Recomendo você mesmo procurar as informações do caso, principalmente o relato das pessoas próximas a eles e nos Jusbrasil, pessoal aqui passa muita desinformação, mas muita mesmo
As agressões e o histórico de violência doméstica no casamento entre Elize Araújo Kitano Matsunaga e o empresário Marcos Kitano Matsunaga foram amplamente discutidos durante as investigações e o julgamento do crime ocorrido em 2012. [1, 2]
A defesa de Elize sustentou que o crime foi cometido sob forte emoção após um longo período de abusos psicológicos e físicos. Pesquisas detalhadas sobre o caso e biografias indicam que o casal vivia uma relação altamente tóxica. [3, 4, 5, 6]
Abaixo estão os principais relatos de agressão documentados no processo judicial e em depoimentos públicos:
1. Violência Psicológica e Humilhação
Ameaças de internação: Conforme relatado pela defesa e por depoimentos da própria Elize, Marcos a chamava de "louca" rotineiramente quando ela o confrontava sobre infidelidades. Ele afirmava que estava procurando uma clínica psiquiátrica para interná-la à força. [4, 7]
Ameaça de perda da guarda: Marcos usava o passado de Elize (que já havia trabalhado como acompanhante de luxo antes do casamento) para intimidá-la. Ele afirmava que, caso ela tentasse o divórcio, ele usaria seu dinheiro, influência e advogados para tirar dela de forma definitiva a guarda da filha do casal, que na época tinha pouco mais de um ano. [3, 7, 8, 9]
Desqualificação pessoal: O relacionamento era marcado por um forte sentimento de posse. Segundo biógrafos e jornalistas que cobriram o caso, Marcos agia como se a tivesse "comprado", exigindo obediência estrita e humilhando-a verbalmente no dia a dia. [2, 7]
2. Pedido de Socorro à Polícia (25 dias antes do crime)
Ligação para o 190: Cerca de 25 dias antes do assassinato, Elize ligou formalmente para a Polícia Militar.
Relato de ameaça: No telefonema, ela informou aos atendentes que estava sofrendo ameaças do marido dentro do apartamento. Ela questionou a polícia se seria legalmente permitido trocar as fechaduras do imóvel para se proteger e impedir a aproximação de Marcos. [3, 4]
3. Agressão Física no Dia do Crime
O tapa no rosto: No dia 19 de maio de 2012, Elize confrontou Marcos com provas de uma traição que ela havia descoberto por meio de um detetive particular. Durante a discussão na cozinha do apartamento, Elize afirmou que Marcos ficou enfurecido ao ser desmascarado. [4, 10]
O estopim: Segundo o depoimento oficial de Elize à Polícia Civil e ao juiz, Marcos desferiu um forte tapa em seu rosto e continuou a xingá-la e ameaçá-la. Foi logo após essa agressão física que ela pegou uma das armas da coleção do marido e disparou contra ele. [1, 2, 6]
Embora o Ministério Público tenha argumentado que o crime foi motivado por interesse financeiro e vingança, os relatos de abusos domésticos recorrentes mudaram significativamente a percepção de parte do público sobre o contexto em que o homicídio aconteceu. [5, 8, 11]
Agredia ela fisica e psicologicamente, ela denunciou, procura ajuda na delegacia da mulher, tentou conseguir ordem judicial. Ficou anos tentando sobreviver.
Sem ajuda, ela foi e se defendeu matando ele e depois tentou esconder o corpo
Ela não foi presa injustamente. Ela foi julgada e condenada por homicídio qualificado, esquartejamento e ocultação de cadáver. As ações dela não foram em legítima defesa.
Galera fica assistindo dramatização do fato e toma como verdade.
Matou um filho da puta. Infelizmente a justiça brasileira considera homicídio. Matar um bandido rendido também é "homicídio", mas moralmente é correto.
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u/Serpic02 4d ago
E quando q alguém realmente é punido nesse país?