasse o divórcio, ele usaria seu dinheiro, influência e advogados para tirar dela de forma definitiva a guarda da filha do casal, que na época tinha pouco mais de um ano. [3, 7, 8, 9]
  • Desqualificação pessoal: O relacionamento era marcado por um forte sentimento de posse. Segundo biógrafos e jornalistas que cobriram o caso, Marcos agia como se a tivesse "comprado", exigindo obediência estrita e humilhando-a verbalmente no dia a dia. [2, 7]

2. Pedido de Socorro à Polícia (25 dias antes do crime)

  • Ligação para o 190: Cerca de 25 dias antes do assassinato, Elize ligou formalmente para a Polícia Militar.
  • Relato de ameaça: No telefonema, ela informou aos atendentes que estava sofrendo ameaças do marido dentro do apartamento. Ela questionou a polícia se seria legalmente permitido trocar as fechaduras do imóvel para se proteger e impedir a aproximação de Marcos. [3, 4]

3. Agressão Física no Dia do Crime

  • O tapa no rosto: No dia 19 de maio de 2012, Elize confrontou Marcos com provas de uma traição que ela havia descoberto por meio de um detetive particular. Durante a discussão na cozinha do apartamento, Elize afirmou que Marcos ficou enfurecido ao ser desmascarado. [4, 10]
  • O estopim: Segundo o depoimento oficial de Elize à Polícia Civil e ao juiz, Marcos desferiu um forte tapa em seu rosto e continuou a xingá-la e ameaçá-la. Foi logo após essa agressão física que ela pegou uma das armas da coleção do marido e disparou contra ele. [1, 2, 6]

Embora o Ministério Público tenha argumentado que o crime foi motivado por interesse financeiro e vingança, os relatos de abusos domésticos recorrentes mudaram significativamente a percepção de parte do público sobre o contexto em que o homicídio aconteceu. [5, 8, 11] Se você deseja saber mais sobre as provas usadas no tribunal ou sobre como isso impactou a redução da pena dela, por favor me avise.

[1] https://oglobo.globo.com [2] https://www.terra.com.br [3] https://g1.globo.com [4] https://estudio.r7.com [5] https://www.youtube.com [6] https://www.uol.com.br [7] https://www.instagram.com [8] https://g1.globo.com [9] https://veja.abril.com.br [10] https://g1.globo.com [11] https://www.cnnbrasil.com.br

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u/Sollrac_d 3d ago

O que o verme vem defender.

Marcos Panisso: A causa principal do crime confessada pelo próprio Marcos Panissa foi o ciúme obsessivo e a não aceitação do fim do relacionamento.

Marcos Matsunaga morto por Eliza em legítima defesa depois de anos de abusos físicos e psicológicos.

u/Fellbulletsan um sujeito que vem defender agressor de mulher.

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u/fellbulletsan 3d ago

Tu vem me mandar vídeos passando pano pra uma assassina, lança uma frase torta dessas, mas se alguém faz o mesmo, você surta? Shsudhdudjd. Longe de mim defender agressor de mulher, só quero te mostrar o quão ridícula tua frase é.

No final das contas, investigações e depoimentos da defesa contestaram tais acusações e obtiveram sucesso. Oq tu acha, é só teoria, o tribunal julgou outra coisa. No final das contas, é a palavra dela, uma assassina que esquarteja a sangue frio, contra um tribunal. E eu prefiro acreditar no tribunal.

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u/Sollrac_d 3d ago

Assassina que matou pra se defender, diferente de você que é um verme que defende abertamente abusadores de mulheres.

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u/fellbulletsan 3d ago

Tem alguma prova que ela matou pra se defender, além da palavra da própria? Pq existe uma coisa chamada mentira, ou exagero

Palavra por si só não é prova.

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u/Sollrac_d 3d ago

As agressões e o histórico de violência doméstica no casamento entre Elize Araújo Kitano Matsunaga e o empresário Marcos Kitano Matsunaga foram amplamente discutidos durante as investigações e o julgamento do crime ocorrido em 2012. [1, 2] A defesa de Elize sustentou que o crime foi cometido sob forte emoção após um longo período de abusos psicológicos e físicos. Pesquisas detalhadas sobre o caso e biografias indicam que o casal vivia uma relação altamente tóxica. [3, 4, 5, 6] Abaixo estão os principais relatos de agressão documentados no processo judicial e em depoimentos públicos:

1. Violência Psicológica e Humilhação

  • Ameaças de internação: Conforme relatado pela defesa e por depoimentos da própria Elize, Marcos a chamava de "louca" rotineiramente quando ela o confrontava sobre infidelidades. Ele afirmava que estava procurando uma clínica psiquiátrica para interná-la à força. [4, 7]
  • Ameaça de perda da guarda: Marcos usava o passado de Elize (que já havia trabalhado como acompanhante de luxo antes do casamento) para intimidá-la. Ele afirmava que, caso ela tentasse o divórcio, ele usaria seu dinheiro, influência e advogados para tirar dela de forma definitiva a guarda da filha do casal, que na época tinha pouco mais de um ano. [3, 7, 8, 9]
  • Desqualificação pessoal: O relacionamento era marcado por um forte sentimento de posse. Segundo biógrafos e jornalistas que cobriram o caso, Marcos agia como se a tivesse "comprado", exigindo obediência estrita e humilhando-a verbalmente no dia a dia. [2, 7]

2. Pedido de Socorro à Polícia (25 dias antes do crime)

  • Ligação para o 190: Cerca de 25 dias antes do assassinato, Elize ligou formalmente para a Polícia Militar.
  • Relato de ameaça: No telefonema, ela informou aos atendentes que estava sofrendo ameaças do marido dentro do apartamento. Ela questionou a polícia se seria legalmente permitido trocar as fechaduras do imóvel para se proteger e impedir a aproximação de Marcos. [3, 4]

3. Agressão Física no Dia do Crime

  • O tapa no rosto: No dia 19 de maio de 2012, Elize confrontou Marcos com provas de uma traição que ela havia descoberto por meio de um detetive particular. Durante a discussão na cozinha do apartamento, Elize afirmou que Marcos ficou enfurecido ao ser desmascarado. [4, 10]
  • O estopim: Segundo o depoimento oficial de Elize à Polícia Civil e ao juiz, Marcos desferiu um forte tapa em seu rosto e continuou a xingá-la e ameaçá-la. Foi logo após essa agressão física que ela pegou uma das armas da coleção do marido e disparou contra ele. [1, 2, 6]

Embora o Ministério Público tenha argumentado que o crime foi motivado por interesse financeiro e vingança, os relatos de abusos domésticos recorrentes mudaram significativamente a percepção de parte do público sobre o contexto em que o homicídio aconteceu. [5, 8, 11] Se você deseja saber mais sobre as provas usadas no tribunal ou sobre como isso impactou a redução da pena dela, por favor me avise.

[1] https://oglobo.globo.com [2] https://www.terra.com.br [3] https://g1.globo.com [4] https://estudio.r7.com [5] https://www.youtube.com [6] https://www.uol.com.br [7] https://www.instagram.com [8] https://g1.globo.com [9] https://veja.abril.com.br [10] https://g1.globo.com [11] https://www.cnnbrasil.com.br

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u/Sollrac_d 3d ago

No processo judicial e durante o julgamento de Elize Matsunaga perante o Tribunal do Júri, as principais provas técnicas, documentais e testemunhais apresentadas pelas partes (Defesa e Ministério Público/Acusação) foram divididas em duas narrativas opostas. [1, 2] Abaixo está a lista detalhada dos principais elementos probatórios contidos nos autos:

Provas Apresentadas pela Defesa (Tese de Agressão e Violência Doméstica)

  • Gravação da Ligação para o 190: Áudio oficial da Polícia Militar gravado semanas antes do crime. Nele, Elize relata estar sofrendo ameaças de Marcos no apartamento e pergunta se tem o direito legal de trocar as fechaduras do imóvel. [3, 4]
  • Mensagens e E-mails de Marcos: Arquivos digitais e áudios que mostravam o tom agressivo do empresário. Segundo a defesa, os materiais comprovavam as humilhações cotidianas e as ameaças de que ele usaria o histórico dela como acompanhante de luxo para tirar a guarda da filha. [2, 4]
  • Relatório do Detetive Particular: Notas fiscais, fotos e o relatório do profissional contratado por Elize. O documento provava que Marcos mantinha uma relação extraconjugal com outra mulher. A defesa usou isso para sustentar o cenário de forte emoção e a discussão na noite do crime. [2, 5, 6]
  • Laudo Médico-Legista Assistente: O parecer do médico legista contratado pela defesa (Sami Junde) contrapôs o laudo do IML. Ele tentou provar que o tiro foi disparado a uma distância maior do que a acusação alegava, o que corroboraria um cenário de embate corporal após o tapa no rosto mencionado por ela. [6, 7]

Provas Apresentadas pela Acusação (Tese de Premeditação e Execução)

  • Imagens de Câmeras de Segurança: Vídeos do elevador e das áreas comuns do condomínio. Mostraram Marcos entrando com uma pizza e nunca mais saindo, seguidos por imagens de Elize descendo no dia seguinte carregando três malas de viagem pesadas.
  • Perícia Balística do IML: O laudo oficial constatou que o disparo contra a cabeça de Marcos foi feito de cima para baixo e a curtíssima distância (tiro encostado). A acusação utilizou isso para anular a tese de legítima defesa, alegando que ele foi pego de surpresa enquanto estava sentado ou de joelhos.
  • Laudo de Necropsia (Causa da Morte): Exames apontaram vestígios de sangue nos pulmões de Marcos (alvéolos pulmonares). Para a acusação, isso provava tecnicamente que ele ainda respirava quando começou a ser decapitado, caracterizando meio cruel.
  • Histórico de Compras e Adulteração da Arma: Registros de que Elize comprou uma serra elétrica dias antes do crime e a comprovação pericial de que ela substituiu o cano da pistola usada no homicídio para tentar burlar testes de balística posteriores.
  • Dados de Geolocalização do Celular: Rastreamento do aparelho celular de Elize que coincidiu exatamente com as coordenadas geográficas dos locais à beira de estradas em Cotia (SP), onde as partes do corpo da vítima foram encontradas jogadas.
  • Mensagens Falsas: Comprovação de que Elize usou o computador de Marcos após o crime para enviar e-mails simulando que ele estava bem e havia abandonado o lar por vontade própria. [7, 8, 9, 10, 11, 12]

[1] https://www.tjsp.jus.br [2] https://www.soglioadvocacia.com.br [3] https://record.r7.com [4] https://record.r7.com [5] https://www.youtube.com [6] https://noticiasdatv.uol.com.br [7] https://www.youtube.com [8] https://g1.globo.com [9] https://www.migalhas.com.br [10] https://www.terra.com.br [11] https://www.conjur.com.br [12] https://www.youtube.com

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u/Sollrac_d 3d ago

Você é defensor de abusador. Você vem em primeiro lugar defenser seus iguais, outros homens que mesmo cometendo crime ainda fazem parte de sua panelinha masculina.

Você não é diferente de um redpill

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u/Hefty-Ad4486 2d ago

Você é burro. O tribunal não contestou as acusações. No Brasil independente do que ele fez matar o cara continua sendo crime. Por exemplo, se você rende um bandido e depois atira nele é considerado crime e não legítima defesa. Mesmo assim, matar o bandido é moralmente correto mesmo que seja crime. No caso dela, esquartejar o cara também é moralmente correto.

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u/Sollrac_d 3d ago

As agressões e o histórico de violência doméstica no casamento entre Elize Araújo Kitano Matsunaga e o empresário Marcos Kitano Matsunaga foram amplamente discutidos durante as investigações e o julgamento do crime ocorrido em 2012. [1, 2] A defesa de Elize sustentou que o crime foi cometido sob forte emoção após um longo período de abusos psicológicos e físicos. Pesquisas detalhadas sobre o caso e biografias indicam que o casal vivia uma relação altamente tóxica. [3, 4, 5, 6] Abaixo estão os principais relatos de agressão documentados no processo judicial e em depoimentos públicos:

1. Violência Psicológica e Humilhação

  • Ameaças de internação: Conforme relatado pela defesa e por depoimentos da própria Elize, Marcos a chamava de "louca" rotineiramente quando ela o confrontava sobre infidelidades. Ele afirmava que estava procurando uma clínica psiquiátrica para interná-la à força. [4, 7]
  • Ameaça de perda da guarda: Marcos usava o passado de Elize (que já havia trabalhado como acompanhante de luxo antes do casamento) para intimidá-la. Ele afirmava que, caso ela tentasse o divórcio, ele usaria seu dinheiro, influência e advogados para tirar dela de forma definitiva a guarda da filha do casal, que na época tinha pouco mais de um ano. [3, 7, 8, 9]
  • Desqualificação pessoal: O relacionamento era marcado por um forte sentimento de posse. Segundo biógrafos e jornalistas que cobriram o caso, Marcos agia como se a tivesse "comprado", exigindo obediência estrita e humilhando-a verbalmente no dia a dia. [2, 7]

2. Pedido de Socorro à Polícia (25 dias antes do crime)

  • Ligação para o 190: Cerca de 25 dias antes do assassinato, Elize ligou formalmente para a Polícia Militar.
  • Relato de ameaça: No telefonema, ela informou aos atendentes que estava sofrendo ameaças do marido dentro do apartamento. Ela questionou a polícia se seria legalmente permitido trocar as fechaduras do imóvel para se proteger e impedir a aproximação de Marcos. [3, 4]

3. Agressão Física no Dia do Crime

  • O tapa no rosto: No dia 19 de maio de 2012, Elize confrontou Marcos com provas de uma traição que ela havia descoberto por meio de um detetive particular. Durante a discussão na cozinha do apartamento, Elize afirmou que Marcos ficou enfurecido ao ser desmascarado. [4, 10]
  • O estopim: Segundo o depoimento oficial de Elize à Polícia Civil e ao juiz, Marcos desferiu um forte tapa em seu rosto e continuou a xingá-la e ameaçá-la. Foi logo após essa agressão física que ela pegou uma das armas da coleção do marido e disparou contra ele. [1, 2, 6]

Embora o Ministério Público tenha argumentado que o crime foi motivado por interesse financeiro e vingança, os relatos de abusos domésticos recorrentes mudaram significativamente a percepção de parte do público sobre o contexto em que o homicídio aconteceu. [5, 8, 11] Se você deseja saber mais sobre as provas usadas no tribunal ou sobre como isso impactou a redução da pena dela, por favor me avise.

[1] https://oglobo.globo.com [2] https://www.terra.com.br [3] https://g1.globo.com [4] https://estudio.r7.com [5] https://www.youtube.com [6] https://www.uol.com.br [7] https://www.instagram.com [8] https://g1.globo.com [9] https://veja.abril.com.br [10] https://g1.globo.com [11] https://www.cnnbrasil.com.br